Folha de S. Paulo


“Distorções e simplificações pueris”- Olavo comenta a entrevista à Folha

Dar uma entrevista à “Folha de S. Paulo” é confirmar, uma vez mais, a definição enunciada por Mário Vargas Llosa: “O jornalismo é uma máquina na qual entra um homem e sai um hamburguer.” A repórter Isabel Fleck conversou comigo durante duas horas e quarenta e seis minutos só para me transformar no estereótipo que […]

O habitual servicinho sujo da Folha de São Paulo

O jornal do sr. Frias faz o seu habitual servicinho sujo ao tentar me pintar com os traços do típico ideólogo literário ou acadêmico, sempre ansioso para fazer a cabeça de algum político e governar por procuração. Meses atrás o deputado Eduardo Bolsonaro me perguntou se eu teria a disposição de receber a visita do […]

Imbecilidades do ecofascimo: “Salvem o clima, não tenham filhos, erradiquem a humanidade”.

A pregação verde prefere embutir a tese ridícula da extinção da humanidade na (de)formação da juventude. Seth Wynes, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e Kimberly A. Nicholas, da Universidade Lund, na Suécia, com ar de ciência publicaram na revista “Environmental Research Letters” um estudo com conclusões que até há pouco só se ouviam […]

O Jardim das Aflições: o filme, as respostas e o foca da Folha

Comentário de Olavo de Carvalho:
Josias Teófilo e Matheus Bazzo tiveram a prudência — que todo brasileiro deveria ter — de gravar as declarações que deram ao repórter da Folha, Tiago Dias, podendo assim PROVAR o quanto este foi preconceituoso e safado na redação final que deu à sua entrevista.

Não que a desonestidade da classe jornalística brasileira seja alguma novidade, mas, no mínimo, a entrevista verdadeira, reproduzida aqui, terá mais leitores do que naquele jornalzinho tão pretensioso quanto porco, decadente e inútil, o qual hoje mal concorre, em número de exemplares, com os jornais menores que a empresa do sr. Frias publicava nos anos 60 do século passado.

Também é fato que o repórter Tiagódias, ao insinuar que “O Jardim das Aflições” não passa de um equivalente direitista do “Aquarius”, acrescentou, ao preconceito esquerdista de praxe, a sua própria inépcia de foquinha. O enredo do “Aquarius” — o pequeno proprietário ameaçado pelo capitalista ambicioso — é cópia local de um enredo que já foi filmado uns bilhões de vezes nos EUA, até em seriados de TV, ao passo que “O Jardim” é o documentário MAIS ORIGINAL e sem precedentes já produzido no Brasil.

Aí vai o texto da entrevista. Nunca leiam a Folha de São Paulo.


Tiago Dias:
Você se graduou em Jornalismo, fez mestrado em filosofia, focado na obra de Andrei Tarkóvski. Quando foi que você conheceu Olavo e sua obra? Como surgiu a ideia de acompanhar a vida do filósofo em um documentário?

Folha: quase a Agência PT de notícias

A esquerda não pode ser criticada? O resto do mundo deveria tratar a esquerda com a mesma reverência e obediência que a Folha?

Se você dá dinheiro e audiência para a Folha de São Paulo, está ajudando a financiar sua cruzada a favor do partido e é mais que conivente, é cúmplice.

O maior jornal do país é mesmo uma graça. Separei para vocês três presentes que ganhamos dele ontem.

1. André Singer, ex-porta-voz do governo Lula, ex-secretário de redação da própria Folha, colunista do jornal, é colocado na primeira página para dizer que a “mídia” não noticia “escândalos tucanos”. Onde ele diz isso? Na primeira página do maior jornal do país. É tão absurdo e cara-de-pau que nem merece comentários adicionais.

Merquior para idiotas


O repórter, antes de escrever essa coisa, me enviou sete perguntas, de cujas respostas, num total de três páginas, ele aproveitou exatamente duas linhas, tendo-me feito trabalhar para o sr. Frias não somente de graça, mas em vão.

Reproduzo aqui essas respostas, na íntegra.

