O Criador inacreditável

Por que a ideia de um Criador parece inacreditável a muita gente? Por que razão a ideia de um Criador parece inacreditável a tanta gente? Porque a própria ideia da criação tornou-se inconcebível. A maior parte das pessoas nunca criou nada, nem um humilde poema para namorada, nem uma musiquinha com três acordes a falar […]

Arquivo Mitrokhin: O escritor Josué Guimarães e a KGB

Para reforçar a conclusão de que Josué, digamos, no mínimo, colaborava com a KGB, basta ler o prosseguimento da entrevista. Entre 1976 e 1980, segundo Anunciação, o escritor manteve 42 reuniões com os agentes Novikov, Budyakin a Bykov em três cidades/países diferentes. Não é pouco e, certamente, não se tratavam de reuniões literárias. Anunciação esclarece que Josué, de acordo com a nota transcrita por MItrokhin, ”conhecia bem a forma de trabalhar dos serviços secretos soviéticos, nomeadamente quanto às noções de segurança, conspiração e meios pessoais ou impessoais de comunicação.” Convenhamos, é um bom acervo de habilidades. E o próprio jornalista português arremata, de modo impositivo: “… a informação transmitida por Josué Guimarães era tida em alta consideração pelos soviéticos, pois se não fosse assim não teria tido tantas reuniões.”

O “Daesh” põe o Brasil na berlinda

Desde o fim do ano pasado o EI vem intensificando seus ataques bestiais na Europa, sendo nos últimos meses a França e a Alemanha seus alvos preferidos. O ataque ocorrido em Nice, que deixou um saldo de 84 mortos (a maioria crianças) e mais de 200 feridos, seguido do ataque na Alemanha, vem sendo tratado pela imprensa com um misto de parcimônia, covardia e omissão em relação aos atacantes, uma vez que temos observado um cuidado excessivo em rotular como “doentes mentais” que faziam tratamento psiquiátrico, para encobrir quem eram, na verdade, muçulmanos convictos cumprindo sua missão, terroristas que não agiram sozinhos mas orientado pelas lideranças do bando terrorista.

Escola sem censura

No imaginário popular, criado e alimentado por essas três classes de vendedores de drogas que são os jornalistas, os professores e o pessoal do show business,  o termo “universidade medieval” evoca imediatamente um ambiente mental opressivo e rigidamente dogmático, hostil à linda “liberdade de discussão” que a modernidade viria a inaugurar para a felicidade e conforto do gênero humano.

Casimiro de Pina comenta O Eixo do Mal

Hayek deu-nos, aliás, uma prova sincera disto tudo, quando, em 1944, abdicando dos seus interesses pessoais imediatos, resolveu empreender uma dura luta contra os dois totalitarismos gémeos da época (o comunismo e o nazismo, irmanados pelo mesmo ódio às liberdades e à livre-iniciativa económica), denunciando, com galhardia, e contra o “establishment” bem-pensante daqueles dias, sempre cioso das suas falácias, a Utopia totalitária, calcada num igualitarismo sufocante, na planificação central niveladora e numa justiça absoluta, sujeita, evidentemente, às pretensas “leis da história”.