China


Obama passou informações secretas para Cuba

EUA: Obama ordenou que Inteligência compartilhasse informações confidenciais com Cuba Há apenas um mês da eleição de 2016, Barack Obama assinou uma diretriz política ordenando que a comunidade de inteligência dos EUA compartilhasse informações confidenciais dos EUA com o governo comunista cubano, mesmo após um dos principais oficiais de inteligência dos EUA classificar Cuba como […]

Por que a Rússia está por trás dos ataques com armas químicas na Síria?

O regime autoritário russo de Vladimir Putin está por trás dos ataques com armas químicas contra a população civil síria na localidade de Idlib, por razões estratégicas, políticas, geo-políticas e da tradicional guerra psicológica russa de amedrontar o adversário para forçá-lo a agir à sua maneira. 1. Não é segredo para ninguém que a atitude […]

Provokatsya

Não pode ser acidental que o Partido Comunista dos EUA (CPUSA) tenha endossado Hillary Clinton para presidente. O CPUSA ostensivamente tem sido, e permanece, um partido pró-Moscou.

O fundamento último da trama estratégica de Moscou está agora se tornando visível. Como John Dziak apontou em seu ensaio, “Soviet Deception: The Organizational and Operacional Tradition” (em tradução livre: O Engano Soviético: A Tradição Organizacional e Operacional), o conceito estratégico chave russo inclui: Proniknovenniye (Penetração), Provokatsiya (Provocação), Fabrikatsiya (Fabricação), Diversiya (distração), agent po vliyaiyu/ agent vliyaniye (agente de influência), Dezinformatsiya (Desinformação), Kombinatsiya (Combinação).

China: orações são proibidas em hospitais

Na província oriental de Zhejiang o furor do comunismo contra a fé cristã não cessa. Após iniciar a ofensiva contra as cruzes no topo dos templos religiosos, as autoridades comunistas dessa província oriental se assanharam contra a consolação religiosa dos doentes, informou o Asia News.

Uma circular persecutória estabeleceu que “fica proibida todo tipo de atividade religiosa” nos hospitais públicos. Na prática, esses constituem a totalidade das instituições de saúde no país onde tudo esta estatizado.

O hospital de Wenzhou – cidade conhecida como a “Jerusalém da China”, pela enorme concentração de cristãos – afixou a circular em seu ingresso.

A Última Palavra

Não queremos admitir que estamos fracos.
Queremos continuar na ocupação agradável de negar a força da Rússia, e os preparativos militares da China.

É nossa desconsideração pelo que é nobre que nos condena. É a nossa desconsideração pela verdade.

“O problema hoje é que as pessoas estão tão monstruosamente auto centradas que elas são incapazes de verem a si mesmas como outra coisa senão como beneficiários exclusivos e como culminação da história, quando na verdade somos todos apenas lajotas na estrada do tempo que estende-se diante de nós. Todos têm sido ensinados que cada pessoa nasceu para a glória, fama e riquezas terrenas, e qualquer coisa aquém disso não pode estar correto e certamente não pode ser a vontade de Deus. Tenho ouvido, em mais de uma ocasíão, cristãos me dizerem com o tom mais sério, “A que propósito as pessoas podem servir e que bem elas podem fazer se estiverem mortas”?
Ann Barnhardt

Bufão acintoso

O “Comandante Máximo”, que se acha um sujeito “safo” na sua eterna permissividade, é um péssimo exemplo que nos leva à desídia e à dissolução.

No clássico romance “Os Irmãos Karamazov”, Dostoievski nos fala de um personagem abjeto, Fiodor Pavlovitch, o Karamazov pai, sujeito que embute na alma corrompida a “volúpia de mentir”. O gigante russo, abarcando como nenhum outro os abismos da alma humana, considera, com agudo senso psicológico, que o sujeito que mente a si próprio e que mergulha na própria mentira, acaba por não poder mais discernir a verdade, nem em si mesmo, nem em torno de si, deixando, portanto, de respeitar a si próprio e aos outros.

Mao Tsé-Tung: “A revolução não é uma festa”

Mao Tsé-Tung morreu há quarenta anos.
Maria João Marques recorda a vida e o legado do “grande timoneiro” e explica porque os chineses pouco choraram a sua morte.

Quando na manhã de 9 de setembro de 1976, há quarenta anos, os autofalantes espalhados pelas ruas das cidades chinesas informaram, “com a mais profunda tristeza, que o Camarada Mao Tsé-Tung, o nosso estimado e amado grande líder”[i] morrera durante a madrugada, dias depois do seu terceiro ataque cardíaco em quatro meses, os chineses não ficaram surpreendidos. Durante os milénios da história chinesa os fenómenos naturais haviam sido sempre obedientes a informar as populações sobre a manutenção, ou não, do mandato do Céu pelos governantes. Inundações, terramotos e colheitas destruídas? Eram sinal inequívoco de que a dinastia perdera o favor do Céu e que as populações, seguindo os ensinamentos de Mêncio, poderiam substituir os governantes que tinham perdido a virtude.

Alguém está aprendendo como derrubar a Internet

O tamanho e a escala desses experimentos – e especialmente a sua persistência – apontam para governos.

Durante este ano e talvez também durante o ano passado, alguém vem pondo à prova as defesas das empresas responsáveis por manter em funcionamento pontos críticos da internet. Esses experimentos vêm na forma de ataques bem calibrados, concebidos para verificar com exatidão a capacidade de defesa dessas empresas e o que seria necessário para derrubá-las. Não sabemos quem está fazendo isso, mas tudo indica que seja um país de grande porte. China ou Rússia seriam meus primeiros candidatos.

Rússia, China, e o jogo sujo da guerra virtual

O uso da desinformação como arma para manipular a população e distorcer a verdade, é, há muito tempo, uma estratégia empregada pelo movimento revolucionário. Com a popularização da Internet, a busca da esquerda pela ocupação de todos os espaços, como preconizava Antonio Gramsci, se estendeu ao mundo virtual. O esforço para levar a propaganda a todos os níveis da sociedade fez os governos da Rússia, da China e de seus aliados pelo mundo recrutarem um exército de internautas que, com perfis falsos, infestam a web com mensagens a favor de seus governos, ameaças a opositores e nações inimigas, e manipulação de notícias. As trollagens (postagens com argumentos sem sentido, apenas para causar confusão e atrapalhar a discussão) em fóruns de jornais independentes também são constantes. Por sua vez, os líderes ocidentais pouco têm feito para combater essa guerra virtual e parecem não se importar com a questão.

No caso da Rússia, a tática faz parte de uma ofensiva realizada em 3 frentes: o mercado de mídia global, a imprensa russa e a Internet.

China: cardeal ataca a falsa “pax” sino-vaticana; Xi Jinping sugere mais repressão a opositores

Se por acaso for afirmado um acordo entre a China comunista e a Santa Sé, ele virá com “a aprovação do Papa”. Mas nem mesmo nesse caso os fiéis estarão obrigados a levá-lo em consideração, se julgarem “em consciência” que é “contrário à fé”, instruiu o Cardeal Joseph Zen, arcebispo emérito de Hong Kong, noticiou o site “Vatican insider”.

O Cardeal lidera a resistência católica à falsa “pax sino-vaticana” que parece estar tomando forma durante encontros silenciosos de funcionários comunistas chineses com representantes do Vaticano com o aval do Papa Francisco.

O alto prelado salesiano exortou os católicos chineses a adotar uma atitude de resistência diante de acordos e praxes pastorais combinados entre Pequim e o Vaticano, ainda que aprovados pelo pontífice romano.