Candidatos do esquema global

Desde que Roberto Marinho morreu (agosto, 2003), o Grupo Globo (antiga Organizações Globo) não acerta uma. Lá se vão quase 15 anos, mas o grupo, aferrado aos ditames e interesses do “politicamente correto”, navega na contramão do que pensa a população brasileira, como se sabe, de natureza notoriamente conservadora. Já assinalei aqui, muitas vezes, que […]

Constantino, Sheherazade e uma argumentação sobre o caso do marginal amarrado ao poste

Na lógica da esquerda, os assaltantes, estupradores e latrocidas são “vítimas da sociedade”. Ora, então por que os agressores do bandidinho do poste não podem ser chamados de “vítimas da sociedade” também?

Como noticiado pela mídia recentemente, um marginal “di menor” (sic) tomou uns cascudos de três homens na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo. Foi o suficiente para a esquerda caviar ficar revoltadíssima, conforme vemos na matéria do Globo:

A justiça feita pelas próprias mãos, por três homens, que teriam espancado na noite de sexta-feira um adolescente, na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, deflagrou uma discussão que ganhou as redes sociais, com comentários de apoio à violência — que foram condenados por moradores, psicólogos e sociólogos. Na pauta dos debates, questões como a omissão policial, a legislação frágil para punir menores infratores e até o ato instintivo da vingança.

Na lógica da extrema-esquerda, atos de retribuição contra criminosos são “vingança”. Então, a partir da próxima vez em que você amarrar um cachorro violento, saiba que na ótica da esquerda isso é um “ato de vingança”. Eles realmente capricham no embuste.

O filme que o Bonequinho do Globo não quer que você veja

É possível ser a favor do aborto, sem ser intelectualmente desonesto, isto é, sem ser Mario Abbade: basta admitir que o é por decisão livre, que prescinde de razões, já que nenhum argumento abortista fica de pé.

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Comento abaixo uma “resenha” do crítico de cinema Mario Abbade.

Título: Não passa da panfletagem

Como recomendava Lenin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” O título “Não passa da panfletagem” faz jus à resenha, muito mais que ao filme, como veremos a seguir.

Feito em 2010, “Blood Money: aborto legalizado” chega com atraso ao Brasil. O ideal seria que nunca chegasse.

Mario Abbade é o ombudsman do mercado cinematográfico. A Suzana Singer da crítica de filmes. A Miriam Leitão travestida de Bonequinho. Se Suzana Singer e Miriam Leitão condenam a presença do “rottweiller” Reinaldo Azevedo, de Demétrio Magnoli e de Rodrigo Constantino nos grandes jornais em que escrevem, Mario Abbade condena a exibição do documentário “Blood Money” nos cinemas brasileiros. Qualquer gotícula de conservadorismo no oceano cultural esquerdista já é motivo para cortar cabeças. Para Abbade, “o ideal seria que [o filme] nunca chegasse” ao país. O ideal, imagino, seria que o público nacional, em vez de se informar sobre a indústria coercitiva do aborto e os efeitos reais da legalização, assistisse apenas aos diálogos edificantes de novelas como “Saramandaia“:

– A mulher é dona do próprio corpo, é ela que decide se quer ter o filho ou não.

– Oh, minha querida! Que bom que você tem essa cabeça tão aberta!

Oh, Mario Abbade! Já pode escrever roteiro de novela também.

É difícil entender por que uma peça de campanha, disfarçada de documentário, ocupa salas tão disputadas.

Rede Globo: “Mea Culpa” representa marco histórico

Nem as mais sinceras demonstrações de servilismo prestadas por esta emissora foram capazes de demover o ódio e o desprezo do PT e todos os seus acólitos por esta emissora.

O recente editorial “Apoio editorial ao golpe de 64 foi um erro”, sem dúvida, constitui-se em um documento histórico. Por assim dizer, não me refiro euforicamente, posto que nem todos os marcos simbolizam bem-aventuranças. Ao contrário, afirmo isto tomado de assalto pela angústia: o Brasil, emulando o destino trágico do navio Titanic, enfim, começa a embicar rumo às profundezas geladas de um regime totalitarista em fase de consolidação e ruptura definitiva com o estado democrático e de direito.

Quem quer que tenha lavrado tão infeliz declaração, o fez indevidamente em nome do verdadeiro agente, o jornalista Roberto Marinho, que ora jaz em outra dimensão e por si já não pode mais falar. O conteúdo do editorial todo, pois, não passa de uma impostura, em que pese ser tão representativa do momento pelo qual estamos passando justamente por este fato.

A abjeta retratação do jornal O Globo

O Brasil está novamente à frente do mesmo abismo e hoje não existem mais homens de coragem e honra para enfrentar este abismo!


