Novo golpe das FARC ao processo de paz na Colômbia

Se o governo aceitar essa interpretação do pactuado em março de 2015, os 700 municípios minados do país ficarão à disposição das FARC e de seus aliados.

Edilson Romaña, porta-voz das FARC em Cuba, anulou de fato o acordo de março de 2015 entre eles e com o governo colombiano sobre o “desminado humanitário”. Anulou mediante uma declaração feita em Havana em 30 de maio de 2015. O chefe terrorista disse ante o correspondente de Noticias Caracol: “Se a extração de todo esse material (minas anti-pessoa e restos de explosivos de guerra) tem como propósito a tranqüila chegada das tropas, do para-militarismo e dos bandos criminosos, não se terá conseguido nada com o acordo (de março passado). Se é assim, não mais. É melhor deixar tudo quieto”.

Narcotráfico: coronel boliviano denuncia conluio de militares da Bolívia e Venezuela

evococaOs militares venezuelanos do “Cartel dos Sóis” (formado por generais do Exército), e militares cubanos que estão na Venezuela em postos-chave para facilitar o tráfico de cocaína com as FARC, são os parceiros dos bolivianos. 

 

No princípio de 2015 o coronel do Exército boliviano, Germán Rómulo Cardona Álvarez, elaborou um informe com o carimbo de “Top Secret” e enviou às máximas autoridades militares de seu país. Nesse documento ele revela inúmeras irregularidades cometidas por membros do governo Evo Morales, solicitando que se investigasse para apurar possíveis responsabilidades, uma vez que se tratava de assunto de segurança nacional. A denúncia informa delitos que vão desde o tráfico de influência até o tráfico de armas, e a criação de um grupo para-militar internacional dirigido pela Venezuela e Bolívia, com a colaboração das FARC.

Narcoterror na Colômbia: Santos, Olof Palme e a terceira via


As FARC se reorganizaram, cresceu sua agressividade e a mesa de Havana resultou ser uma vulgar janelinha por onde Timochenko passa suas exigências e Santos obedece.

Ante o mistério que encerra o entreguismo de Santos ante as FARC, ante a impossibilidade de saber, no momento, o que é que há por trás da obstinação de fazer concessões sem contraprestação a esse perigoso bando armado e aos cubanos, resta o recurso de fazer, ao menos, o inventário das motivações intelectuais que poderiam explicar essa particular atitude.

 

Pois deve haver teorias que incendeiam essa mente. Só a loucura gasosa do Prêmio Nobel que lhe prometeram não dá para tanto. Examinemos pois uma dessas teorias, que tem a vantagem de aparecer a cada certo tempo nos discursos do presidente. Juan Manuel Santos, de vez em quando, diz ser partidário da “terceira via”, sem explicar a qual das numerosas variantes dessa construção ele é adepto.

A “prestação de contas” do ex-secretário do Foro de São Paulo

“Foro de São Paulo”. A expressão, antes pronunciada com heroísmo por alguns poucos, está cada vez mais presente nos debates sobre a situação política do país. Nos últimos protestos contra a Presidente Dilma e contra o PT, que levaram milhares de pessoas às ruas, ela compôs gritos de denúncia, apareceu nas faixas e cartazes empunhados pelos manifestantes. Miopia aguda ou surdez dissimulada, não há outra forma de explicar a omissão da imprensa de não destacá-la.

O Foro de São Paulo foi criado por Lula e por Fidel Castro em 1990. O objetivo era – e é – reunir a esquerda latino-americana, de partidos políticos a quadrilhas de narco-guerrilheiros, para transformar o continente na “Pátria Grande” socialista-comunista. Porém, dúvidas e suspeitas são lançadas contra o audacioso projeto. Uma reação natural de desconfiança por causa do impacto da denúncia ou um artifício para ofuscar a gravidade das acusações. Mas, seja lá o que for, a documentação pode ser examinada por qualquer um que tenha interesse no assunto. E, para dissipar qualquer nuvem de incerteza, basta ler “A estrela na janela: ensaios sobre o PT e a situação internacional” [1]. O livro foi escrito por Valter Pomar, que o apresenta como a “prestação de contas” do seu trabalho de oito anos à frente da Secretaria de Relações Internacionais do PT e da Secretaria Executiva do Foro de São Paulo (2005-2013) (pp. 07-08).

Perguntas sobre a cúpula narco-terrorista em Cuba

O atual chefe de Estado é acusado de ter atentado contra a segurança pública, de encobrimento, abuso de autoridade e traição à pátria.

Por que o presidente Juan Manuel Santos não quis dar a data nem os detalhes do insólito encontro em Cuba dos máximos chefes das FARC e do ELN? Por que Santos esconde sobretudo a data em que ele autorizou pessoalmente esse encontro clandestino?

