IV Cúpula da CELAC, Santos, FARC e Maduro


Rafael Correa fala, na abertura da IV Cúpula da CELAC, para um público desinteressado e sonolento.

Entre os dias 27 e 28 de janeiro celebrou-se a IV Cúpula da CELAC em Mitad del Mundo, no Equador, cidade que leva esse nome por ficar no marco zero da linha do Equador que divide os hemisférios norte e sul. Seu anfitrião, o presidente Rafael Correa, abriu a sessão no prédio da UNASUR que leva o nome do ex-presidente argentino Néstor Kirchner, fazendo menção às memórias deste e de Hugo Chávez da Venezuela. A presidência pró tempore foi entregue por Correa ao presidente da República Dominicana, Danilo Medina.

O Irã está se apoderando da América Latina

Graças ao legado do falecido Hugo Chávez e seus contemporâneos como Nicolás Maduro, Rafael Correa, Evo Morales, Daniel Ortega, Cristina Fernández de Kirchner, Salvador Sánchez Cerén e outros, o Irã goza de um poder jamais visto na América Latina.

Mahmoud Ahmadinejad: “É um assunto de vida ou morte. Preciso que intermedeie junto à Argentina uma ajuda para o programa nuclear de meu país. Precisamos que a Argentina compartilhe conosco a tecnologia nuclear. Sem a colaboração do país, será impossível avançar em nosso programa”.

Faz dois meses que o Irã e a Arábia Saudita estão brincando de cabo-de-guerra para ver quem fica com a América Latina. Em 10 de novembro de 2015 o Vice-Ministro das Relações Exteriores do Irã se reuniu, a portas fechadas, com os embaixadores de nove países da América Latina para reiterar o desejo da República do Irã de “expandir e aprofundar os laços” com aquela região. No final daquele mês outras declarações no mesmo sentido foram proferidas pelo Presidente do Irã Hassan Rouhani e pelo Líder Supremo Aiatolá Ali Khamenei no Fórum dos Países Exportadores de Gás (GECF em inglês) em Teerã.

Colômbia: terroristas condenados por crimes de lesa-humanidade poderão fazer política

Estes são, pois, os “progressos” que, na linguagem de Santos, está fazendo o curioso “processo de paz”, processo que milhões de colombianos interpretam, pelo contrário, como uma marcha absurda para a assombrosa rendição do Estado ante as pretensões revolucionárias das FARC.

O presidente Juan Manuel Santos declarou que os guerrilheiros condenados por crimes de guerra e crimes de lesa-humanidade poderão ser candidatos em eleições e intervir em política livremente, e que esse ponto deverá fazer parte do “ato legislativo pela paz” que começará a ser discutido no Congresso da Colômbia a partir de março de 2016.

E agora, Foro de São Paulo?

Como pôde-se ver, ainda há juízes na Venezuela e o Foro de São Paulo perdeu dessa vez.

O ano de 2015 fecha com alguns revezes para o Foro de São Paulo, embora isso não signifique, como muitos imaginam, o começo do fim da organização criminosa. Para acabar com o Foro é preciso mais, muito mais, entretanto, nada me deixa mais alegre ao vê-lo acumular perdas significativas. Refiro-me às eleições presidenciais na Argentina, que destronou a dinastia Kirchner elegendo o conservador Mauricio Macri, e na Venezuela, onde a coalizão que conforma a Mesa de Unidade Nacional (MUD) mudou todo o cenário na Assembléia Nacional (AN) obtendo 113 cadeiras do total de 167, destituindo o poderoso presidente daquela casa parlamentar, o chefe do “Cartel dos Sóis” Diosdado Cabello.

Duro golpe no Foro de São Paulo?

Com exclusividade, Graça Salgueiro conta como a oposição impediu que os comunistas fraudassem mais uma eleição na Venezuela.



Diosdado Cabello chora, pois perdeu o poder e poderá ser julgado como chefe de cartel de drogas nos EUA.

O ano de 2015 fecha com um grande revés para o comunismo e o Foro de São Paulo (FSP) na nossa região. Primeiro, com a eleição do conservador Mauricio Macri na Argentina em 22 de novembro, pondo fim à nefasta dinastia Kirchner, e agora, com a derrota do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) para a MUD (Mesa de Unidade Nacional) nas eleições parlamentares de 6 de dezembro na Venezuela.