Cría cuervos y te sacarán los ojos.

No último domingo o jornal O Globo publicou uma dos mais abjetos e repugnantes editoriais já publicados na imprensa brasileira: “Foi um erro editorial o apoio ao golpe de 1964”.

Tenho recebido inúmeras cartas que, enviadas para o jornal, não foram publicadas nem seus remetentes receberam qualquer resposta. Pensei em publicá-las, mas como o teor de cada uma difere das demais, decidi escrever este artigo.

O vale-crime de Francisco Bosco

Os criminosos, por piores que sejam, só prejudicam suas vítimas diretas. O discurso feito por gente como Bosco contra a sociedade nos maiores jornais do país legitima a ação de todos os criminosos.

 

A PM pergunta: “Quem está tentando saquear lojas está reivindicando um país melhor?” Francisco Bosco, colunista do Globo, responde:

“(…) quem está tentando saquear lojas está, precisamente, reivindicando um país melhor. E eles nos representam. São os únicos que realmente nos representam.”

Bosco tem razão. Os vândalos saqueadores de lojas representam os intelectuais saqueadores da moralidade. Os primeiros são a ação dos pensamentos dos segundos.

Exemplo didático dos segundos, Bosco chega até a falar em nome dos primeiros:

O especialista em nada

ROMA — Em mais um gesto de ruptura com a tradição da Igreja Católica, o Papa Francisco admitiu – após cumprimentar fieis na Praça de São Pedro, nesta quarta-feira –, que todos têm pecados, incluindo ele próprio.

BRASIL — Em mais um gesto de ruptura com a inteligência humana, o jornalismo brasileiro provou – com exaustiva documentação e abundância de provas – que diploma nenhum é capaz de substituir o coeficiente mínimo de honestidade e bom senso que se espera de quem tem por dever informar.

Estou a cada dia mais convencido de que a burrice é uma força física. Há pessoas cuja burrice é tão densa que você quase a pode tocar. E o pior: burrice assim gera campo gravitacional. Isso explica o fato de que jornalistas ligeiramente alfabetizados contem com leitores tão pouco preocupados com o que leem. Nenhuma novela da TV Globo faz o mal que certos ‘diários’ brasileiros fazem. Tirem as crianças da frente da banca de jornais.

A vida dos outros

Os seios de Angelina Jolie são mais importantes para a grande mídia do que os três escândalos simultâneos – mas previsíveis – da ditadura Obama:

1) Violação do sigilo telefônico de jornalistas para fins de espionagem e monitoramento;

2) Perseguição do Fisco a grupos conservadores, como o Tea Party, que se opõem às políticas do presidente.

3) Mentiras, recusas de socorro e ocultação de informações comprovadas pelas novas investigações sobre o ataque terrorista ao complexo da embaixada dos EUA em Benghazi, na Líbia, que resultou na morte de 4 americanos, incluindo o embaixador.

Os vingadores

Se o Super-Obama tivesse feito o furacão Sandy dar meia-volta com um sopro (ao melhor estilo General Zod), já seria de uma patetice vexaminosa encobrir com 1 (hum) gesto heroico quatro anos de desastres econômicos e, digamos, diplomáticos em seu governo, incluindo as negações de socorro às vítimas do ataque terrorista em Benghazi, as duas semanas de mentiras a respeito e o acobertamento mantido para não atrapalhar a reeleição.

Mas tentar encobrir esses quatro anos pintando uma atuação espetacular contra o furacão, na última semana de campanha, quando os americanos sobreviventes passaram mais de 5 horas na fila do combustível e milhares deles, especialmente em Nova York e Nova Jersey, entraram em desespero sem água, sem energia e morrendo de frio, aí é coisa que só a imprensa esquerdista pode e sabe fazer.

Mais um rap do Arnaldinho

Arnaldo Jabor, o rapper do colunismo, publicou no Globo de terça-feira, 16 de outubro de 2012, mais um rap digno do Prêmio Militante Juvenil (ou Mirim) internacional. Desiludido com o PT, ele precisa de uma esquerda para chamar de sua e uma direita imaginária para xingar à vontade. Por isso adora os Estados Obâmicos Unidos.

Tio Pim seleciona as considerações mais relevantes do “texto” – e pede ao menino de 71 anos que se explique, embora saiba que, na imprensa brasileira, qualquer um escreve o que quer.

1 – Barack Obama perdeu o primeiro debate porque acreditou, ingenuamente, que “ideias verdadeiras impressionam os eleitores americanos”.

TIO PIM: Quais “ideias verdadeiras”?

2 – Mitt Romney ganhou porque soube mentir “para os 60 milhões de imbecis que elegeram o Bush”.

TIO PIM: Quais foram as mentiras?