A maior greve da história da China

Seu tênis é Adidas, Nike, Converse, Puma, Asics ou New Balance? Pagou mais, ou menos por ele? Pouco importa, pois todos saem do imenso conglomerado Yue Yuen Industrial Holdings de Dongguan, na China. A super-fábrica faz toda espécie de tênis para as grandes marcas internacionais.

O capital é taiwanês, mas os operários produzem no regime de escravidão que impera na indústria chinesa, com salários miseráveis e condições de trabalho inaceitáveis em outros países.

China: “política do filho único” continua, apesar do discurso oficial

A lei da planificação familiar vem sendo aplicada com extremos de desumanidade desde 1979 e teria impedido 400 milhões de crianças de nascer.

O Partido Comunista da China anunciou que flexibilizará o controle da natalidade da população, a “política do filho único”, que dizima o país há 34 anos, informou a Folha de São Paulo.

A decisão e outras ordens emitidas pelo Comitê Central do Partido Comunista chinês, na primeira reunião geral sob o comando do novo presidente Xi Jinping, foi divulgada pela agência de notícias estatal Xinhua.

Segundo a Xinhua, os casais estão autorizados a ter dois filhos, se um dos cônjuges for filho único.

China: 2 milhões de censores da internet

Uma mensagem indesejada publicada na internet chinesa pode levar apenas cinco minutos para ser deletada, e, no máximo, 24 horas.

A China tem dois milhões de pessoas vigiando a internet, contingente maior que o das Forças Armadas do país, informou a Folha de São Paulo. O número foi divulgado pelo jornal estatal Beijing News.

Ele oferece uma rara pista para dimensionar o exército secreto usado pelo governo para controlar e censurar a rede dentro do país e no exterior.

China: socialismo induz desespero, suicídios e revoltas de camponeses

Dirigindo numa movimentada estrada, Tang Huiqing mostrou o terreno onde ficava a oficina de sua irmã.

Quatro anos atrás, funcionários do governo informaram à irmã de Tang que Chengdu estava se expandindo em direção ao campo e que sua aldeia precisava ceder espaço à cidade, noticiou o ‘The New York Times’.

Agricultora que já havia passado pela transição para o trabalho industrial, a irmã de Tang construiu uma pequena oficina para trabalhar com o marido. Os funcionários a informaram de que a estrutura seria demolida.

China: presidente recrudesce opressão comunista e expurga dissidência

Um documento interno do PCC – Partido Comunista da China – acaba de alertar os chineses para os perigos dos “valores ocidentais”.

A iniciativa é do próprio presidente Xi Jinping, que assumiu a liderança do partido em novembro do ano passado, segundo o New York Times.

O “Documento Número 9” enumera os sete perigos maiores voltados contra o poder do PC. O primeiro seria a “democracia ocidental constitucional”.

Os outros incluem “valores universais”, direitos humanos, liberdade de imprensa, conceitos “neoliberais” de economia de mercado e críticas “niilistas” à história do Partido Comunista.

“Forças ocidentais hostis à China e dissidentes dentro do país continuam infiltrando constantemente a esfera ideológica”, diz o texto.

A linha dura da nova liderança decepcionou os liberais e até ex-dirigentes moderados, que esperavam mudanças com a ascensão de Xi Jinping.

Negócios da China “loucamente ruins”

A falsificação não se deve a erros de cálculo, mas a um desígnio de hegemonia mundial que os chefes chineses herdaram do patriarca marxista Mao Tsé Tung.


Se os números de Balding estiverem certos, a China está à beira de uma monumental crise. 

 

Christopher Balding, professor na HSBC Business School da Universidade de Pequim, denunciou que mais de um trilhão de dólares contabilizados no PIB oficial chinês pura e simplesmente não existem.

Ele argumenta com dados convincentes: o PIB chinês está distorcido e cálculos prudentes apontam um número bem menor, noticiou o ‘World Affairs‘.

