Cuba e EUA: os objetivos e a realidade do embargo

O governo de Cuba é por natureza belicoso e provocador. Durante décadas insuflou na população o ódio aos Estados Unidos.

Companhias dos EUA país fornecem 96% do arroz e 70% da carne de ave que se consome na ilha.

Cuba importou dos Estados Unidos entre o ano 2000 a 2014, mais de U$ 4,600 milhões. Em 2012, importou, do país que o tem “bloqueado”, a terça parte dos alimentos que consumiu.

O objetivo dos Estados Unidos quando impôs o embargo a Cuba não foi derrocar o regime dos irmãos Castro. O embargo foi uma retaliação, uma punição às disposições que o regime castrista havia tomado contra os interesses econômicos norte-americanos. O embargo tampouco foi uma espécie de sanção ao castrismo pelos fuzilamentos, ou pela situação dos direitos humanos na ilha.

O porto secreto do Irã na Venezuela

A base seria o lar de silos de mísseis balísticos de médio alcance.

O projeto venezuelano de aviões não-tripulados – conhecidos como M2 – está a cargo do engenheiro da Guarda Revolucionária Iraniana, Ramin Keshavarz.

 

O porto secreto do Irã em Paraguaná, Venezuela, está a apenas 1.880 quilômetros de Miami: a 3.095 quilômetros de Washington DC e a só 988 quilômetros da cidade de Bogotá, Colômbia.

 

O sistema de foguetes iranianos está capacitado para alcançar facilmente essas distâncias. Só resta saber se o Irã desenvolveu ogivas nucleares para armar seus mísseis. Deve-se levar em conta que o sistema missilístico iraniano de longo alcance classe Shahab-3, pode alcançar alvo de até 5.000 quilômetros.

Há censura de opinião no Facebook?


Em países latino-americanos comandados pelo Foro de São Paulo, como a Venezuela, Colômbia, Equador, Argentina e Brasil, entre vários mais, o Facebook está fechando contas de usuários que falem contra esses governos de esquerda.

Pouco depois do massacre dos soldados no Cauca, pelas mãos das FARC que contaram com a cúmplice decisão de Juan Manuel Santos, do ministro Pinzón e do comandante das Forças Militares, General Rodríguez de não utilizar o apoio aéreo para combater os terroristas, publiquei um vídeo no Facebook que mostrava a cena do crime, a prova de que os soldados foram pegados dormindo, obedecendo a ordem de Santos, do ministro e da cúpula militar de não responder ao fogo, não atacar os bandidos e crer cegamente que eles não os atacariam em cumprimento da promessa do “cessar fogo unilateral”.

Comunistas sem fronteiras

Quem conhece a história do Foro de São Paulo, nascido no rescaldo do fim da URSS, sabe que a entidade é uma espécie de “Comunistas sem fronteiras”, ao qual a nação está sendo entregue, empacotada como presente à tal Pátria Grande.

Foi Olavo de Carvalho quem primeiro denunciou a existência e os objetivos do Foro de São Paulo. Ele chamava a atenção para o que estava em curso e a imensa maioria dos comentaristas o acusava de ser porta-voz de uma teoria da conspiração. O FSP era visto como tema para ser balbuciado a portas fechadas e enfrentado em divã de psiquiatra. Jamais como objeto de interesse do jornalismo bem-informado. Enquanto isso, o Foro, criado em 1990, existia e se expandia. Deliberava e suas metas iam sendo atingidas.

Mesmo quando se reunia no Brasil, ele permanecia como tema sigiloso, até que o próprio Lula, então presidente, em discurso proferido no encontro de 2005, recolheu a cortina:

A barbárie bolivariana: juíza estuprada na prisão rompe o silêncio

“Em seis anos destruíram a minha vida, a da minha filha e da minha família. Na Venezuela, os juízes não julgam, eles satisfazem os caprichos do governo.”

Juíza que denunciou os parceiros do PT na Venezuela fala das torturas que padeceu na prisão.

Na Venezuela, María Lourdes Afiuni rompeu o silêncio. Em audiência realizada no dia 30 de junho, a juíza expôs os detalhes da tortura, maus-tratos e estupro que sofreu em 2010, quando esteve presa no “Instituto Nacional de Orientación Feminina” (INOF).

