Terrorismo


A verdadeira insanidade

Dilma condenou as explosões na Maratona de Boston como um “ato insano de violência”. Mas não foi assim que ela começou a carreira? Ou não terá sido um “ato insano de violência” aquele que matou o soldado Mário Kozel Filho, de 18 anos, em junho de 1968? Foi o seu grupo, a Vanguarda Popular Revolucionária, que acelerou um carro-bomba, com vinte 20 quilos de dinamite, para dentro de um Quartel General em São Paulo, despedaçando o corpo do rapaz e ferindo mais seis militares.

Mário foi apenas o primeiro dos oito assassinados pela VPR nos tempos de Dilma, e ainda haveria mais cinco pela VAR-Palmares e três pelo Colina, os outros dois grupos que ela integrou, em total sanidade, quando lutava pela implantação de uma ditadura comunista no Brasil, com instruções e armas vindas do exemplar regime de Fidel Castro em Cuba.

O pai do terrorismo árabe

Haj Amin al-Husseini (1893-1974) foi o pai do terrorismo árabe e um dos principais protagonistas do moderno movimento anti-semita e anti-Israel. Mesmo antes de a Fraternidade Muçulmana ser formada (1928), al-Husseini estava fazendo tudo o que podia para assegurar que o moderno Estado de Israel nascesse morto. Embora o islamismo sempre tenha tido um traço terrorista, al-Husseini é considerado seu arquiteto moderno, especialmente na medida em que o terrorismo se relaciona ao sionismo inicial nos anos 1920 e 1930.

Os anos iniciais

Husseini nasceu em Jerusalém, de uma família originalmente vinda do Iêmen, cujo avô foi designado pelos turcos como mufti (propagador e instrutor da lei islâmica) de Jerusalém. Naquela época, esta era uma posição simbólica de liderança, mas de pouca autoridade.[1]

Movimento com crianças palestinas de estilo nazista prepara-se para a jihad

Ao envenenar as mentes das crianças em idade escolar, o Hamas está criando toda uma geração de palestinos para a glorificação dos homens-suicidas, a jihad e o terrorismo.

ONG’s ocidentais e a ONU mantém-se caladas diante do abuso.

Milhares de crianças palestinas em idade escolar têm recebido treinamento militar na Faixa de Gaza para prepará-las para a jihad (guerra santa) contra Israel.

De acordo com Mohamed Siam, um alto funcionário de um ministério do Hamas, cerca de 9 mil alunos de ensino médio já participaram dos 36 acampamentos em toda a Faixa de Gaza. Eles foram ensinados a usar vários tipos de armamentos e a manusear explosivos.

Hamas: 25 fatos por 25 anos

Grande parte dos meios de comunicação deu cobertura aos acontecimentos em Gaza, onde Khaled Meshal, líder do Hamas, comemorou os 25 anos de sua organização terrorista.
 
O que o Hamas está realmente celebrando? Seguem os 25 fatos para que você se lembre:
 
1. O Hamas tem o seu nome baseado em um acrônimo que significa “Movimento Islâmico de Resistência”, em árabe.
 
2. O Hamas se recusa a reconhecer o direito de existência do Estado de Israel como uma nação independente e soberana, e é totalmente oposto a qualquer acordo ou negociação que reconheça tal direito de existir. No início de seu estatuto, há uma citação atribuída a Hassan al-Bana, o fundador da Irmandade Muçulmana, que diz: “Israel surgirá e continuará a existir até que o islamismo o apague, assim como apagou o que veio antes”.

Lentamente as FARC constroem reconhecimento internacional

Humberto De la Calle asseverou que o governo não será refém de um processo. Entretanto, os fatos ocorridos até hoje em torno desse processo demonstram que o governo é sim refém, mas do Plano Estratégico das FARC.

A recente carta enviada à Cruz Vermelha Internacional pelo “Estado-Maior das FARC”, com uma aparente mudança de aceitação ao Direito Internacional Humanitário, com a intenção de incorporar com caráter institucional a proposta de diálogo permanente do governo com os terroristas, é um embuste similar ao audaz estratagema de Tirofijo no Caguán, quando propôs uma lei de permuta permanente de militares e policiais seqüestrados por terroristas presos.

Como é usual na Colômbia quando se trata de assuntos da maior importância para a vida nacional, esta notícia foi obscurecida pela semi-final da Copa Sul-Americana de futebol, a gravidez de Shakira, a possibilidade do Globo de Ouro para Falcao García, pela crônica anunciada da re-eleição do procurador, etc.

José Dirceu: “sou um cubano-brasileiro”


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Mídia Sem Máscara republica hoje artigo do historiador Carlos Azambuja sobre a trajetória de José Dirceu, um dos delinqüentes maiores da máfia petista, que posa de vítima no caso do Mensalão, do qual foi o grande operador (tendo Lula como chefão) e que agora tem a cara de pau de afirmar que o Caso Rosemary Noronha, no qual seu nome já está envolvido, não é nada mais que uma nova armação de setores conservadores. Enfim, a velha inversão revolucionária de sempre.

