catolicismo


A farsa se repete: a “Rússia cristã”, de Stalin a Vladimir Putin

A “nova Rússia” está extremando seus artifícios para tentar cativar cristãos e conservadores no Ocidente.


O curioso é que essa artimanha não é nova. Já foi tentada pelos serviços secretos soviéticos em outras circunstâncias, notadamente nos tempos de Stalin, a quem Vladimir Putin se refere como seu modelo de governante.

Comunismo chinês e outros não toleram a liberdade religiosa

Esse é um dos fatores fundamentais a caracterizar o totalitarismo comunista: trata-se de uma ideologia (outra religião) que resulta num sistema incompatível com a liberdade de pensar, de exprimir-se, quem quer que seja, e sob a forma que desejar.

 

Na China, país mais populoso do mundo, assim é tratada a vertente católica do cristianismo: pelo simples fato de nascer numa família que professa o catolicismo uma criança passa, automaticamente, a fazer parte da Associação Católica Patriótica Chinesa. Trata-se de uma versão da Igreja que segue os preceitos não do Cristo e dos Apóstolos, mas sim os do Partido Comunista Chinês (PCC). A seita conta com algo em torno de 6 milhões de “fiéis”, que são submetidos semanalmente a pregações incentivando o amor à pátria e outros ensinamentos nada religiosos — na verdade, totalmente distanciados do Deus segundo a visão de Agostinho, Tomás de Aquino e outros doutrinadores.

Bento XVI e o jornalismo arregão

Já foi dito por muitos católicos que acompanhar a cobertura desta renúncia papal e do próximo conclave por determinada imprensa era um tipo excelso de sacrifício. Não é de se admirar. Já teve jornal de primeira linha divulgando desde que a renúncia criava um precedente para se acabar com a infalibilidade papal – oi? – até que o momento era uma deixa para um Concílio Vaticano III. Mas até aí, sejamos tolerantes, opiniões jogadas ao vento, aceitas por qualquer papel.

O nível geral, no entanto, desceu drasticamente na última sexta feira, dia 15, quando a Folha de São Paulo divulgou o artigo de Barbara Gancia sobre o tema em questão.

“Eu sabia da renúncia desde setembro de 2011”

Nota do site do Padre Paulo Ricardo: publicamos este interessante artigo do jornalista italiano Antonio Socci que, num furo jornalístico extraordinário, já havia anunciado, há um ano e meio (!), a decisão de Bento XVI de renunciar ao Pontificado.

A renúncia de Bento XVI não é somente uma notícia explosiva, mas um evento epocal, sem precedentes (pode-se citar o caso de Celestino V, há setecentos anos, mas foi um acontecimento muito diferente, num contexto bem diverso).

O que está acontecendo diante de nossos olhos é um acontecimento que, pela sua própria natureza planetária e espiritual, faz empalidecer todas as outras notícias de acontecimentos destes dias e certamente não tem relação alguma com elas (a começar com as eleições italianas).

Frei Tiago

Nada apavora mais os comunistas que a celebração segundo a forma clássica: é impossível fazer da Missa um comício.

Uma dessas histórias mal contadas está correndo pelos meios católicos na Internet. De certo, sabemos apenas que Frei Tiago de São José e seus carmelitas tradicionais foram expulsos da Diocese de Bragança Paulista.

A carta do Bispo alude a desobediências dos frades – que não diz quais sejam – e a orientações vindas de Roma, que não afirma ter seguido; a decisão de expulsar os carmelitas e a autoridade para fazê-lo são expressamente dele apenas.

Já a carta de Frei Tiago diz, com todas as letras, que o problema seria a adesão da comunidade à liturgia clássica.

O início da confusão

Lendo esse tour de force historiográfico admirável que é O Concílio Vaticano II. Uma História Nunca Escrita, de Roberto de Mattei (Vide Editorial, 2012), chamaram-me a atenção duas séries de fenômenos que se repetiram ao longo de todo o Concílio ao ponto de marcar para sempre a sua fisionomia no quadro da história das idéias no século XX.

De um lado, aparece o contraste entre a malícia e destreza política da minoria progressista, cujo ativismo incansável venceu todas as resistências, dobrou todas as vontades, impôs à assembléia praticamente tudo o que desejava, e a ingenuidade patética dos conservadores, que chegaram ali despreocupados, como quem fosse a um passeio de rotina, sem ter a menor idéia de que os esperava um adversário tenaz, organizado e disposto a tudo.

Fátima, 13 de outubro de 1917: a dança do sol

Ao amanhecer, apesar da chuva que caíra durante toda a noite, dezenas de milhares de pessoas se aglomeravam na Cova da Iria, em Fátima. Todos aguardavam o desenlace de uma estranha notícia: a Mãe de Deus prometera a três crianças um milagre naquele dia para que acreditassem nas suas aparições – e todos queriam vê-lo.

No fim da manhã, abrindo caminho por entre a multidão, chegaram os três pastorinhos e se colocaram em oração. Por volta do meio-dia, as crianças entraram em êxtase com a chegada de Maria e, instantes depois, Lúcia gritou: Olhem para o sol!

Afronta aos cristãos: as inversões de Dilma e do TJ de SP

“Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?”

De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.

Posso votar no PT? (uma questão moral)

Engana-se aquele que pensa que não é da alçada da Igreja opinar em questões políticas. O Catecismo da Igreja Católica é bem claro ao dizer que “faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais das pessoas e das almas, empregando todos os recursos – e somente estes – que estão de acordo com o Evangelho e com o bem de todos, conforme a diversidade dos tempos e das situações.” (2246).

Assim, não só é lícito, mas como imperativo que a Igreja se manifeste acerca do posicionamento daqueles partidos que trazem em suas diretrizes a obrigação e compromisso de seus candidatos com a aplicação de condutas contrárias à lei moral, aos direitos fundamentais das pessoas e das almas, como bem disse o CIC.

28 de setembro: dia de lutar contra o aborto

No dia 28 de setembro de 2012, grupos feministas irão tentar promover o odioso “Dia Internacional do Aborto Seguro e Legal”. (N.do E.: As abortistas já declararam também que pretendem realizar a “ocupação virtual” de igrejas e monumentos públicos.) Temos a obrigação de defender nossas crianças contra esta aberta apologia ao crime.

Neste mesmo dia, em diversas cidades do Brasil haverá campanhas e eventos diversos para promoção do combate ao aborto. Aos católicos, digo que procurem seus párocos e peçam para que eles fiquem atentos, pois poderá ocorrer tentativa de invasão de grupos feministas radicais, semelhantemente o que aconteceu durante a Marcha das Vadias no Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro, haverá a partir das 16h00 um ato civil no auditório da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ). Logo em seguida, seguiremos para o Largo da Carioca e lá faremos uma distribuição pacífica de panfletos para conscientização das pessoas do crime do aborto e a sua promoção.