Terrorismo


O Estado Islâmico – desvendando o Exército do Terror


Os cristãos que vivem nas áreas dominadas pelo Estado Islâmico têm apenas três opções: se converterem ao islamismo; pagar um imposto religioso (o jizya); ou morrer.

Militantes do Estado Islâmico estariam sendo contrabandeados para a Europa pelas gangues que operam no Mar Mediterrâneo, segundo uma fonte do governo líbio declarou à BBC.

Cristãos, yazidis e turcos estão entre os mais perseguidos pelo Estado Islâmico, grupo dissidente da Al Qaeda que ocupou grandes partes do território do Iraque e da Síria. Eles estão mirando sistematicamente homens, mulheres e crianças baseados em sua filiação religiosa ou étnica e estão realizando impiedosamente uma limpeza étnica e religiosa generalizada nas áreas sob seu controle.

O Estado Islâmico surgiu em 2006 depois da invasão dos EUA e seus aliados ao Iraque, com sobreviventes da Al Qaeda no país, e ganhou força entre 2011 e 2013 quando teve início a rebelião na Síria. Seu atual comandante é Abu Bakr al-Baghdad.

Alberto Nisman foi assassinado por falso “desertor” iraniano

Informe exclusivo da DEBKAfile*.

Uma investigação especial de inteligência realizada pelas fontes iranianas e anti-terroristas de DEBKAfile, descobriu que o promotor argentino-judeu Alberto Natalio Nisman, de 51 anos, foi assassinado em 18 de janeiro por um agente iraniano que havia ganhado sua confiança fazendo-se passar por um desertor sob o suposto nome de “Abbas Haqiqat-Ju”. O assassino agiu horas antes que Nisman apresentasse ante o parlamento argentino evidências de que a presidente Cristina Kirchner e o chanceler Héctor Timerman haviam encoberto a responsabilidade do Irã no pior ataque terrorista do país, o bombardeio do centro da comunidade judaica de Buenos Aires, no qual 85 pessoas perderam a vida em 1994, dois anos depois que 29 pessoas morressem por uma explosão na Embaixada de Israel.

As provas de Nisman, se tivessem sido apresentadas, teriam demonstrado em última instância a culpabilidade do Irã nos ataques terroristas. De acordo com nossa investigação, dois ministros da Inteligência iraniana, o titular Mahmoud Alavi e seu predecessor Hojjat-ol-Eslam Heydar Moslehi, levavam nove anos espremendo seus cérebros para encontrar a maneira de silenciar o promotor judeu, desde que ele começou a investigação dos dois ataques. Trabalharam mano a mano com as agências governamentais e de inteligência argentinas do mais alto nível.

O CAIR é um grupo terrorista?

Pela primeira vez, um governo islamista expôs a dimensão maligna e terrorista do CAIR.

Nós que acompanhamos o movimento islamista caímos das nuvens em 15 de novembro quando soubemos que o gabinete ministerial dos Emirados Árabes Unidos incluiu o Conselho de Relações Americano Islâmicas (CAIR) na lista de 83 organizações terroristas proscritas, juntamente com o Talibã, Al-Qaeda e EIIS.

Foi uma surpresa, já que as próprias autoridades dos EAU têm um histórico de promover o islamismo, porque o CAIR tem um histórico de levantar fundos nos EAU e também porque a embaixada dos EAU em Washington já teceu elogios ao CAIR.

Terrorismo desafia definições

Essa inconsistência terminológica alimenta o caos total.

A definição de terrorismo acarreta implicações práticas porque caracterizar formalmente uma ação violenta como terrorista, gera consequências importantes na lei dos EUA.

Suspeitos de terrorismo podem permanecer presos por mais tempo do que suspeitos de crimes comuns após a detenção sem acusação. Eles podem ser interrogados sem a presença de um advogado. Eles são condenados a sentenças de reclusão mais severas. “Presos por terrorismo” estão sujeitos a restrições mais pesadas, conhecidas como Medidas Administrativas Especiais ou SAMs. A “Lei de Seguro de Risco de Terrorismo de 2002” proporciona às vítimas corporativas de terrorismo um tratamento especial (já se encontra em vias de renovação) e protege proprietários de construções de determinados processos judiciais. Quando se invoca o terrorismo, as famílias das vítimas, como por exemplo, as do ataque do Forte Hood em 2009, recebem benefícios extras, como diminuição nos impostos, seguro de vida e compensações relacionadas a combates. Eles podem até receber um arranha-céu na cidade de Nova Iorque.

