Colômbia: militares reprovam acordos entre Santos e as FARC

Em entrevista com Yamid Amat, o general Jorge Mora Rangel assegurou que as Forças Militares colombianas avalizam os acordos secretos de Santos e Timochenko em Havana. Tal asseveração é falsa e completamente distante do verdadeiro conceito que se tem nos quartéis e na reserva ativa, tanto de Santos como da equipe negociadora do governo, assim como do pobre papel que o general Mora desempenhou em condição de convidado de pedra na mesa de conversações com as FARC.

Vistas as coisas de maneira pragmática, Santos ordenou à Revista Portafolio, por longo tempo pertencente à Casa Editorial El Tiempo de propriedade da família do mandatário, que desse a Mora um prêmio como “líder” colombiano e depois, muito a seu estilo politiqueiro e de jogador de pôquer, ordenou a Mora que desse uma entrevista ao santista Yamid Amat, para que lhe dissesse que os acordos com Timochenko são uma maravilha e que no melhor estilo do Pibe, “tudo bem… tudo bem”.

Evo Morales diz que vai atacar o Brasil se seguirmos a Constituição. Vai ficar por isso mesmo?

Vimos a declaração de um sujeitinho que atende pelo nome de Evo Morales prometendo atacar o Brasil com as Forças Armadas caso sigamos a Constituição ao apear Dilma do poder via impeachment (em caso de crime de responsabilidade). Isto é um desrespeito inaceitável à soberania nacional. Leia mais:

“Não vamos permitir golpes de Estado no Brasil e nem na América Latina. Vamos defender as democracias e se precisar vamos atacar com nossas forças armadas”, afirmou Morales em uma escola militar em Cochabamba (centro do país).

Morales fez a advertência coincidindo com o 44º aniversário do golpe militar de 1971, que exaltou o então coronel Hugo Banzer, apoiado, segundo os historiadores, por militares do Brasil e da Argentina, com o apoio do Pentágono.

Argentina perto da Rússia, como no tempo da URSS e da guerra das Malvinas

Os representantes do governo argentino, Agustín Rossi e Sergio Berni, ao longo do ano assinaram em Moscou um vasto leque de acordos de cooperação russo-argentina, informou o jornal Clarín, de Buenos Aires.

Nem mesmo durante a Guerra das Malvinas se tinha visto uma aproximação tão intensa.

Um dos convênios visa à realização, pela primeira vez na história, de exercícios militares conjuntos entre os exércitos russo e argentino.

Outro convênio estabelece que os policiais de ambos os países trabalharão associados na perseguição aos narcotraficantes.

Cuba, entre Eisenhower e Obama

A ruptura de relações entre os Estados Unidos e Cuba foi uma decisão da Casa Branca, que pôs um ponto final ao deterioro das relações entre os dois países.

 

O presidente Dwight Eisenhower, na nota executiva referia a respeito: “É minha esperança e minha convicção de que em um futuro não muito distante será possível que a amizade histórica entre nós encontre uma vez mais seu reflexo em relações normais, de todo tipo”. A parte final do documento apontava: “Enquanto isso, nossa simpatia está com o povo de Cuba que agora sofre sob o jugo de um ditador”.

 

Eisenhower, tampouco o futurólogo mais qualificado, podia pressagiar que os Estados Unidos restabeleceria relações diplomáticas com uma Cuba que cinqüenta e cinco anos depois mostra a penosa distinção de contar com dois ditadores e não com um, como sucedia em 3 de janeiro de 1961.

Obama sacramenta o império castro-comunista




Embaixada dos EUA é reaberta em Cuba no mesmo prédio onde deixou de funcionar, há mais de 50 anos.

No dia 20 de julho o presidente Obama selou com o ditador Raúl Castro o fim das hostilidades entre os dois países, reabrindo suas antigas embaixadas nos mesmos edifícios onde funcionavam antes. Da noite para o dia, Cuba foi cirurgicamente higienizada dos cartazes que antes xingavam e mandavam àquele lugar o país do Tio Sam. Nas ruas uns comemoravam, enquanto outros, lúcidos, diziam não acreditar em mudança real e benéfica para o povão, o cubano “a pé”. E estavam cobertos de razão.

A rainha das testemunhas falsas

 

Quem é Ángela María Buitrago?