Sempre que aparece algum intelectual conservador ou liberal, a Folha de S. Paulo se apressa a infundir nos seus leitores a impressão de que se trata de fenômeno inusitado, anormal, necessitado de explicação.  Nisso consiste uma das principais missões das suas páginas ditas “culturais”: alimentar a crença de que as pessoas inteligentes e cultas são normalmente de esquerda. A premissa subjacente, sem a qual essa idiotice não teria a menor credibilidade, é que os diretores e redatores da porcaria são, eles próprios, não apenas inteligentes e cultos, mas o padrão e medida da cultura e inteligência alheias.

Só que para acreditar nessa premissa é preciso ser inculto e burro.

A “Última Hora” da Folha

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Dezoito de abril de 2015, o dia em que a Carta Capital reconhece a força da campanha do impeachment e a Folha prefere repetir a versão governista de que é “desespero da oposição”. As aspas são minhas.

Carta de Olavo de Carvalho a Otávio Frias Filho

Desprezado senhor,

A propósito da matéria publicada em http://blogdomorris.blogfolha.uol.com.br/…/laerte-no-brasi…/:

Segundo esse senhor ou dona Laerte, “a guerra jihadista contra o mundo é uma idéia louca, alimentada por Bushes da vida, Olavos de Carvalho da vida”. É incrível a leviandade com que palpiteiros me atribuem qualquer estupidez que lhes passa pela cabeça, sem quaisquer escrúpulos, sem qualquer consulta aos meus textos e sem conhecer absolutamente NADA do que penso e digo. Quem assim procede não merece respeito nem consideração, é apenas um cafajeste, um bandidinho pé-de-chinelo. Nem vou perguntar o que tenho a ver com Bush ou com jihadistas, porque quem me lê — o que não é o caso dessa pessoa — sabe que é absolutamente nada e não vejo razão para insistir no óbvio só porque um ignorante com presunção de onissapiência o nega. Não espanta que as opiniões políticas dessa criatura nasçam de uma pura preferência sexual, o que consiste exatamente em pensar com o cu ou com o pau.

Associar o meu nome ao de George W. Bush já é absurdo em si, mas culpar-nos aos dois pelo jihad é puro delírio psicótico, que em tempos normais nenhum jornal publicaria. O jornalismo brasileiro desceu mesmo ao nível do esgoto. Responder a essa porcaria com um xingamento já seria conceder-lhe honra demais. Responsabilizo pessoalmente o sr. Octavio Frias Filho pela publicação dessa enormidade e anuncio que, se ele não me pedir desculpas em público, cuspirei na sua cara tão logo tenha o desprazer de encontrá-lo.

Olavo de Carvalho

 

Samy Adghirni e a sem-vergonhice em prol do bolivarianismo

Uma mídia que não se envergonha de usar recursos como os de Adghirni já nos ajuda a demonstrar o que é morar em um país vivenciando fases intermediárias do bolivarianismo.

Se olharmos a estratégia de guerra dizendo para “bater onde dói”, há um ponto que incomoda muito os bolivarianos: chamá-los pelo nome e explicar ao povo o que isso significa.

Observem as reações deles: sempre começam a se explicar, ficando na defensiva. Eles não fazem o mesmo se os chamamos de comunistas, pois o senso comum percebe isso como muito fora da realidade.

Jânio de Freitas: enganando sem moderação

Quais “princípios éticos” se pode divisar em uma imprensa que falsifica a própria lei maior da nação? De que ela, a imprensa, faz-se portadora, senão do engano sistemático?

O verbo “compreender” só é válido para o que convém à esquerda.

Em seu artigo “Uso sem moderação”, publicado na Folha de São Paulo de 09/02/2014, Jânio de Freitas abordou com rara capciosidade a declaração de Rachel Sheherazade no “SBT Brasil” sobre o adolescente amarrado a um poste no Rio de Janeiro, caso amplamente divulgado ao longo da semana. À guisa de recurso argumentativo, o jornalista inseriu uma novidade na Constituição- por sua própria conta e risco – que, de acordo com ele “(…) adotou como cláusula pétrea, ou seja, irremovível e imutável, a absoluta proibição de qualquer ato contrário ao pleno Estado de Direito”. Antes disso, o “hermeneuta” recriminou o uso indiscriminado por parte de setores da sociedade (leia-se a âncora do SBT, eleita alvo do momento por parte dos grupos de esquerda, metamorfoseados em defensores dos direitos humanos) da “liberdade absoluta de expressão”.