França e Inglaterra: incubadoras do terrorismo internacional

Durante décadas, houve um longo tempo de semeadura. Agora, a colheita será farta.

Intelectuais de esquerda da França e da Inglaterra sempre tiveram uma caidinha por regimes comunistas. Na França, o destaque fica para Jean-Paul Sartre, que disse que “todo anticomunista é um cão”. Na Inglaterra, um dos ícones do totalitarismo vermelho é Eric Hobsbawn, tido como um grande historiador, porém não passa de um reles ideólogo do marxismo.

Os campi da Sorbonne, localizados em Paris, foram importantes incubadoras do marxismo para militantes advindos de todos os cantos do planeta. Na segunda metade do século XX, destacaram-se expoentes do comunismo, como Sartre e sua amante Simone de Beauvoir, o cineasta Jean-Luc Godard, Pol Pot – o genocida do Khmer Vermelho, do Camboja, que trucidou 20% de sua população -, e Abimael Guzmán, líder do grupo terrorista peruano Sendero Luminoso, que matou mais de 70.000 pessoas. Escaparam da lavagem cerebral marxista, na Sorbonne, Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI), Raymond Aron, entre poucos. Entre os pupilos brasileiros, destacam-se personalidades da “esquerda caviar”, como Celso Furtado, FHC, que eu chamo de “FHCannabis”, por sua recente militância em prol da liberação da maconha, Dom Paulo Evaristo Arns (apelidado de “cardeal vermelho”), Ibrahim Sued, Luiz Mott.

Que diferença há entre as vítimas da Palestina e as das FARC?

Senador Iván Cepeda: pouco, quase nada, utilizo vivências pessoais, embora tenha argumentos e exemplos que me permitam sustentar qualquer coluna. Queria escrever sempre como verdadeiramente penso e sinto, mas é impossível: as palavras sempre são poucas e estarão limitadas ante a impotência, a injustiça, e talvez a única coisa que teremos como improvisado relator da situação é um profundo suspiro, é o mais próximo à dor, que desconhece as palavras. O senhor deve saber melhor que eu. Não obstante, permita-me traçar-lhe um breve parágrafo como cabeçalho para tratar o tema do título.

A paternidade me avivou angústias que minha juventude sempre calou. Eu, literalmente, deixei de ser a primeira pessoa do singular para me converter a todo momento em “ela” e seu bem-estar. Quando a puseram entre meus braços não soube o que fazer. Isso nunca foi um segredo. Eu jamais me converti no “homem mais feliz do mundo” nesse dia, como ocorreu a muitos. Além disso, estive em “estado de choque” e de silêncio por vários dias, e necessitei tempo para assimilar essa diminuta vida que já faz parte da minha e que hoje necessitaria mais que a vida para imaginar minha existência sem sua proximidade.

O arsenal das FARC é suficiente para armar um país pequeno

Os principais traficantes de armas comercializaram com as FARC por muitos anos, o que gerou um enorme arsenal que hoje se converte em um desafio para a sociedade no pós-conflito.

Conspirando com esse emissário das FARC, o traficante Ioannis Viglakis se viu ante o negócio mais suculento de sua vida. E ao ouvi-lo dizer que o pedido era para atacar as forças norte-americanas na Colômbia, o grego se despachou com o melhor de seu catálogo: rockets, lança-mísseis terra-ar e rifles de assalto a granel. Ofereceu tudo isso em troca de grana e cocaína, e como prova de “boa-fé”, coordenou a entrega inicial de seis lança-foguetes RPG na Europa.

Viglakis ignorava que aquele comprador não era um representante da guerrilha, senão uma fonte encoberta do DEA. Seu truque finalizou em 2012 e, ante a contundente prova de sua própria voz gravada e o arsenal entregue, não teve mais remédio que aceitar a culpa, em dezembro passado, em um tribunal de Nova York. No intrincado panorama do conflito colombiano, o tráfico mundial de armas desempenha um papel crucial. É o mercado que deu dentes à insurgência para sustentar uma confrontação desde 1964, com um fluxo constante de compras, fogo cruzado e apreensões.