 

Após a vitória pírrica que ela obteve ao fazer Ricardo Puentes Melo fugir da Colômbia, um dos jornalistas de investigação mais intrépidos e honestos do país, após conseguir que um tribunal embargasse seu domicílio, medida de grande violência social e psicológica, alguns tratam de mostrar a ex-promotora como uma eficiente funcionária cujas investigações “foram reconhecidas inclusive pela justiça internacional”.

 

Não existe isso. Em agosto de 2010, o Promotor Geral, Guillermo Mendoza Diago, pediu a renúncia da senhora Buitrago porque as investigações que ela pretendia monopolizar, todas de militantes que defenderam o país na luta contra os narco-terroristas do M-19, e de alguns funcionários e políticos acusados de “para-política”, estavam mal instruídas ou estancadas.

Colômbia: um jornalista forçado ao exílio


É inadmissível que alguns, para se vingar de um jornalista independente e para proteger certos interesses políticos, queiram se desfazer de Ricardo Puentes e destruir o importante espaço de liberdade que ele criou.

O Ministério Público acaba de cometer um novo atropelo judicial contra a liberdade de imprensa na Colômbia. O jornalista
Ricardo Puentes Melo, diretor do conhecido portal web
Periodismo sin Fronteras, de Bogotá,  (
N.do.E.: e colaborador do
Mídia Sem Máscara) é objeto neste momento de um processo no qual careceu da possibilidade de se defender. As acusações contra ele não são só absurdas senão que, além disso, o juiz da causa antecipou a pena e impôs uma sanção econômica desproporcional, sem que o processo tenha culminado, ao decretar o embargo da casa onde o jornalista vivia e trabalhava.

O juiz argumentou que esse embargo é destinado a garantir o pagamento da indenização que a demandante exige do demandado. Em conseqüência, Ricardo Puentes teve que abandonar seu domicílio e está frente a um julgamento que rompe com as garantias processuais mais clássicas, entre elas a presunção de inocência. Esse processo põe em perigo a existência pessoal, civil e laboral do jornalista.

Os mistérios do navio chinês

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“É uma operação absolutamente normal de cooperação comercial e militar”, assegurou Hua Chunying, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China.

No dia 21 de abril, um juiz de Cartagena permitiu à embarcação Da Dan Xia zarpar para Cuba. O navio chinês permaneceu retido durante um mês e meio, depois que a Polícia Anti-narcóticos encontrou 15 conteiners com explosivos escondidos entre caixas de cereal. Argumentando que o material bélico era um risco para as pessoas, o juiz autorizou a partida do navio à ilha. Entretanto, o mistério ronda o caso, porque o capitão do navio está detido em La Heroica porque não se destruiu o carregamento e porque desde há quase uma década apreendeu-se de bandos criminosos mais de 12 mil armas chinesas.

As negociações diabólicas na Colômbia


O massacre do Cauca apresenta-se depois da decisão de Santos, em março, de suspender os bombardeios aéreos das bases das FARC, como prêmio pela promessa que os guerrilheiros fizeram de um cessar fogo em dezembro.

A execução de 11 soldados colombianos antes do amanhecer de 15 de abril no estado do Cauca por parte das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), está se convertendo em um momento definidor para o presidente Juan Manuel Santos. O mandatário apostou sua presidência às negociações de paz com as FARC, porém as conversações, que agora se encontram em seu quarto ano, polarizaram um país que costumava estar unido contra os rebeldes.

Com o massacre no Cauca a divisão aprofundou-se e o ressentimento latente do público explodiu ante o que alguns vêem como a submissão de seu comandante-em-chefe à guerrilha. Dias depois dos assassinatos, em uma marcha em Bogotá para honrar os heróis militares, o presidente enfrentou uma onda de vaias.

Compromisso de Cochabamba, antítese do Foro de São Paulo

18 de março de 2015.
Cochabamba, Bolívia

Quem somos?
Somos uma equipe de liberais clássicos de vários países latino-americanos, Espanha e EUA. Muito variada também na sua composição: entre nós há políticos ativos, estudantes, técnicos e profissionais, empresários, economistas e investidores, intelectuais e artistas, militares e policiais, juízes e advogados, esportistas, professores e mestres, médicos e enfermeiras, padres, rabinos e sacerdotes, e também donas de casa, agricultores, empregados e trabalhadores.

Qual é nosso COMPROMISSO?
Nós, liberais clássicos, partidários de um governo limitado, do livre-mercado e da propriedade privada, nos comprometemos firmemente a terminar com a hegemonia cultural e política do Foro de São Paulo na região. E para esse propósito, também nos comprometemos: