Terrorismo


As FARC foram derrotadas várias vezes

Embora várias vezes vencidas, as FARC e o ELN levantaram a cabeça uma e outra vez durante a Guerra Fria, pois não eram um projeto colombiano, senão algo
externo e alheio à Colômbia.

Quem diz que é impossível ou “utópico” derrotar as FARC se comporta como alguém que mente sem vergonha aos colombianos, ou como um pobre de espírito que ignora o que está ocorrendo e ocorreu em seu próprio país.

As guerrilhas comunistas que a Colômbia teve que padecer desde há mais de 50 anos foram derrotadas várias vezes pelas forças da ordem. Os dispositivos mais tenebrosos montados pela subversão para escravizar a Colômbia, foram destroçados em certas datas pelas Forças Militares após ingentes sacrifícios. Alguns desses aparatos sangrentos como o M-19, o EPL, o grupo Quintín Lame, nunca puderam se repor dessas derrotas, tanto militares como políticas, e foram incapazes, até hoje, de continuar matando colombianos.

Extrato do livro Dossiê Araguaia, do jornalista Hugo Studart


Ao revelar no Dossiê os “Fundamentos Doutrinários” que nortearam os militares na Guerrilha do Araguaia, Azambuja terminou por produzir o primeiro manual antiguerrilha brasileiro — pelo menos é o primeiro documento sobre o tema preparado para se tornar público.

O Professor Azambuja talvez seja o analista de inteligência mais experiente ainda em atividade no País. Está nos serviços de informações militares desde 1967. Mesmo aposentado, continuou trabalhando no ramo. Nunca entrou em ação armada, mas organizou um dos mais completos arquivos do País sobre os partidos socialistas e as organizações marxistas que atuaram no Brasil desde 1922. Suas especialidades são o movimento comunista internacional e o Partido Comunista Brasileiro, o PC; chegou a participar na condição de militante do Congresso do partido que criou o PPS, em janeiro de 1992, votando pelo fim da velha sigla comunista. Escreve regularmente, assinando o codinome, artigos sobre temas militares e políticos para revistas militares e para jornais de grande circulação nacional. Chegou a publicar um artigo nos Cadernos de Debates, do PCB, defendendo a revisão do comunismo. Nas Forças Armadas, corre o mito de que teria a maior rede pessoal de informantes já montada no Brasil, boa parte ainda infiltrada nas organizações socialistas. Esteve em missões no exterior, por toda a América Latina e Europa.

Pegadas russas

No fim dos anos 1960, a KGB estava profundamente envolvida em terrorismo em massa contra judeus, levado a cabo por diversas organizações palestinas.

“Como me disse o chefe da KGB, Yury Andropov, um bilhão de inimigos podiam infligir um dano maior aos Estados Unidos do que apenas alguns milhões. Precisávamos instilar um ódio estilo nazista contra os judeus em todo o mundo islâmico, e fazer esta arma emocional gerar um banho de sangue terrorista contra Israel e o seu principal parceiro, os Estados Unidos.”

O principal vencedor na guerra do Líbano talvez seja o Kremlin. Israel tem sido atacado com Kalashinikovs e Katyushas russos, foguetes Fajr-1 e Fajr-3 russos, mísseis antitanques AT-5 Spandrel russos e foguetes antitanques Kornet russos. As obsoletas armas russas são o objeto de desejo de terroristas em todo o mundo, e os bad guys sabem exatamente onde obtê-las. Nas caixas das armas abandonadas pelo Hezbollah estava escrito: “Cliente: Ministério da Defesa da Síria. Fornecedor: KBP, Tula, Rússia”.

O acordo oculto de Santos e as FARC

Após seis meses de negociações ocultas em Havana, o governo colombiano e a organização narcoterrorista FARC anunciaram em 26 de maio de 2013 haver assinado um acordo sobre “o primeiro ponto de uma agenda de negociações”.

O suposto “acordo” sobre a “transformação radical do campo”, segundo a fórmula empregada por um diplomata cubano que leu o comunicado conjunto, deve ser tão lamentável para a economia colombiana que o governo de Santos e as FARC fazem todo o necessário para continuar escondendo dos colombianos seu conteúdo exato.

As FARC, inimigas do gênero humano

Não há um só governo no mundo que que se diga nazista. Em compensação, ainda existem partidos, ativistas e governos comunistas que reivindicam esse passado abominável o qual, para eles, só esteve “a serviço da paz e do progresso”.

 As FARC cometeram crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Tudo isso deve ser esquecido e transformado em fumaça, em virtude do “marco jurídico para a paz”?

Não querem que lhes digam, que lhes recordem, que são criminosos da pior espécie. Os chefes das FARC em Havana dizem que, ao contrário, são inocentes, puros como a neve, não julgáveis e que, além disso, são “vítimas do capitalismo” e do “imperialismo”.

Educação por meio de assassinatos em Boston

Qual será o impacto a longo prazo do ataque à Maratona de Boston e a subsequente perseguição, estilo filme de ação, entre 15 e 19 de abril, matando um total de quatro pessoas e ferindo 265?

Comecemos com o que não será impactado. O impacto não conciliará a opinião americana, se o slogan “United We Stand (Unidos Venceremos”) durou apenas alguns meses após o 11/9, o consenso após o ataque de Boston será ainda mais elusivo. A violência não se traduzirá em medidas de segurança nos Estados Unidos, como as realizadas em Israel. Nem levará a um maior preparo para lidar com a violência mortal da repentina síndrome de jihad. Não acabará com a controvérsia quanto aos motivos que estão por trás da indiscriminada violência muçulmana contra não muçulmanos. E certamente não ajudará a chegar a termo em relação aos debates sobre imigração ou armas.

