China


Diálogo Pequim-Vaticano prepara uma “Igreja Católica falsa”, denuncia cardeal

9ª Assembleia dos Representantes Católicos, ficção criada pelo governo comunista não reconhecida por Roma. Uma “Igreja Católica fake (falsa)” vinha sendo preparada pelo regime comunista chinês, que tentava obter para isso uma chancela do Vaticano. Por sua vez, o Cardeal Joseph Zen, Arcebispo emérito de Hong Kong, denunciou o andamento do acordo entre a Santa […]

Obama passou informações secretas para Cuba

EUA: Obama ordenou que Inteligência compartilhasse informações confidenciais com Cuba Há apenas um mês da eleição de 2016, Barack Obama assinou uma diretriz política ordenando que a comunidade de inteligência dos EUA compartilhasse informações confidenciais dos EUA com o governo comunista cubano, mesmo após um dos principais oficiais de inteligência dos EUA classificar Cuba como […]

Por que a Rússia está por trás dos ataques com armas químicas na Síria?

O regime autoritário russo de Vladimir Putin está por trás dos ataques com armas químicas contra a população civil síria na localidade de Idlib, por razões estratégicas, políticas, geo-políticas e da tradicional guerra psicológica russa de amedrontar o adversário para forçá-lo a agir à sua maneira. 1. Não é segredo para ninguém que a atitude […]

Provokatsya

Não pode ser acidental que o Partido Comunista dos EUA (CPUSA) tenha endossado Hillary Clinton para presidente. O CPUSA ostensivamente tem sido, e permanece, um partido pró-Moscou.

O fundamento último da trama estratégica de Moscou está agora se tornando visível. Como John Dziak apontou em seu ensaio, “Soviet Deception: The Organizational and Operacional Tradition” (em tradução livre: O Engano Soviético: A Tradição Organizacional e Operacional), o conceito estratégico chave russo inclui: Proniknovenniye (Penetração), Provokatsiya (Provocação), Fabrikatsiya (Fabricação), Diversiya (distração), agent po vliyaiyu/ agent vliyaniye (agente de influência), Dezinformatsiya (Desinformação), Kombinatsiya (Combinação).

China: orações são proibidas em hospitais

Na província oriental de Zhejiang o furor do comunismo contra a fé cristã não cessa. Após iniciar a ofensiva contra as cruzes no topo dos templos religiosos, as autoridades comunistas dessa província oriental se assanharam contra a consolação religiosa dos doentes, informou o Asia News.

Uma circular persecutória estabeleceu que “fica proibida todo tipo de atividade religiosa” nos hospitais públicos. Na prática, esses constituem a totalidade das instituições de saúde no país onde tudo esta estatizado.

O hospital de Wenzhou – cidade conhecida como a “Jerusalém da China”, pela enorme concentração de cristãos – afixou a circular em seu ingresso.

A Última Palavra

Não queremos admitir que estamos fracos.
Queremos continuar na ocupação agradável de negar a força da Rússia, e os preparativos militares da China.

É nossa desconsideração pelo que é nobre que nos condena. É a nossa desconsideração pela verdade.

“O problema hoje é que as pessoas estão tão monstruosamente auto centradas que elas são incapazes de verem a si mesmas como outra coisa senão como beneficiários exclusivos e como culminação da história, quando na verdade somos todos apenas lajotas na estrada do tempo que estende-se diante de nós. Todos têm sido ensinados que cada pessoa nasceu para a glória, fama e riquezas terrenas, e qualquer coisa aquém disso não pode estar correto e certamente não pode ser a vontade de Deus. Tenho ouvido, em mais de uma ocasíão, cristãos me dizerem com o tom mais sério, “A que propósito as pessoas podem servir e que bem elas podem fazer se estiverem mortas”?
Ann Barnhardt

Bufão acintoso

O “Comandante Máximo”, que se acha um sujeito “safo” na sua eterna permissividade, é um péssimo exemplo que nos leva à desídia e à dissolução.

No clássico romance “Os Irmãos Karamazov”, Dostoievski nos fala de um personagem abjeto, Fiodor Pavlovitch, o Karamazov pai, sujeito que embute na alma corrompida a “volúpia de mentir”. O gigante russo, abarcando como nenhum outro os abismos da alma humana, considera, com agudo senso psicológico, que o sujeito que mente a si próprio e que mergulha na própria mentira, acaba por não poder mais discernir a verdade, nem em si mesmo, nem em torno de si, deixando, portanto, de respeitar a si próprio e aos outros.

Mao Tsé-Tung: “A revolução não é uma festa”

Mao Tsé-Tung morreu há quarenta anos.
Maria João Marques recorda a vida e o legado do “grande timoneiro” e explica porque os chineses pouco choraram a sua morte.

Quando na manhã de 9 de setembro de 1976, há quarenta anos, os autofalantes espalhados pelas ruas das cidades chinesas informaram, “com a mais profunda tristeza, que o Camarada Mao Tsé-Tung, o nosso estimado e amado grande líder”[i] morrera durante a madrugada, dias depois do seu terceiro ataque cardíaco em quatro meses, os chineses não ficaram surpreendidos. Durante os milénios da história chinesa os fenómenos naturais haviam sido sempre obedientes a informar as populações sobre a manutenção, ou não, do mandato do Céu pelos governantes. Inundações, terramotos e colheitas destruídas? Eram sinal inequívoco de que a dinastia perdera o favor do Céu e que as populações, seguindo os ensinamentos de Mêncio, poderiam substituir os governantes que tinham perdido a virtude.

Alguém está aprendendo como derrubar a Internet

O tamanho e a escala desses experimentos – e especialmente a sua persistência – apontam para governos.

Durante este ano e talvez também durante o ano passado, alguém vem pondo à prova as defesas das empresas responsáveis por manter em funcionamento pontos críticos da internet. Esses experimentos vêm na forma de ataques bem calibrados, concebidos para verificar com exatidão a capacidade de defesa dessas empresas e o que seria necessário para derrubá-las. Não sabemos quem está fazendo isso, mas tudo indica que seja um país de grande porte. China ou Rússia seriam meus primeiros candidatos.

Rússia, China, e o jogo sujo da guerra virtual

O uso da desinformação como arma para manipular a população e distorcer a verdade, é, há muito tempo, uma estratégia empregada pelo movimento revolucionário. Com a popularização da Internet, a busca da esquerda pela ocupação de todos os espaços, como preconizava Antonio Gramsci, se estendeu ao mundo virtual. O esforço para levar a propaganda a todos os níveis da sociedade fez os governos da Rússia, da China e de seus aliados pelo mundo recrutarem um exército de internautas que, com perfis falsos, infestam a web com mensagens a favor de seus governos, ameaças a opositores e nações inimigas, e manipulação de notícias. As trollagens (postagens com argumentos sem sentido, apenas para causar confusão e atrapalhar a discussão) em fóruns de jornais independentes também são constantes. Por sua vez, os líderes ocidentais pouco têm feito para combater essa guerra virtual e parecem não se importar com a questão.

No caso da Rússia, a tática faz parte de uma ofensiva realizada em 3 frentes: o mercado de mídia global, a imprensa russa e a Internet.