Uma análise de “O Último Comboio”, capítulo do livro “A Revolução Impossível”, onde o papel de José Dirceu no terrorismo financiado por Cuba é abordado.

José Dirceu, em setembro de 1988, afirmou: “Nunca fui foquista. Participei da luta armada, apoiei, achava que era necessária, mas na verdade nunca acreditei nela como forma de luta” (página 110 do livro “Abaixo a Ditadura”, escrito por ele e por Vladimir Palmeira).

O mito do desvio das FARC do bom caminho

O conto de que as FARC “abandonaram” seus “ideaninasfarcis políticos” faz parte de um esforço de propaganda que procura legitimar a criação dessa maquinaria da morte.

O Partido Comunista Colombiano entrou em contato com os “bandoleiros” mais sanguinários dos anos 50 e 60, e conseguiu ganhar alguns deles para suas fileiras, precisamente os piores, para dar forma final a seu aparato armado ofensivo que mais tarde, em 1964, chamará de FARC.

Com freqüência, alguns porta-vozes da esquerda afirmam que as FARC, ao se dedicar ao narcotráfico, ao seqüestro e à extorsão, deixaram de ser uns “rebeldes com causa”, e “abandonaram” seus “princípios ideológicos” e seus “ideais políticos”. Essa mesma frase é empregada às vezes por colunistas, acadêmicos e religiosos. Alguns acrescentam que as FARC “traíram” o marxismo e as táticas revolucionárias. Inclusive e muito lamentavelmente, certos líderes uribistas exibem essa mesma crença.

As FARC preparam a 10ª conferência terrorista em Havana?

É claro e assim o confirmou Iván Márquez em Oslo, que as FARC vão a Havana para refinar seu Plano Estratégico e tirar todas as vantagens políticas nacionais e internacionais que lhes confira o “inimigo de classe”.

 

Os rumores crescem diariamente, com o complemento de que os atos midiáticos, estratégicos, políticos e procedimentais das FARC, indicam que o grupo terrorista poderia estar preparando a Décima Conferência guerrilheira, ou pelo menos um Pleno Ampliado do “Estado-Maior Central”, escudado na impunidade e cumplicidade das quais as FARC sempre gozaram em Cuba. Não é uma simples suposição senão a realidade, deduzida do modelo como negociaram com Belisario Betancur e Virgilio Barco, período durante o qual realizaram três Plenos Ampliados para re-adequar seus projetos e programas de crescimento quantitativo e qualitativo, ou, com Cesar Gaviria, quando realizaram um Pleno Ampliado e sentaram bases para a Oitava Conferência.

As minas terrestres e a discussão agrária

O uso das minas terrestres é só um capítulo dos muitos crimes que as FARC cometem contra a Colômbia. Porém, é um capítulo enorme que não pode ser deixado de lado.

O vice-presidente Angelino Garzón, em uma declaração de 26 de setembro passado, revelou que mais de 10 mil pessoas morreram na Colômbia unicamente pelas explosões causadas pelas minas terrestres que as guerrilhas FARC e ELN plantaram no território nacional desde 1990.

Ontem um soldado morreu e outro foi gravemente ferido em um campo minado em Toribío, Cauca, o município colombiano que talvez tenha sido o mais atacado pelas FARC: mais de 600 atentados desde 1980. No passado 2 de novembro, um menino de oito anos de idade morreu quando explodiu outra mina terrestre que as FARC haviam plantado na aldeia Santa Inés de El Carmen, perto de Ocaña. Nesse mesmo dia, no estado de Nariño, dois soldados morreram e outros quatro foram feridos ao entrar em um campo minado instalado pela frente 22 das FARC em Sumbiambi, uma aldeia indígena.

A agricultura segundo as FARC

Ocultar o verdadeiro sentido da “revolução agrária” é obrigatório para os comunistas.

Com suas idéias retrógradas e absurdas em matéria de agricultura, os leninistas desataram terríveis catástrofes humanas em muitos países. A pior onda de fome que o mundo conheceu foi causada precisamente pelos comunistas. Durante o famoso ‘Grande Salto para Frente’ (1959-1961), mediante o qual Mao acreditava que ia fazer da China, em dez anos, uma potência industrial como a Grã Bretanha, entre 30 e 40 milhões de camponeses chineses morreram de inanição. Segundo indicam os arquivos descobertos nos últimos anos, a ditadura de Stalin fez outro tanto anos atrás. Entre 1932 e 1933, com efeito, as falsas soluções agrárias e a massiva repressão no campo levaram à morte 12 milhões de pessoas.