PCC-FARC: outro fracasso criminoso do marxismo

Resenha do livro ‘Las FARC, fracaso de un terrorismo’, de Eduardo Mackenzie, colunista do MSM.

O capítulo sobre a Colômbia para o Livro negro do comunismo, pouco a pouco se está começando a escrever. A escritura é lenta frente ao Niágara de livros ruins acerca das supostas “lutas” dos marxistas colombianos – e outras correntes revolucionárias – pela democracia e a liberdade. Uma das páginas para o volumoso capítulo do Livro negro foi escrita por Eduardo Mackenzie em seu livro: “Las FARC, fracaso de un terrorismo” (Randon-House-Mondadori-Debate, Bogotá, 2007, 569 páginas).

O analista bogotano submete à crítica a imagem idílica que representa, por exemplo, Medófilo Medina, sobre a fundação do PCC (Partido Comunista Colombiano). Na mesma linha, põe em evidência o trabalho organizacional de vários agentes russos em Bogotá durante os anos 20 do século passado. Um caso foi o de Silvestre Savitsky. Medina o apresenta como um homem modesto que montou uma tinturaria e que em suas horas livres contava histórias sobre a Revolução Russa de 1917. Nada mais distante da realidade. Para Mackenzie, a carta fundacional da mitologia – mentira – da esquerda colombiana é a sangrenta greve das bananeiras de novembro de 1928. Um dos promotores da mesma foi Raúl Eduardo Mahecha, um agente colombiano da Internacional Comunista (ou Komintern) e, ao mesmo tempo, membro fundador da primeira organização subversiva colombiana que teve contatos formais com o Komintern: o Partido Socialista Revolucionário (PSR) de María Cano. As legítimas motivações dos grevistas foram habilmente manipuladas e transformadas em ações violentas por Mahecha. Mackenzie destaca que a greve das bananeiras não foi um ato espontâneo nem pacífico, e revela o papel decisivo dos agentes do Komintern que atuaram como assessores de Mahecha e de Augusto Durán, futuro Secretário Geral do PCC, nessa operação, como Kornfeder (americano), Rabaté (francês), Girón (mexicano) e Lacambra (espanhol).

O apoio ao narcoterror na universidade: insultos e ameaças de morte

Assiste-se assim, por meio das intervenções da energúmena Piedad Córdoba, a um novo processo de Moscou.

Os diretores da Universidade Nacional da Colômbia poderiam ser processados um dia por patrocinar um evento tão obscuro como o chamado “Foro de Participação Política” (1), no qual os porta-vozes das FARC se arrogam o direito de lançar ameaças de morte, sem ser inquietados no mais mínimo pelo Ministério Público, contra altas personalidades do Estado colombiano.

As frases lançadas nesse cenário pela ex-senadora destituída, Piedad Córdoba, contra o Procurador Geral da Nação, Alejandro Ordóñez Maldonado, não são “críticas fortes”, como escreveu algum jornalista desinformado. Dizer que o Procurador Ordóñez “é um homicida político, um assassino político [que] mata a oposição e a desvertebra” e que “com suas declarações põe uma pistola no peito” dos “opositores”, é, juridicamente, cometer, em forma agravada, os delitos penais de calúnia e injúria, e fazer um convite explícito a que algum exaltado cometa um atentado contra o citado funcionário do Estado.

Chamando o terrorismo por seu nome

A política do New York Times, da Associated Press, Reuters e incontáveis outras publicações é continuar camuflando os atos de terrorismo no Oriente Médio com eufemismos purificadores.

Onde está nossa ira quando nos inteiramos que os terroristas mais honrados pela sociedade palestina são os que assassinaram a maior quantidade de pessoas?

Por que o massacre de Boston pode ocorrer de novo? Agora sabemos.

Os sem coração e malvados terroristas responsáveis pelo atentado na maratona de Boston foram dois irmãos que receberam asilo político nos Estados Unidos. Foi graças à bondade desse país que puderam encontrar a liberdade que lhes negavam em sua Chechênia nativa. O irmão mais velho, Tamerlan, ferido fatalmente depois de disparar com rifles de assalto e de lançar bombas caseiras nos policiais que o perseguiam, estava lá como um residente legal. Seu irmão mais novo, Dzhokhar, em estado delicado de saúde depois de ter sido encontrado ao final de uma intensa caçada humana que fez com que Boston e suas áreas vizinhas ficassem absolutamente paralisadas, havia se convertido em cidadão norte-americano naturalizado, no que só pode ser considerado uma ironia horripilante, em 11 de setembro do ano passado. E é assim como agradecem a seu país adotivo, com sangue.

O quebra-cabeça terrorista

Terroristas mataram cidadãos americanos de novo. Os principais suspeitos são os irmãos Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev, respectivamente de 26 e 19 anos. Eles são muçulmanos russos que, segundo as autoridades, detonaram duas bombas nas proximidades da linha de chegada da maratona de Boston no último dia 15 de abril. O presidente Barack Obama disse que os culpados “sentirão todo o peso da justiça”. Após essa declaração, a polícia de Boston matou Tamerlan e capturou Dzhokhar.

Mesmo agora, um ar de controvérsia tem se formado em volta dos suspeitos. Uma análise publicada na seção “Op-Edge” do Russia Today afirma que “pouco foi esclarecido acerca desse caso”. Há questões de como, por exemplo, o suspeito Dzhokhar “pôde sair andando do barco ao qual se escondia (…) com um ferimento na garganta pelo qual o colocou à beira da morte”. A mídia oficial russa diz que os suspeitos são originários da cidade de Tormok, Quirguistão, que é eticamente chechena. De volta à Rússia, o pai dos acusados diz que seus filhos estão em uma armadilha.