Terrorismo islâmico: jamais aceitá-lo como o “novo normal”

O “novo normal”? Polícia ajuda sobreviventes do atentado terrorista na London Bridge, 4 de junho de 2017. (Foto de Carl Court/Getty Images) Quando ocorrem ataques terroristas, é comum ouvirmos da mídia ocidental e da classe política que devemos aceitar os ataques terroristas como o “novo normal.” Para os cidadãos do Ocidente esta é uma frase […]

Líderes Europeus: como sonâmbulos rumo ao desastre

Viver o aqui e agora: os líderes mais importantes da Europa não têm filhos, entre eles estão a chanceler alemã Angela Merkel (à esquerda) e Mark Rutte (à direita), primeiro-ministro da Holanda. (Imagem: Ministro-presidente Rutte/Flickr) Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como nos dias de hoje. Eles são modernos, de mente aberta, […]

A invasão islâmica na Europa

Claudia Wild apresenta o programa A Hora da Europa, diretamente da Alemanha. Ela conta as modificações sociais e culturais que o continente europeu vem passando após a recente onda de invasores islâmicos que ameaçam de maneira definitiva o futuro da Civilização Ocidental, com o patrocínio da União Europeia e outras organizações globalistas. www.radiovox.org

A reabilitação dos Habsburgos na Hungria

Em setembro de 1944, um verdadeiro rolo compressor soviético submerge a Hungria, esta monarquia sem rei dirigida desde 1º de março de 1920 pelo almirante Miklós Horthy de Nagybánya. Sufocado entre seus aliados nazistas e as tropas de Stalin, Horthy vê seu regime autoritário e nacionalista vacilar sob os golpes da foice e do martelo. No dia 13 de fevereiro de 1945 Budapeste cai depois de um mês de cerco. Os comunistas ocupam o país, votam pela queda dos Habsburgos e proclamam em seguida a república. 27 anos depois da queda do muro de Berlim a Hungria se reconcilia com seu passado e reabilita sua dinastia real. Um Habsburgo hoje poderia novamente cingir a coroa de Saint-Etienne?

PS francês em fase de liquidação

O Partido Socialista sai despedaçado dos cinco anos do catastrófico governo de François Hollande. Nas primárias abertas do Partido Socialista (PS) francês, cujo segundo turno foi realizado ante-ontem, se impôs Benoît Hamon (49 anos). Ele obteve 1.196.253 votos (58,72%) enquanto que o vencido, o ex-primeiro-ministro Manuel Valls (54 anos), obteve 841.310 votos (41,28%). Entretanto, o novo candidato oficial do Partido Socialista, um efêmero ex-ministro da Educação (durou no cargo 147 dias), tem poucas possibilidades de ser eleito presidente da República em abril-maio próximo. Uma sondagem realizada no mesmo domingo mostra que Hamon só conseguiria entre 13% e 15% das intenções de voto durante o primeiro turno da eleição presidencial, quer dizer, que ocuparia a quarta ou quinta posição, atrás dos outros candidatos.

Alemanha: é o começo do fim da Era Merkel?

A chanceler alemã Angela Merkel sofreu um duro golpe em 4 de setembro, quando o partido anti-imigração Alternativa para Alemanha (AfD) ficou à frente da União Democrata Cristã (CDU) nas eleições em seu estado natal Mecklenburg-West Pomerania.

Europa: a substituição de uma população

Sai o velho, entra o novo… A Europa, conforme vai envelhecendo, já não renova suas gerações e em seu lugar saúda o ingresso de um enorme contingente de migrantes provenientes do Oriente Médio, África e Ásia que irão substituir os europeus nativos e que trarão culturas com valores radicalmente diferentes em relação a sexo, ciência, poder político, cultura, economia e a relação entre Deus e o homem.

Em uma geração a Europa ficará irreconhecível.

Mortes excedendo nascimentos podem parecer ficção científica, mas já são a realidade da Europa. Simplesmente aconteceu. No ano de 2015 houve 5,1 milhões de nascimentos na União Europeia, ao passo que 5,2 milhões de pessoas morreram, significando que a UE pela primeira vez na história moderna registrou um crescimento vegetativo negativo. Os dados foram divulgados pela Eurostat (departamento que cuida da estatística da União Europeia), responsável pelo recenseamento da população europeia desde 1961. Portanto é imbuída de caráter oficial.

Suécia: ataques sexuais fazem do verão um inferno

Cenas de um festival de música em Malmö no verão de 2015…
Esquerda: quatro jovens cercam e atacam sexualmente uma jovem. Direita: policiais prendem um suspeito enquanto vítimas de abuso sexual choram se lamentando em segundo plano. O fotógrafo relatou que meninas suecas foram atacadas sexualmente por grupos de jovens de “background estrangeiro”.

Na esteira dos ataques na Passagem do Ano Novo em Colônia na Alemanha, um furo de reportagem na Suécia denunciou a ocorrência de um enorme número de ataques sexuais contra mulheres e meninas no festival de música “Nós Somos Sthlm” (abreviação de Estocolmo) em 2014 e 2015, mas que tinha sido acobertado tanto pela polícia quanto pela mídia. O Comissário de Polícia Nacional Dan Eliasson imediatamente lançou uma investigação para constatar a extensão do problema.

França: magro arsenal jurídico contra o jihadismo

Há quatro meses das eleições primárias da direita e há nove meses da eleição presidencial, Hollande e Valls querem despedaçar o campo da direita, e atrair de novo o redil socialista a seus aliados habituais, comunistas, verdes e radicais.


A lassidão e a cegueira oficial continuam vigentes na França. Insensível ao clamor popular que pede mão dura contra o terrorismo islâmico, especialmente após a matança de 84 pessoas em Nice, o presidente François Hollande freou, através de seu primeiro-ministro Manuel Valls, tudo o que pôde para que o novo plano de segurança, negociado com a oposição na Assembléia Nacional, seja magro e mesquinho. Após sete horas de acalorado debate parlamentar com a direita, o compromisso que saiu disso só consta de três pontos: o prolongamento do estado de urgência até janeiro próximo, a possibilidade de realizar invasões domiciliares sem permissão de um juiz e a possibilidade de explorar os dados que se encontrarem em computadores e telefones apreendidos.

França: de novo o horror islâmico


“Devemos mudar o marco, a filosofia, a política e a dimensão do combate contra o terrorismo”

“Desde o atentado contra Charlie Hebdo, em janeiro de 2015, sete atentados ensangüentaram o país e 250 pessoas foram assassinadas.”

Desta vez não houve só um dia de unidade nacional. Horas depois do bestial atentado em Nice, que ceifou a vida de 84 pessoas inocentes (inclusive 10 crianças) e deixou 202 feridos (16 entre a vida e a morte até o momento de escrever este artigo), a oposição acusou o presidente socialista François Hollande, e seu primeiro-ministro Manuel Valls, de haver cometido os graves erros em matéria de segurança pública que desembocaram nesta nova tragédia.