Realizado, ao que parece, segundo uma rádio de Bogotá, entre 23 e 27 de abril passado, esse “encontro” permitiu a Rodrigo Londoño Echeverri, cognome “Timochenko”, das FARC, conversar não se sabe sobre o quê com Nicolás Briceño Bautista, cognome “Gabino”, do ELN.

Venezuela: chavistas acrescentaram votos falsos nas eleições de 2013


O roubo eleitoral foi confirmado confidencialmente aos Estados Unidos por alguns dos principais dirigentes chavistas. Desaparecido Chávez, alguns começaram a entabular contatos indiretos para limpar seu passado.

 

Extrato do novo livro de Emili J. Blasco, “BUMERAN CHÁVEZ. Los fraudes que llevaron al colapso de Venezuela”.

 

Os computadores secretos dos chavistas indicavam bem claro. Às seis da tarde, hora em que em 14 de abril de 2013 deviam fechar os centros eleitorais na Venezuela, Henrique Capriles Radonski havia ganhado as eleições presidenciais. Era sua a faixa tricolor que, não obstante, ao final de um processo trapaceado, Nicolás Maduro acabaria pondo. Um sistema informático paralelo ao oficial permitia ao chavismo saber em tempo real ao longo do dia a evolução do voto, assim como o número de votos falsos que devia produzir para dar um giro no resultado. Isso ocorreria no marco de um processo completamente eletrônico, como é habitual na Venezuela, e com a cumplicidade do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Grande parte da fraude foi gestada em Cuba.

Negaram apoio aéreo enquanto as FARC assassinavam 10 militares

 

Os soldados não acreditavam no que estava acontecendo. O comando militar, por ordem de Juan Manuel Santos e do ministro Pinzón, havia dado instruções muito precisas de não prestar apoio aéreo.

Hoje, quarta-feira 15 de abril, durante a madrugada, membros da companhia Alirio Perdomo da coluna móvel Jacobo Arenas das FARC, armados até os dentes com explosivos, morteiros, granadas e fuzis, assaltaram a guarnição do Exército acantonada na vereda La Esperanza, corregimento de Timba, município de Buenos Aires, Cauca.

 

Pouco antes de uma hora da manhã começou o assédio enquanto os militares dormiam. O ataque foi sem trégua e sangrento. Desde o próprio início do assalto, os terroristas lançaram granadas e morteiros que zumbiam pelos ares e explodiram no meio da tropa.

Sobre o ataque das FARC no Cauca

As FARC aplicam os princípios da guerra com ênfase na surpresa, conservam a iniciativa estratégica e manipulam a opinião pública.

O duro golpe propinado pelas FARC às tropas da Terceira Divisão no Cauca, na madrugada do dia 15 de abril de 2015, reafirma uma vez mais que desde a aparição das guerrilhas comunistas na Colômbia, os sucessivos governos, sem exceção, atuaram sem estratégia nem coerência político-militar frente ao problema, enquanto que as FARC seguiram ao pé da letra os conteúdos de seu Plano Estratégico, os documentos programáticos e a re-engenharia de seus programas políticos e armados, traçados durante cada uma das conferências guerrilheiras e os Plenos ampliados do Secretariado.

Com habilidade tática em guerra de guerrilhas e camuflados dentro da população civil previamente organizada em Milícias Bolivarianas, Movimento Bolivariano Clandestino e Partido Comunista Clandestino, as estruturas armadas das FARC “construíram mais Partido Comunista na periferia, para ir rodeando os centros de poder político-social e econômico da burguesia em 30 cidades do país”, como aparece textualmente em alguns de seus escritos.

A ditadura bolivariana na Uerj

A ditadura na Venezuela já demonstrou todos os seus horrores. E, mesmo assim, é abertamente apoiada, em ambiente universitário, por gente do PT.

A quinta-feira, 9 de abril de 2015, foi mais um dia que manchou a Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ.

A universidade abrigou um evento chamado “Ato de apoio a Revolução Bolivariana e contra as ingerências do imperialismo norte-americano”, no qual “estudantes” “universitários” brasileiros colocaram-se em favor da ditadura venezuelana perpetrada por Chávez e mantida por Nicolás Maduro.

Para um país riquíssimo em petróleo, a Venezuela está paupérrima, graças a uma nomenklatura bolivariana histérica e truculenta que drena todos os recursos do país e governa com poderes policiais.

O Foro de São Paulo governa o Brasil

No dia 16 de Dezembro de 2014, Renato Simões, deputado federal do PT de São Paulo, tomou o microfone na Câmara dos Deputados para registrar com entusiasmo a presença de representantes do Foro de São Paulo na Casa – representantes com os quais ele mesmo se reuniria em um “grupo de trabalho” em Brasília.