Eleições nos EUA: mentiras e mais mentiras, ou: O que os olhos não lêem…

Informar-se requer interesse e esforço. Quem lê O Globo e congêneres não se informa, pois essa turma segue a política de desinformação da mídia americana. A mídia moderna é uma versão perfeita do Ministério da Verdade do livro do Orwell, 1984 — quem leu vai me compreender perfeitamente. E como o Mídia Sem Máscara foi concebido para desmascarar a máquina de desinformação global, vamos à verdade.

Começo me desculpando. Sinto jogar água na fervura dos leitores d’O Globo e dos meios de notícia em geral, mas a verdade é que Barack Hussein Obama não é o mocinho que a mídia representa, nem Hillary é partidária de política “água com açúcar.”

O phone-gate de Hillary: uma ameaça real

O maior desertor soviético, general Ion Mihai Pacepa, explica porque Hillary Clinton não pode ser presidente


Nota do editor do WND:
o general Ion Mihai Pacepa é o mais alto oficial de inteligência soviético que desertou para o Ocidente. Ele expôs as mentiras e os crimes em massa e a corrupão do seu ex-chefe, o presidente romeno Nicolae Ceausescu, levando o ditador a um colapso nervoso e o motivando a oferecer recompensas de milhões de dólares pela cabeça de Pacepa e a mandar esquadrões de assassinos para os Estados Unidos para matar o seu ex-chefe de espionagem. Ceausescu não teve sucesso. Pacepa hoje vive sob identidade secreta nos Estados Unidos como um orgulhoso cidadão americano.

Pacepa escreveu com o professor Ron Rychlak o livro Disinformation: Former Spy Chief Reveals Secret Strategies for Undermining Freedom, Attacking Religion, and Promoting Terrorism, publicado pelo WND Books, que também deu origem ao premiado documentário Disinformation: The Secret Strategy do Destroy the West. Atualmente, um filme baseado no livro Disinformation está sendo produzido em Hollywood.

Trump desmascara Hillary no debate da CNN


O candidato republicano Donald Trump decidiu fazer o certo: desmascarou Hillary Clinton e sua gangue no debate da CNN, realizado neste domingo, 09 de outubro.

EUA: Chefe do Estado Maior Conjunto rejeita ordem de Obama


O General Joseph Dunford, chefe do Estado Maior Conjunto, rejeitou ordem de Obama para
compartilhamento de inteligência sobre a Síria com a Rússia, o que traria riscos à segurança dos Estados Unidos.

O chefe do Estado Maior Conjunto (JCS, na sigla em inglês) e general dos Fuzileiros (Marines), Joseph Dunford, chegou onde nenhum presidente do JCS jamais foi! Sem surpresa, foi preciso que um general Marine enfrentasse o presidente Barack Obama, na esteira de mais uma de suas duvidosas decisões de segurança nacional.

Quem manda é ela

Em política – e não só nos EUA – uma das questões perenes é a de saber como abordar a presença e a eventual influência da família dos políticos e, em especial dos cônjuges. Havendo nesta actividade, como se sabe, ainda mais homens do que mulheres, é então sobre namoradas, esposas, companheiras de deputados (senadores, representantes), governadores… e presidentes que as atenções mais recaem. E afirmar que a elas caberá sempre uma posição secundária já não tem fundamento quando se vê qual foi o percurso de Hillary Clinton depois de ter sido primeira-dama do Arkansas e, depois, do país: senadora, candidata à presidência, secretária de Estado e, novamente candidata à presidência… e, desta vez, nomeada pelo seu partido.

Mike Pence: “Trump é pró-vida e irá nomear bons juízes para a Suprema Corte”


Em todo o país, os eleitores pró-vida têm uma decisão a tomar nesta eleição. Será que eles confiam em Donald Trump o suficiente em questões pró-vida para votar nele contra a notória ativista do aborto Hillary Clinton? Em uma nova entrevista, o companheiro de chapa pró-vida de Trump, Mike Pence diz que os eleitores pró-vida podem ter certeza de que Trump é pró-vida.

Giuliani: Hillary Clinton ajudou a criar o ISIS

Depois que Donald Trump sugeriu uma proibição temporária da imigração muçulmana no ano passado, críticos como Hillary Clinton disseram que ele iria tornar-se uma criança de poster (1) para o recrutamento do ISIS com uma retórica extremista como esta. Mas de acordo com o ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, é Hillary – não Trump – quem tem responsabilidade pelo Estado Islâmico. Em entrevista ao The O’Reilly Factor na quarta-feira, Giuliani disse que ela teve sua chance de parar o ISIS antes que ele começasse. Em vez disso, ela facilitou o seu crescimento.

“Ela ajudou a criar o ISIS”, disse Giuliani. “Quero dizer, Hillary Clinton poderia ser considerada um dos membros fundadores do ISIS.”

As eleições nos EUA

Madeleine, enquanto sacerdotisa de Satã, só tem poder mesmo de mandar suas colegas feministas aos infernos, pois as demais estão a salvo. Não se rederam ao papo demoníaco do sexismo.

É evidente que as prévias das eleições norte-americanas estão despertando emoções consideráveis em todo o mundo. A esquerda está em pânico com a possibilidade de Donald Trump ganhar as eleições, o que mudaria o eixo de poder mundial em desfavor da agenda dita “progressista”. Trump será talvez o candidato mais claramente engajado contra o politicamente correto, contra o esquerdismo e o estatismo presentes no Partido Democrata.

A propósito, a disputa entre os democratas não está fácil, pois a favorita Hilary Clinton não decola. É provável que terá a legenda, mas há muita incerteza no caminho. A Sra. Clinton congrega as esperanças das feministas e dos globalistas de forma apaixonada. É possível ter um vislumbre desse fato no artigo publicado pela Madeleine Albright (Meu momento não diplomático). Quase me havia esquecido dela, uma velhota infernalmente feia e antipática que Bill Clinton transformou em secretária de Estado no seu malfadado governo.

A jihad oculta nos Estados Unidos


Yusuf Ibrahim. Não há fotos disponíveis para o público de suas vítimas, que permanecem sem rosto e sem traços característicos.

A polícia e a imprensa fizeram um trabalho incrível de investigação sobre a vida e a motivação de Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik, o casal que massacrou 14 pessoas em 2 de dezembro em San Bernardino, Califórnia.

Ficamos conhecendo suas famílias, os históricos dos estudos e empregos pelos quais passaram, viagens, casamento, opiniões e seus preparativos para o ataque. Acima de tudo, a dimensão do engajamento dá a entender que estamos a par que o casal tinha intenções jihadistas, ou seja, eles atacaram conforme seu papel de muçulmanos devotos disseminando a mensagem, lei e soberania do Islã.

Considerações importantes sobre Trump e a jihad

Pare de dizer que as declarações de Trump prestam um desserviço aos conservadores e dão munição gratuita à esquerda. Se você pensa isso é porque está vivendo na camisa de força imposta por eles sem nem mesmo perceber.

Recentemente, meu querido amigo Rodrigo Constantino me marcou em um post sobre Donald Trump, atualmente o nosso maior ponto de divergência – que encaro saudavelmente. Chamando o candidato republicano de “bufão”, Rodrigo disse que minha razão está turvada no caso por conta da minha amizade e parceria comercial (não somos sócios) com Trump.

Deixo a critério do leitor se estas são ponderações de alguém com a razão turvada, aproveitando a oportunidade para responder a toda mídia de esquerda: