Alemanha


Alemanha: Agora é Oficial, Censura Total – Tribunais Reescrevem a História

Por Judith Bergman Um tribunal alemão condenou recentemente o jornalista Michael Stürzenberger (foto) a seis meses de prisão por ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de “incitar […]

Merkel e Macron: a UE fortalecida na destruição da Europa

Claudia Wild fala direto da Alemanha sobre a eleição de Emmanuel Macron e o seu alinhamento com Angela Merkel no desmonte dos países europeus através da invasão civilizacional islâmica. Multas de dezenas de milhares de Euros e confisco de bens já estão sendo aplicados na Europa, tudo para garantir estadia para os invasores e a […]

Geert Wilders e o Suicídio da Europa

Por Guy Millière GATESTONE INSTITUTE  –  19 de Abril de 2017 Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os […]

Comunismo: décadas depois, ainda há sentenças de morte para dissidentes

Na semana passada – isso mesmo, no anno domini 2013 – a Suprema Corte romena – isso mesmo, a mais alta corte do país – negou o cancelamento de uma sentença de morte emitida em 1974 pelo desprezível Drácula comunista chamado Ceausescu contra um anti-comunista, Constantin Rauta, hoje cidadão americano. Este “traidor” americano cometeu o “crime” de “trair” a criminosa polícia política comunista romena, a brutal Securitate, e ajudar os Estados Unidos a derrotar o mal soviético.

Seria cômico, se não fôsse totalmente devastador para o prestígio internacional da OTAN e da Romênia.

Rauta é um respeitado cientista americano que, nos últimos trinta anos, trabalhou em importantes projetos aero-espaciais americanos. A sua Romênia natal em breve será protegida por um sistema de defesa contra mísseis balísticos em cujo desenvolvimento, ironicamente, Rauta trabalhou. A construção das instalações americanas para a interceptação de mísseis em Deveselu, Romênia, está programada para terminar em 2014. Mesmo assim, a não ser por milagre, Rauta continuará sentenciado à morte naquele país.

A desnazificação da Alemanha: fato ou farsa? – 3ª Parte

A Zona de Ocupação Soviética (1).

Ao considerar esta área é preciso lembrar que Alemanha e URSS foram aliadas desde o Tratado de Brest-Litovsky (1918), pelo qual o Império Russo retirava-se da I Guerra Mundial livrando o Império Alemão da frente oriental e permitindo aos bolcheviques lutar a Guerra Civil Russa sem inimigos externos na retaguarda. A aliança começou quando o General Luddendorf autorizou a passagem de Lenin e seus sequazes em trem lacrado pelo território alemão da Suíça para Leningrado.

Apesar da tentativa soviética em 1919 de tomar o poder na Alemanha através da Spartakusbund de Rosa Luxemburg e Karl Liebknecht, foi assinado o Tratado de Rapallo (1922), uma ratificação pela República de Weimar da aliança com a URSS, reafirmado pela Alemanha Nazista através do Pacto Molotov-Ribbentropp (23 de agosto de 1939), às vésperas da invasão da Polônia pela Wermacht. A aliança durou até a invasão da URSS por Hitler em 22 de junho de 1941. Do último pacto constava um protocolo secreto, imposto por Stalin, no qual as duas potências se comprometiam a dividir entre si a Europa Oriental, iniciando-se pela Polônia. Este protocolo foi encontrado pelos ingleses nos arquivos nazistas ao fim da II Guerra, e era negado pela URSS até 1989, quando uma comissão nomeada por Gorbachëv reconheceu-o como verdadeiro. A II Guerra foi uma guerra de Stalin, que usou Hitler como ponta de lança para a conquista européia.

A desnazificação da Alemanha: fato ou farsa? – 2ª Parte

A Zona de Ocupação Americana

Talvez jamais na história mundial tenha sido tentado purgar nestas proporções uma sociedade. Olhando para trás, talvez tivesse sido melhor selecionar um número menor de líderes Nazistas para julgamento, desistindo desses julgamentos em massa.
General Lucius Clay

O governo militar americano criou o Public Safety Branch para desnazificar os 13 milhões de alemães sobreviventes em seu setor. Preparou, juntamente com os ingleses, um Fragebogen, questionário detalhado com 131 perguntas para todos, sem exceção, responderem sobre sua conduta e filiação partidária durante o III Reich. Ninguém poderia se recusar a fazê-lo sob nenhuma alegação. Penas severas de vários anos de prisão foram criadas para os que se recusassem responder ou falsificassem a resposta.