O XXI Encontro do Foro de São Paulo

Graça Salgueiro fala sobre o XXI encontro do Foro de São Paulo, a ser realizado a partir do dia 29 de julho, na Cidade do México, e comenta outras das mais recentes ações do movimento comunista internacional.

http://observatoriolatino.radiovox.org/
http://notalatina.blogspot.com.br/

O grande canal chinês… é na Nicarágua!


População está indignada pelo golpe sandinista-chinês
que confisca as propriedades e a soberania.

Está anunciado como a maior obra de engenharia civil do século XXI, e que mudará as regras do comércio mundial. O governo do sandinista Daniel Ortega, que trocou a farda guerrilheira pelo terno e gravata para fazer melhor a mesma revolução, assinou com o grupo chinês HKND a construção de um canal que fará da China a grande senhora do comércio interoceânico, informou o jornal de Madri El Mundo.

Lula, Dilma e o traficante: a Venezuela na berlinda outra vez

dcNo encontro de Diosdado Cabello com Lula e Dilma há mais do que quiseram fazer parecer.

Enquanto na Venezuela o assunto principal continua sendo a denúncia feita pelos Estados Unidos de que Diosdado Cabello (foto) é o chefão do narcotráfico internacional naquele país, conhecido como o “Cartel dos Sóis”, Nicolás Maduro diligentemente manda-o ao Brasil buscar apoio de seus sócios no Foro de São Paulo (FSP), Dilma e Lula.

Apostando na conivência da mídia companheira de viagem e no desinteresse dos brasileiros pela política além fronteiras, Cabello chegou ao Brasil na surdina, no dia 9 de junho, alegando ter recebido “instruções do companheiro presidente Nicolás Maduro, trabalhando pela e para a pátria”. O que foi dito à imprensa é que ele veio “revisar convênios de fornecimento de alimentos, medicamentos genéricos e outros”. O que não foi dito é que ele manteve reuniões secretas com a presidente brasileira – fora da agenda e a portas fechadas -, além de visitar Lula no instituto que leva seu nome e com os presidentes da Câmara e do Senado que o receberam – igualmente sem constar na agenda! – como se fosse uma celebridade que honraria o país com sua visita.

Questão de sobrevivência: desmantelar o Foro, o PT e o PSDB

A redenção da América Latina depende do desmonte de inúmeros esquemas e organizações criminosas, que vão desde o PT e o Foro de São Paulo, até o PSDB e o Diálogo Interamericano.

Em julho de 1995, a revista do Foro de São Paulo, chamada América Libre, delineou o seguinte em sua 7ª edição:

“Estratégia de Chiapas – combinando levantes armados, ocupações de terras em massa e uma campanha de ASSEMBLEIAS CONSTITUINTES para reformar as CONSTITUIÇÕES NACIONAIS – estratégia adotada por todo o continente.”

Em um rápido panorama, a Estratégia de Chiapas tem como base a rebelião armada anticapitalista promovida pelo EZLN (Ejército Zapatista de Liberación Nacional) contra o governo mexicano, em 1994. Indo um pouco mais além, as origens do EZLN remontam à FLN (Frente de Liberacíon Nacional), organização político-militar que tinha como objetivo uma insurreição nacional e posterior implantação de um regime socialista no México.

O que o Hezbolah faz na Venezuela?

“É extremamente perturbador ver o Governo da Venezuela empregar e dar proteção e segurança a facilitadores e arrecadadores de fundos do Hezbolah”.

Consultar a internet para saber a que horas deveria se prostrar para orar, foi “um risco indevido que Oday Nassereddine nunca deveria ter corrido de maneira voluntária”, adverte um informante – a ele devem-se as seguintes revelações – que seguiu de perto a atividade desse indivíduo e outros membros de sua família. Oday teve o cuidado de onde e quando telefonava com seu celular, para evitar ser localizado em determinadas missões, mas não se deu conta de que quando teclava suas coordenadas em uma página web na Venezuela para conhecer os momentos de levante e ocaso do sol, estava divulgando na rede sua própria localização. Seus dígitos, lidos à distância, permitiram traçar seus passos. Assim, a DEA norte-americana soube que residia em Barquisimeto, a só vinte e seis quilômetros do campo de treinamento que o Hezbolah tinha em Yaritagua, no vizinho estado Yaracuy, e que o próprio Oday Nassereddine comandava. As práticas de guerrilha realizavam-se na fazenda que foi expropriada do deputado da oposição Eduardo Gómez Sigala.