Religião


A farsa se repete: a “Rússia cristã”, de Stalin a Vladimir Putin

A “nova Rússia” está extremando seus artifícios para tentar cativar cristãos e conservadores no Ocidente.


O curioso é que essa artimanha não é nova. Já foi tentada pelos serviços secretos soviéticos em outras circunstâncias, notadamente nos tempos de Stalin, a quem Vladimir Putin se refere como seu modelo de governante.

Rússia: cada vez mais agressiva contra a liberdade religiosa, aponta relatório

USCIRF – Press release Nota do ICC – International Christian Concern: Como a Rússia continua a violar incessantemente a liberdade religiosa, a Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa (USCIRF), ao divulgar seu relatório anual de 2017, recomenda que a Rússia seja categorizada como um país de particular interesse. Os sistemas jurídico e judicial da […]

Estado Islâmico destruiu quase 12 mil casas de cristãos no Iraque

Voz dos Mártires – Portugal A revelação é de um estudo realizado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, junto de refugiados iraquianos: quase 12 mil casas foram danificadas e cerca de 700 completamente destruídas nas aldeias cristãs na Planície de Nínive, no Iraque, pelo auto-proclamado Estado islâmico. A fundação fez uma estimativa dos custos […]

Livros revelam bastidores da omissão do Vaticano II sobre o comunismo

O vaticanista Andrea Tornielli, (“Paolo VI. L’audacia di un Papa”) trouxe nova luz sobre a omissão da condenação explícita do comunismo pelo Concilio Vaticano II, segundo o escritor Antonio Socci no diário “Libero”. Tornielli publicou carta inédita do cardeal Tisserant, de 22.8.1962, confirmando o acordo entre representantes do Vaticano e da Rússia soviética para impedir […]

Ostpolitik: o capitulacionismo vaticano ante o comunismo aos olhos de um historiador


Observadores do Patriarcado de Moscou, na verdade agentes da KGB disfarçados, chegam para vigiar
que o Vaticano II cumpra a promessa de não condenar o comunismo.


A política de aproximação do Vaticano com o comunismo, ou Ostpolitik, iniciada na década de 1960 sob o bafejo de João XXIII e Paulo VI, não só não deu os resultados esperados, mas se revelou desastrosa para os católicos sob a tirania marxista, escreveu George Weigel, pesquisador do Centro de Ética e Política Pública, de Washington. Seu artigo foi reproduzido no site da insuspeita Unisinos.

O Papa e a Guerra Santa

Papa Francisco (direita), disse recentemente: “eu não estou falando de uma guerra de religiões. As religiões não querem guerra”, e “eu acredito que não é justo igualar o Islã com a violência. Não é justo e não é verdade”.
Hassan al-Banna (esquerda), fundador da Irmandade Muçulmana, escreveu que “o Nobre Alcorão nomeou os muçulmanos como guardiões da humanidade, que ainda não atingiu sua maioridade, e lhes concede os direitos de suserania e domínio sobre o mundo a fim de realizar esta sublime tarefa.”

Na manhã de 26 de julho, o Padre Jacques Hamel de 85 anos de idade foi assassinado no altar a facadas, enquanto celebrava a missa, por um dos dois devotos do Estado Islâmico que haviam invadido a igreja. O assassino cortou sua garganta e poderia muito bem tê-lo decapitado, como é o costume de muitos carrascos jihadistas. Os seguidores de uma fé que glorifica os assassinos como mártires (shuhada’) criaram um mártir de fé completamente diferente.

O Papa cedeu a Europa ao Islã?

Em 2006, o Papa Bento XV (esquerda) ressaltou que nenhum Papa jamais ousou dizer que há um elo entre violência e Islã. Dez anos depois o Papa Francisco (direita) jamais invoca pelo nome os responsáveis pela violência anticristã e nunca menciona a palavra “Islã”.
(imagem: Benedict: Flickr/Igreja Católica da Inglaterra | Francis: Wikimedia Commons/korea.net)

Ao desenrolarmos a lista das viagens apostólicas do Papa Francisco — Brasil, Coreia do Sul, Albânia, Turquia, Sri Lanka, Equador, Cuba, Estados Unidos, México, Quênia, Uganda, Filipinas — poder-se-ia dizer que a Europa não está exatamente no topo da sua agenda.

O isentão gospel também existe

Valnice Milhomens, Marina Silva e Ed Rene Kivtiz

Na obra clássica de Dante Aligheri, “Divina Comédia”, o inferno é divido em 34 moradas, que são ocupadas de acordo com a gravidade dos pecados cometidos pelos condenados.

ISIS enterra em vala comum mulheres mais velhas não-muçulmanas que não quiseram estuprar

Essas mulheres não eram consideradas úteis como escravas. Elas não seriam úteis para um jihadista buscando “adorar” a Allah por meio do estupro das não-islâmicas, autorizado pela doutrina islâmica. Então, foram assassinadas.

Esta é, infelizmente, uma conseqüência da visão islâmica sobre os não-muçulmanos e sobre as mulheres praticada pelo ISIS. Essas mulheres iazidis foram desafortunadas o suficiente para serem ambos. Elas também eram um pouco mais velhas. Então elas não tinham nenhuma utilidade para seus captores do ISIS e foram assassinadas.

Tufos de cabelos e fragmentos de ossos saiam grotescamente para fora da vala. Estima-se que quase 80 mulheres estejam enterradas nesta vala comum, com idade entre 40 e 80 anos de idade. Os corpos são de mulheres Yiazidis, assassinadas pelos açougueiros do Estado islâmico.

Islamismo: uma crença leviana e tirânica

Muitos católicos são ludibriados pela versão enganosa de que o islamismo é uma das três grandes religiões monoteístas, como se estas quase se equivalessem.

Os atentados de Paris chocaram o mundo. Imediatamente se reavivou o debate sobre o terrorismo de inspiração islâmica. Diversos líderes mundiais, comentaristas, analistas políticos, passaram a repetir à exaustão algo que já se vai tornando um realejo, sempre que a opinião mundial é abalada por algum grande atentado, como os de Paris, Nova Iorque, Londres, Madrid, Mumbai, Bali, etc.: os terroristas não representam o Islã. Será isto verdade?

A questão islâmica pode ser debatida sob muitos aspectos. Debruço-me, neste post, em apenas um deles, que considero de fundamental importância: a natureza da crença religiosa do islamismo. Já tive oportunidade de abordar em outro post a influência que as correntes revolucionárias modernas exercem nos movimentos islâmicos que travam sua guerra cultural e militar contra o Ocidente.