Para virar o jogo é preciso conhecer o adversário

Sem um estudo desse fenômeno do globalismo nunca vamos entender o que está acontecendo no Brasil.”
Olavo de Carvalho

Não é novidade que a maioria dos brasileiros não só adora futebol como acompanha os campeonatos e sabe tudo sobre os times, suas escalações, placares e estratégias. Não seria fantástico se o povo também aprendesse quem são verdadeiramente os jogadores em campo no jogo político, uma vez que o placar deste afeta a vida de todos nós?

Através desta simples montagem é possível entender o Pacto de Princeton, abordado no livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial, de Heitor de Paola (adquira aqui: https://loja.observatoriolatino.com), que compreende uma aliança estratégica entre o Diálogo Interamericano – ao qual fazem parte FHC e Marina Silva – com o Foro de São Paulo.

O sicário de Escobar vinculou “Gabo” e os Castro com o narcotráfico

“Popeye” conta que  falecido líder narco “estava pedindo a Fidel um submarino russo para levar a droga desde o México à Havana, e com esse submarino a Miami-USA”.
Jhon Jairo Velásquez, o sicário de Pablo Escobar conhecido como “Popeye”, vinculou o negócio de cocaína do narco mais famoso do mundo ao presidente e ex-presidente de Cuba, Fidel e Raúl Castro. Além disso, ele assegurou que o escritor Gabriel García Márquez (Gabo), ícone da literatura latino-americana, também participou dessa sociedade ilícita.
Popeye relatou a Telenoche que Pablo Escobar “recompôs o tráfico de cocaína para Cayo Hueso, uma cidade que está abaixo da ponta de Miami”. E assegurou: “o recompôs com Fidel e Raúl Castro, os ditadores de Cuba”. O sicário detalhou que “quem recebia a cocaína era Raúl porque ele era o chefe do Exército, porém Fidel estava a par de tudo”.

Narcoterror comunista: Santos e o pacto de impunidade

Não se pode perder de vista o fato de que o pacto de impunidade assinado por Santos é também, e de alguma maneira, o resultado da guerra fria que o ditador Nicolás Maduro decretou à Colômbia.

O espetacular encontro com aperto de mãos entre o presidente Juan Manuel Santos e o chefe terrorista Timochenko, em Havana, e o grotesco pacto “de justiça” que assinaram sob o patrocínio do ditador Raúl Castro, não reduziu a desconfiança dos colombianos ante o chamado processo de paz. Apesar do alvoroço midiático e da estudada retórica lançada antes, durante e depois desse encontro, Santos foi incapaz de convencer os colombianos de que seus pactos com as FARC significam um passo para a paz e para a reconciliação nacional.

 

A essência do pactuado com Timochenko se reduz a uma frase: os crimes atrozes das FARC não serão punidos. A impunidade foi garantida a essa categoria de delitos, incluídos os crimes de lesa-humanidade, mediante o truque de umas sanções penais que suscitam o assombro das nações civilizadas: o “trabalho social” dos chefes terroristas em fazendas, escritórios, palácios e outros lugares confortáveis e abertos.

Santos, FARC e a paz dos cemitérios


Juan Manuel Santos entrega a Colômbia, num pacto diabólico com o chefão das FARC, Timochenko, sob as “bênçãos” do ditador Raúl Castro.
Foto: Orlando Barria/ultimahora.es

Há pouco mais de 3 anos de mentiras, acordos secretos e promessas não cumpridas desde que iniciou-se o chamado “processo de paz” em Havana entre o governo colombiano e as FARC. E no dia 23 de setembro, Juan Manuel Santos e o camarada Timoleón Jiménez, vulgo Timochenko – o chefão das FARC -, assinaram o acordo que poria fim ao conflito e apertaram as mãos como amigos, sob os sorrisos e aplausos do ditador Raúl Castro e mais alguns seletos convidados.

Eixo do Mal Latino-Americano: 5 mil armas para o Estado Islâmico?

Ano passado, a ditadura castrista usou o Porto de Mariel para escoar armas de guerra para a Coreia do Norte. Quem reteve o navio, que supostamente carregava apenas açúcar, foram as autoridades panamenhas. É possível acessar o relatório da ONU aqui: http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=S%2F2014%2F147

Agora, a Guarda Costeira da Grécia noticia que apreendeu um navio registrado sob a responsabilidade do Ministério da Defesa da Bolívia, que foi flagrado carregando um verdadeiro arsenal, supostamente destinado ao Estado Islâmico.

Foram encontradas 5.000 armas, a maioria delas fuzis, e meio milhão de projéteis. Os contêineres com o material foram embarcados na Turquia e seriam entregues na cidade de Misrata, na Líbia.