censura


Islamistas do Facebook atacam em bandos

Por Yves Mamou Os muçulmanos disseminadores de ódio continuam proliferando no Facebook, enquanto os anti-islamistas são hostilizados e veem suas contas excluídas.   Fatiha Boudjalat, cofundadora do movimento secularista Viv(r)e la République, é uma figura proeminente do anti-islamismo na França. Ela é constantemente entrevistada pelas redes de rádio e TV e seus artigos opinativos são […]

Alemanha: Agora é Oficial, Censura Total – Tribunais Reescrevem a História

Por Judith Bergman Um tribunal alemão condenou recentemente o jornalista Michael Stürzenberger (foto) a seis meses de prisão por ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de “incitar […]

Submissão da Esquerda: proteção ao Islã, difamação ao Cristianismo

Aponte o traje ofensivo ? ou a hipocrisia.
A Amazon retirou o traje “Burca Sexy” (à esq.), após as acusações de “islamofobia”.
E apesar dos protestos clientes católicos, a “Freira Sexy” (à dir.) continua à venda.

Amazon, o maior portal de compras do mundo, vende muitas fantasias de Halloween. Uma das novidades de 2016 é a “Burca Sexy“, manto típico obscurantista que os talibãs e o Estado Islâmico impõem às mulheres. Mas a burca sexy, que na Amazon UK, foi lançada a £18,99, não durou muito no portal.

Editoras ocidentais se subjugam ao Islã


Por criticar o Islã, Abdel-Samad vive sob proteção policial na Alemanha e, assim como Rushdie, paira sobre ele uma fatwa. Depois da fatwa vieram os insultos: ser censurado por uma editora livre.

Quando o romance Os Versos Satânicos de Salman Rushdie foi publicado em 1989 pela Viking Penguin, a editora britânica e americana foi submetida a assédio diário perpetrado por islamistas. Conforme salienta Daniel Pipes, o escritório londrino mais parecia “um acampamento armado” com proteção policial, detectores de metal e acompanhantes para visitantes. Nos escritórios da Viking em Nova Iorque, cães farejavam pacotes e o lugar foi considerado “local sensível”. Muitas livrarias foram atacadas e outras tantas ainda se recusavam a vender o livro. A Viking gastou cerca de US$3 milhões em medidas de segurança em 1989, o ano fatal para liberdade de expressão no Ocidente.

Quanto da nossa cultura estamos cedendo ao Islã?

Após o massacre do staff da revista Charlie Hebdo, pouquíssimos veículos de imprensa republicaram as caricaturas de Maomé. Stéphane Charbonnier, editor da Charlie Hebdo, que foi assassinado em 7 de janeiro de 2015 juntamente com vários colegas, na foto acima, em frente da antiga redação da revista, logo após ela ter sido atacada com bombas incendiárias em novembro de 2011.

União Européia declara guerra à liberdade de expressão na Internet


Nesta semana a União Européia, em parceria com o Facebook, Twitter, YouTube e Microsoft, apresentaram um “código de conduta” para combater a disseminação de “discurso ilegal de incitamento ao ódio” online na Europa. No dia seguinte o Facebook suspendeu a conta de Ingrid Carlqvist, a especialista sueca do Gatestone, por ela ter postado um vídeo do Instituto Gatestone em seu feed no Facebook — chamado “Epidemia de Estupros Cometida por Migrantes na Suécia”.

Censura no Facebook, guerra política e flexibilidade estratégica: notas

Há gente DENTRO do Facebook intercedendo pelo governo. Vídeos e comentários estão sendo suprimidos na cara de pau. Eu acabei de postar o vídeo da PM-SP prestando continência aos manifestantes na página do Olavo de Carvalho, e nove minutos depois ele foi sumariamente removido. O mesmo ocorreu com inúmeras pessoas e páginas, porque o recado dado é devastador, principalmente pelas marionetes da ONU que querem desmilitarizar a polícia.

China exporta modelo de repressão da Internet

A agência oficial chinesa de notícias Xinhua pediu o fim do “livre fluxo da informação” para acabar com a primazia dos EUA na Internet. Como que ecoando vozes do PT (ou vice-versa?), o órgão comunista afirmou: “Chegou a hora de reestruturar o governo global da Internet”.

Em outubro de 2015, um representante chinês propôs na Assembleia Geral da ONU a imposição de um “código de conduta” sobre a web mundial, com o evidente beneplácito da Rússia e dos governos bolivarianos.

O presidente comunista chinês Xi Jinping abriu na cidade de Wuzhen a segunda Conferência Internacional de Internet, segundo informou o jornal espanhol “El Mundo” em dezembro. O país não podia ser mais mal indicado, pois a China comunista esmaga a Internet com uma vigorosa e injusta censura e uma espionagem policialesca.

Olavo denuncia: censura no Facebook e sagüis alucinados


Atualizado às 22h50: Leia a nota “Mais contribuições dos sagüis alucinados”.

Não é do meu costume fazer isto, mas peço a todos os meus alunos e leitores que VIRALIZEM esta mensagem no Facebook, em outras redes sociais e em toda parte:

Primeiro o Facebook bloqueou a minha página.  Logo em seguida, a da minha esposa, Roxane. Agora, a da minha filha Leilah.

Isso é uma campanha organizada para me destituir de todo meio de expressão? É. 

Depois de excluído do Globo, da Zero Hora, do Jornal da Tarde e da revista Época, malgrado o enorme sucesso dos meus artigos entre dezenas de milhares de leitores, depois de mil tentativas de hackear o meu site pessoal e o do Seminário de Filosofia, é preciso impedir o meu acesso até mesmo às redes sociais, para que se cumpra a instrução baixada anos atrás pelo líder comunista Milton Temer: “Do Olavo de Carvalho não se fala.” Sim, é preciso calar o Olavo de Carvalho e deixar o espaço todo à mercê de detratores semi-analfabetos que se esmeram na produção de lendas difamatórias e provocações idiotas contra um autor que mal conseguem ler.

A guerra do Facebook contra a liberdade de expressão

A cada dia que passa fica mais óbvia a importância de uma iniciativa como o The RealTalk.

Semanas atrás o Facebook foi obrigado a voltar atrás ao ser flagrado permitindo publicações de posts anti-Israel, ao passo que censurava publicações equivalentes quando os posts eram anti-palestinos.