O liberalismo chinês

Por Nivaldo Cordeiro Xi Jinping, para o assessor: “Agora precisamos povoar as cidades fantasmas. Eis a nova política de 2 filhos.” Certos liberais estão apegados ao sucesso econômico da China como se ali tivéssemos a prova empírica das verdades liberais, um suposto triunfo do liberalismo. Um grande equívoco. O liberalismo chinês é, no dizer de […]

A estratégia econômica da China e as relações da Rússia com os partidos eurocéticos

Heitor De Paola reflete sobre o amadorismo reinante quando o assunto é a China, as confusões de Marx sobre o quis descrever como “modo de produção asiático” e as comprovadas falsificações presentes em sua obra. Destacando a grande vocação que o povo chinês tem para o comércio, Heitor de Paola explica porque os comunistas chineses […]

China comunista, Brasil vermelho

“Os chineses compraram a África e estão tentando comprar o Brasil” – disse, em 2010, Antonio Delfim Neto, raposa velha que já foi e já fez de tudo por essas bandas (inclusive assessorar Lula, o Chacal). Hoje, passados quase oito anos da denúncia premonitória do ex-titular de algumas pastas ministeriais (entre elas, as da Fazenda, […]

Diálogo Pequim-Vaticano prepara uma “Igreja Católica falsa”, denuncia cardeal

9ª Assembleia dos Representantes Católicos, ficção criada pelo governo comunista não reconhecida por Roma. Uma “Igreja Católica fake (falsa)” vinha sendo preparada pelo regime comunista chinês, que tentava obter para isso uma chancela do Vaticano. Por sua vez, o Cardeal Joseph Zen, Arcebispo emérito de Hong Kong, denunciou o andamento do acordo entre a Santa […]

China: a maior reforma agrária da História

Era preciso tirar a China comunista da miséria e estagnação. E em 1957 o líder comunista Mao Tsé Tung lançou o chamado Grande Salto Adiante, um inumano esforço igualitário para tirar a economia socialista daquela situação. Foi de um desastre para outro muito pior. Mao descobriu que o país andava sobe duas pernas: a industrial […]

Mao Tsé-Tung: “A revolução não é uma festa”

Mao Tsé-Tung morreu há quarenta anos.
Maria João Marques recorda a vida e o legado do “grande timoneiro” e explica porque os chineses pouco choraram a sua morte.

Quando na manhã de 9 de setembro de 1976, há quarenta anos, os autofalantes espalhados pelas ruas das cidades chinesas informaram, “com a mais profunda tristeza, que o Camarada Mao Tsé-Tung, o nosso estimado e amado grande líder”[i] morrera durante a madrugada, dias depois do seu terceiro ataque cardíaco em quatro meses, os chineses não ficaram surpreendidos. Durante os milénios da história chinesa os fenómenos naturais haviam sido sempre obedientes a informar as populações sobre a manutenção, ou não, do mandato do Céu pelos governantes. Inundações, terramotos e colheitas destruídas? Eram sinal inequívoco de que a dinastia perdera o favor do Céu e que as populações, seguindo os ensinamentos de Mêncio, poderiam substituir os governantes que tinham perdido a virtude.

China: cardeal ataca a falsa “pax” sino-vaticana; Xi Jinping sugere mais repressão a opositores

Se por acaso for afirmado um acordo entre a China comunista e a Santa Sé, ele virá com “a aprovação do Papa”. Mas nem mesmo nesse caso os fiéis estarão obrigados a levá-lo em consideração, se julgarem “em consciência” que é “contrário à fé”, instruiu o Cardeal Joseph Zen, arcebispo emérito de Hong Kong, noticiou o site “Vatican insider”.

O Cardeal lidera a resistência católica à falsa “pax sino-vaticana” que parece estar tomando forma durante encontros silenciosos de funcionários comunistas chineses com representantes do Vaticano com o aval do Papa Francisco.

O alto prelado salesiano exortou os católicos chineses a adotar uma atitude de resistência diante de acordos e praxes pastorais combinados entre Pequim e o Vaticano, ainda que aprovados pelo pontífice romano.

China: tráfico de vacinas vencidas e perigosas apavora a população

O caso não era novidade alguma, mas os protestos foram tantos que o governo fingiu reprimir.

Milhões de chineses descobriram estarrecidos que estavam sendo vacinados com substâncias ineficazes e até perigosas, noticiou o jornal “Le Monde”.

As autoridades chinesas anunciaram a prisão de uma farmacêutica e de sua filha, que vendiam há cinco anos vacinas vencidas ou mal conservadas, avaliadas em 307 milhões de reais.

China: da Grande Muralha de pedra à “Muralha de Fogo”

Protesto em frente à New York Public Library, pedindo liberdade de expressão e fim da censura na China.

O escritor Murong Xuecun, que morou em Lhasa, capital do Tibete, estava conversando com um amigo chinês, que lhe perguntou: “Você sabia que os tibetanos estão ateando fogos em si mesmos?”

China declara “ciberguerra”

Mais de 40 mil homens trabalham para modelar a Internet segundo deseja Pequim.

O Exército Popular de Libertação da China comunista tornou público que entraria na “guerra digital”, registrou a revista Atlantico.

O pretexto alegado foi que “forças hostis do Ocidente e uma minoria de traidores ideológicos” apontados com o dedo são “inimigos” que usam a Internet para atacar o Partido Comunista Chinês.