Terrorismo


FARC contra a Colômbia: A eminência parda de tudo isso

Os senhores do Secretariado das FARC se vêem muito contentes nesses dias. Enfundados em suas camisetas verde-branca, símbolo da grande pureza que os habita, e alinhados no palanque improvisado de sua X Conferência, nos Llanos del Yari, os chefes do terrorismo na Colômbia acreditam que triunfaram. Todo mundo lhes diz isso. Os 400 jornalistas estrangeiros e colombianos que foram parar nesse fim de mundo para cobrir a parte visível do evento, não pouparam elogios e los bajulam: vocês são fortes e ganharam, explicam. Em Bogotá, os altos amigos secretos de Timochenko repetem esse mesmo refrão nos coquetéis.

Terror islâmico, 15 anos após o 11 de Setembro

Ao se completar 15 anos dos audaciosos ataques terroristas perpetrados pela rede Al-Qaeda em 11 de setembro de 2001, nas cidades de Washington e New York, há elementos de juízo suficiente para avaliar a dinâmica do terrorismo islâmico contra os “infiéis” ocidentais e os “apóstatas” muçulmanos.

 

Durante este agitado lapso, não só a rede Al-Qaeda se fortaleceu, senão que surgiu de seu seio o auto-denominado Estado Islâmico (ISIS), muito mais radical e violento do que seu gestor. Hoje, este novo grupo constitui uma séria ameaça contra a liberdade humana, e por suas conotações geopolíticas e estratégicas poderia ser a chispa que inicie uma conflagração maior no sempre convulsionado Oriente Médio.

Colômbia: o cavalo de Tróia do “acordo de paz” com as FARC

Nada do que se escreve aqui é novo, pois o Partido Comunista e as FARC o ressarciram desde sempre. Preocupa, em contraste, a miopia político-estratégica dos que deveriam por competência de seus cargos impedir que isto aconteça.

Há um assunto espinhoso que contrasta com o alvoroço de suposto otimismo que destilam o governo Santos, os comissionados de paz e os “amigos da paz”, frente à recente imposição unilateral das FARC de impedir operações militares sobre suas guaridas, mediante o habilidoso estratagema do cessar fogo bilateral: é o cavalo de Tróia com a implementação dos acordos de paz com as FARC, que não tem limites no tempo e que pressupõe que as guerrilhas continuarão armadas, pois o acordado é que “iniciem” a deixar as armas quando se assine a paz definitiva, não quando se assine o fim do conflito.

O “Daesh” põe o Brasil na berlinda


Jihad Ahmad Diyab

E chegou a vez do Brasil. Apesar de ser o refúgio preferido de terroristas durante a malfadada era PT, nunca antes tivemos notícia do terrorismo islâmico por nossas plagas. Mas o Daesh, ou Estado Islâmico (EI), liberou seus “soldados” para agirem também aqui, uma vez que entre os dias 5 e 21 de agosto receberemos milhares de europeus de países considerados inimigos, para a realização das Olimpíadas.

Líder terrorista: “ISIS tem agentes infiltrados nas principais cidades do Ocidente”

Abu Ansari afirmou que esses agentes infiltrados, os muhadins, em geral trabalham como funcionários comuns nas estações de metrô e nos aeroportos, incluindo áreas de segurança, das principais cidades ocidentais.

Vencendo uma guerra não convencional


A desvantagem vai para o lado que age de acordo com as Convenções de Genebra
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A guerra é – e sempre será – um inferno. A Lei de Conflito Armado não pretende mudar isso – mas apenas torná-la um pouco menos infernal. Há armas com cujo uso você não concorda. Em troca, o seu inimigo não usa essas armas contra você. Você trata humanamente os combatentes capturados. Você espera o mesmo quando os seus soldados são feitos prisioneiros.

Jihad Global do ISIS – 7 a 14 de janeiro

Homem armado se aproxima de carro da polícia de Filadélfia e atira no policial Jesse Hartnett, em 8 de janeiro.
O criminoso afirma que agiu em favor do ISIS.

Indonésia
Em 14 de janeiro, os terroristas do ISIS atacaram um centro comercial lotado em Jacarta, incluindo um café Starbucks, matando, pelo menos, dois e ferindo 24. “Foi o primeiro grande ataque em Jacarta desde os ataques simultâneos de 2009 nos hotéis JW Marriott e Ritz-Carlton, que deixaram sete mortos. Desde então, o governo secular tem feito grandes incursões em resposta aos grupos terroristas em um país asiático, onde cerca de 87% dos seus 255 milhões de habitantes são muçulmanos.”

O preço da tolerância: ISIS trouxe armas de destruição em massa para a Europa

Especialistas alertam que armas de destruição em massa “foram trazidas sem serem detectadas” para a União Européia.

O ISIS recrutou especialistas com formação em química, física e ciência da computação para travar uma guerra com armas de destruição em massa contra o Ocidente, afirmou um chocante relatório do Parlamento Europeu.

A organização terrorista, de acordo com o documento informativo, “pode estar planejando tentar usar armas de destruição em massa proibidas internacionalmente em ataques futuros”.

Terrorismo, problema internacional

Todos os grupos narco-terroristas do mundo coincidem em catalogar os Estados Unidos e em geral a civilização ocidental, como satãs que impedem a concretização de seus projetos totalitários a longo prazo.

Em 15 de setembro de 2015, o coronel da reserva ativa do Exército Nacional da Colômbia, Luis Alberto Villamarín Pulido, foi entrevistado pelo jornalista Ismael Cala da cadeia CNN em Espanhol, para analisar temas relacionados com o terrorismo internacional, a crise fronteiriça gerada pela Venezuela contra a Colômbia, o aumento das ações demenciais do ISIS contra a humanidade no Oriente Médio e a apresentação informal de três dos 26 livros publicados até a data pelo coronel Villamarín com relação à geo-política, a estratégica, a defesa nacional e a análise do terrorismo, temas de sua especialidade.

Em termos gerais, o entrevistado pontuou:

1. O terrorismo causa mais danos à população civil que as forças de segurança que combatem contra os grupos terroristas.

2. O comunismo e o islamismo extremista são as duas vertentes do narco-terrorismo internacional que assediam a humanidade no século XXI.

Os parlamentares petistas e a lei anti-terrorismo

A tentativa desesperada dos senadores do PT em proteger os movimentos sociais criminosos da lei anti-terror.

O Senado brasileiro está para votar o projeto da chamada lei anti-terrorismo. Seu texto é uma resposta a uma pressão internacional, que, de alguma maneira, exige que os países tenham regras eficazes para combater o terror. O objetivo é, principalmente, que esses países não sirvam de lugar propício para abrigar organizações terroristas que os usem como quartel-general para coordenar atos de violência no restante do mundo e como via para lavagem de dinheiro.

Por ainda não ter aprovado essa lei, o Brasil sofre o risco de sofrer sanções e é esta a principal preocupação de alguns componentes do governo. No entanto, há outros atores políticos que estão preocupados com o contrário e suas razões não são tão simplórias, nem tão virtuosas como se espera.