FARC: narcoterror em Inzá

Corria o dia 17 de março de 1965 quando a mais de 170 quilômetros de Popayán, proveniente da “república independente de Riochiquito”, Pedro Antonio Marín Marín, cognome “Tirofijo”, junto com 120 quadrilheiros, entre eles quatro mulheres – armados de carabinas San Cristóbal, bombas, granadas e facões – assaltaram um ônibus inter-municipal de Rapido el Cauca, na localidade El Hato. Após culminar sua ação se dirigiram a Inzá e saquearam o humilde município. Um total de 16 pessoas foram assassinadas.

Não obstante, umas horas antes do assalto ao ônibus – que cobria a rota Belalcázar-Popayán – os assaltantes capitaneados por Tirofijo passaram por El Guadualejo e seqüestraram Antonio López, Emilio Fajardo, Carlos Fajardo e Vicente Sánchez. Após meia hora de caminhada chegaram à fazenda El Rodeo e seqüestraram Angélica Chaux e uma menor. Seguiram caminhando até chegar a El Crucero onde arrasaram a loja de Emigdio Andrade e sem duvidar, o tomaram como refém junto com seus filhos Edgar, Gonzalo e Marcos. Os comunistas e seus seqüestrados prosseguiram caminhando e em Las Piedras um morador do lugar, Carlos Narváez, perguntou o que estava acontecendo. Sem mais, foi seqüestrado. A estamparia sangrenta logo ia começar. Ao chegar en El Hato, jurisdição do município caucano [1] de Inzá, o bando do PCC-FARC viu ao longe uma frota. Então, temerosos de que alguns de seus seqüestrados dessem uma voz de alerta, Tirofijo ordenou que assassinassem, com o corte de flanela, Carlos Narváez, Emigdio Andrade e seus três filhos.

Boko Haram e as FARC: jamais negociar com o terror

Os nigerianos não aceitariam que os cabeças do Boko Haram dissessem que as meninas não estavam sendo violadas, senão sendo “instruídas nas artes do amor”, como afirmaram os chefes das FARC ao dizer que eles não seqüestram menores, mais de 1.000 só no ano passado.

Se não fosse o desdobramento noticioso do seqüestro de cerca de 300 meninas na Nigéria, sua repetida violação durante o dia e sua posterior venda como escravas, muitos não haveriam se inteirado da existência do grupo terrorista fundamentalista islâmico Boko Haram.

Boko Haram, que em língua hausa significa “a educação ocidental é pecado”, embora não seja um grupo antigo, é o causador da morte de pelo menos 10 mil pessoas desde 2002 que, escudado em uma interpretação fundamentalista do Islã, tenta estabelecer uma espécie de talibanato africano no norte da Nigéria.

Lembrar é preciso: Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares

“Meu nome é Dilma Vana Rousseff.
Mas também podem me chamar de Estela, Wanda, Luíza e Patrícia”.

A Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) resultou da fusão das organizações terroristas Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) (1) e Comando de Libertação Nacional (COLINA) (2). Pela VPR destacaram-se Antonio Roberto Espinosa, Carlos Lamarca, Cláudio Marinheiro, Fernando Mesquita Sampaio Filho e “Mário Japa”. Pelo COLINA, Maria do Carmo Brito, a “Lia”, Carlos Alberto Soares de Feitas, o “Beto” ou “Breno”, Dilma Roussef e Carlos Franklin Paixão de Araújo, o “Max”.

“Em 1968 saí daqui do 19º. RI e fui servir em Guaíra, no Paraná. Lá chegou ao nosso conhecimento de que grupos terroristas que atuavam no Rio de Janeiro e em São Paulo estavam utilizando aquela área como reunião de homizio. Em uma operação de informações, cercamos uma fazenda que tinha sido comprada por um grupo da Vanguarda Popular Revolucionária (VAR-Palmares) e era o local onde eles faziam treinamento. (…) A intenção deles era começar uma guerrilha na área rural, através do processo do foquismo, que fora sucesso lá em Cuba e na China. Estavam treinando ocultar-se em meio à vegetação, enterrar suprimentos, munição, medicamentos, a caminhar e orientar-se dentro do mato” (General-de-Brigada Flávio Oscar Maurer – História Oral do Exército/1964, Tomo 8, pg. 309). Nesse depoimento, o general Maurer narra, ainda, que foi baleado pelo 2º Sargento Venaldino Saraiva, esquerdista fanático, que se suicidou em 12/5/1964. Maurer teve toda a face esquerda dilacerada e passou por várias cirurgias plásticas.