Balding se apoia no trabalho de Stephen Green, do Standard Chartered Bank, um dos primeiros a denunciar que a China superdimensiona o seu PIB ao manipular os dados da inflação, e que a economia chinesa só cresceu 5,5% no último ano e não 7,8% como reza a vulgata oficial.

China: comércio de órgãos humanos se apoia em execuções capitais

chinacondenadosA Sra. Zhang pagou quase 75.000 euros (R$ 225.000 aprox.) a fim de obter em Xangai um fígado para seu marido alcoólatra.

Ela não ignora que esse órgão foi tirado de um condenado à morte: “A maioria dos órgãos provém de criminosos e nós o obtivemos por decisão de um tribunal de Justiça”, explicou ela, segundo notícia do jornal “Le Monde”.

A esposa de um outro paciente do hospital Ruijin acabava de pagar por volta de 36.000 euros por um fígado e também respondeu: “O doutor disse que o órgão era de um prisioneiro”.

Todo ano há oficialmente na China 10.000 transplantes de órgãos, 65% dos quais, em 2009, provinham de condenados a morte. Um chefe de serviço de um grande hospital de Xangai contou sob anonimato que a proporção atingia 80%.

A China e a economia livre

Em outubro de 2011, o presidente do Instituto Mises (EUA), Doug French, escreveu um artigo intitulado “O modelo chinês é insustentável”. Ele questionou se a China era mesmo o gigante capitalista “que todos pensam que é”. Evidenciando a China como uma economia vacilante e citando o livro Red Capitalism: The Fragile Foundation of China’s Extradordinary Rise (NT.: “Capitalismo vermelho: A frágil base do extraordinário crescimento chinês”) do autor J. T. Howie, French explicou que o capitalismo chinês conta com um sistema financeiro de tipo soviético. É um sistema de não-mercado funcionando às avessas, pois é o Partido Comunista quem forja a oferta e a procura: existem “bancos zumbis e corporações lideradas pelos camaradas do partido que só estão lá para desperdiçar o capital”. E desperdiçar é o que eles fazem.

As perdas financeiras decorridas da construção de cidades que ninguém precisa ou da fomentação de investimentos que não trarão retorno são coisas que terão necessariamente um fim catastrófico. O estado comunista de um partido só é problemático porque a mentalidade daqueles que estão no comando é fundamentalmente oposta ao mercado. Portanto, o conceito de uma China capitalista portadora de uma economia de livre mercado é necessariamente errôneo. Assim se segue que a ideia de um milagre econômico chinês deve ser igualmente errônea.

China perde o controle da sua economia Frankenstein

O mundo aceitou cada vez mais a ideia de que os líderes chineses são administradores hábeis da colossal economia do país.

E parece ter-se enganado, escreveu William Pesek, correspondente em Tóquio do Bloomberg News.

Sucessivas medidas do presidente do Banco da China, Zhou Xiaochuan, de início foram aclamadas como golpes de batuta de um mestre. Mas, quando elas viraram uma espiral de marchas à ré e de mudanças de rumo, semearam mal-estar e sugeriram que as finanças do gigante comunista podem ser comparadas a um Frankestein fora de controle.

Frotas pesqueiras chinesas pilham oceanos, incluindo costas brasileiras

Pilhagem dos mares. A expressão pode parecer por demais forte, decididamente exagerada e cheia de preconceito. Entretanto, ela foi lançada pelo cotidiano parisiense de tendência socialista Le Monde, próximo ideologicamente do regime de Pequim.

De fato, não há outra expressão para qualificar o gigantesco saque dos mares realizado pelas frotas de pesqueiros chineses, segundo estudo internacional coordenado pelo renomeado biólogo Daniel Pauly, da Universidade de Columbia-Britânica.

O estudo colocou em números a fabulosa depredação de um recurso alimentar fundamental para o gênero humano, o qual está diminuído de modo preocupante pela descontrolada exploração ordenada pela ditadura de Pequim.