A desnazificação da Alemanha: fato ou farsa? – 1ª Parte

In looking back, I think if we had realized the confusion and chaos which existed, we would indeed have thought ours a hopeless task.
(Olhando para trás, penso que se tivéssemos compreendido a confusão e o caos que existiam, pensaríamos, na verdade, que não havia esperança para o cumprimento da nossa tarefa.)

Gen. Lucius Clay
Governador Militar dos EUA na Alemanha ocupada

A nazificação da Alemanha foi de uma velocidade estonteante, como demonstrado por vários autores, entre eles Karl Mannheim (1), William Shirer (2), Victor Klemperer (3), Curzio Malaparte (4), Nicholas Goodrick-Clarke (5), Lively & Abrams (6), Steigmann-Gall (7), Richard Grunberger (8), Rohan D’O Butler (9) e muito outros. Daniel Goldhagen (10) defende que o Holocausto não foi um espetáculo de horror ao qual os alemães teriam sido obrigados a assistir, mas, na verdade, produto de ideais amplamente compartilhadas pela maioria do povo alemão durante a primeira metade do século.

Europa se desarma e vende armamento à Rússia

Sem ocultar sua satisfação, a agência Novosti comemora que a Rússia se rearma “como todo o planeta, salvas as exceções notáveis dos europeus e dos EUA”. Precisamente os países que ainda são considerados como grandes obstáculos aos sonhos de domínio universal russo.

Os líderes socialistas da França e da Rússia se encontraram no mês de outubro último em Paris para uma “vasta contemplação do horizonte de assuntos estratégicos” mundiais, cujo conteúdo ficou reservado – informou a agencia oficial russa Novosti.

A agência, entretanto, deixou transparecer o fundo dessa “contemplação estratégica”.

Perseguição anticristã: relatório é apresentado em comissão da ONU

“Jornalistas e responsáveis por políticas públicas são muitas vezes mais anticristãos do que os cidadãos comuns. Mas eles moldam a disposição do país”, comentou a Dra. Gudrun Kugler, diretora do Observatório da Intolerância e Discriminação Contra Cristãos.

Pais na Alemanha que querem educar seus filhos com uma cosmovisão cristã têm sido presos e multados por tentarem livrar seus filhos de programas estatais de educação sexual compulsórios, de acordo com um relatório do Observatório da Intolerância e Discriminação Contra Cristãos, apresentado ao Escritório do Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos (EACDH). Em pelo menos três exemplos separados pais cristãos foram punidos com base na alegação governamental de que se tentaria “impedir sociedades paralelas”. A educação escolar em casa continua ilegal na Alemanha, independente das razões religiosas e culturais dos pais para desejarem educar os filhos em casa.

Deutschland über alles!

“Não posso evitar um sorriso quando, como chefe de um país ocupado, eu sento com os líderes dos países ocupantes, tais como Mr. Eden e M. Bidault. Apesar do fato de que a Alemanha ainda não ser completamente soberana, seu impacto econômico e político é sentido em todos os assuntos mundiais.”
Konrad Adenauer (1)

“Há vários anos nossa política econômica tem sido nossa política externa.”
Helmut Schmidt
(2)


Ainda meio sonado, pego o jornal de hoje e leio a manchete principal: França “cai” e Europa fica nas mãos da Alemanha! Levo um susto: será que voltei no tempo? Terá sido o meu amigo Jack (Daniels) da véspera que estava “envenenado”? Estarei eu em 20 de setembro de 1870? Ou em 1915? Talvez 25 de junho de 1940? Olho a data e vejo que sofri apenas um nada patológico déjà vu tantas foram as quedas deste país frente à Alemanha. Uma das especialidades francesas, além dos queijos e vinhos, é o colaboracionismo e a derrota frente aos eternos rivais. Mas, desta vez, não foi frente aos canhões de Bismarck, do Kaiser ou das Panzerdivisionen do Führer, mas frente às tropas muito mais potentes do Deutche Bundesbank, comandadas pela Führerin Angela Merkel.