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Nos cinemas: as impactantes conclusões da pesquisa de Lee Strobel sobre a vida de Jesus Cristo

Jornalista investiga ressurreição de Cristo em filme imperdível para cristãos e ateus. Para salvar seu casamento, um ateu tenta provar se Cristo realmente era o filho de Deus na adaptação cinematográfica do bestseller “Em Defesa de Cristo” (1998). O drama cristão está enviando ondas de choque religiosas em toda parte. Mas qual é a verdadeira […]

Milagre: filme no Netflix critica eugenia abortista e ressalta valor da família

Faço desde já o alerta de spoiler para quem ainda não assistiu a este filme, até pelo fato de que, mesmo após a leitura desta análise, ainda valerá (e muito) a pena conferir esta raridade em meio a tantas obras cinematográficas de viés “progressista”. What Happened to Monday (Onde Está Segunda) desafia o padrão predominantemente […]

Olavo de Carvalho: o hápax legómenon brasileiro

Perdidos em meio à confusão mental reinante e incapazes de compreender a natureza e o escopo de suas atividades, figuras de diversos quadrantes ideológicos acabam optando por projetar sobre Olavo de Carvalho a imagem caricatural que pareça mais conveniente ao seu grupo de referências.

Por ter vivido parte da minha adolescência na África, sempre fui fascinado por dialetos obscuros. Esse fascínio eventualmente se converteu em um interesse genuíno pela linguística e por tudo o que diz respeito à linguagem, o que, apesar de nunca ter me ajudado a alcançar um domínio razoável do assunto, me apresentou uma porção de idéias e insights que lançam luz não apenas sobre nossos sistemas de comunicação como também sobre a vida de modo mais amplo e geral.

O Jardim das Aflições: o filme, as respostas e o foca da Folha

Comentário de Olavo de Carvalho:
Josias Teófilo e Matheus Bazzo tiveram a prudência — que todo brasileiro deveria ter — de gravar as declarações que deram ao repórter da Folha, Tiago Dias, podendo assim PROVAR o quanto este foi preconceituoso e safado na redação final que deu à sua entrevista.

Não que a desonestidade da classe jornalística brasileira seja alguma novidade, mas, no mínimo, a entrevista verdadeira, reproduzida aqui, terá mais leitores do que naquele jornalzinho tão pretensioso quanto porco, decadente e inútil, o qual hoje mal concorre, em número de exemplares, com os jornais menores que a empresa do sr. Frias publicava nos anos 60 do século passado.

Também é fato que o repórter Tiagódias, ao insinuar que “O Jardim das Aflições” não passa de um equivalente direitista do “Aquarius”, acrescentou, ao preconceito esquerdista de praxe, a sua própria inépcia de foquinha. O enredo do “Aquarius” — o pequeno proprietário ameaçado pelo capitalista ambicioso — é cópia local de um enredo que já foi filmado uns bilhões de vezes nos EUA, até em seriados de TV, ao passo que “O Jardim” é o documentário MAIS ORIGINAL e sem precedentes já produzido no Brasil.

Aí vai o texto da entrevista. Nunca leiam a Folha de São Paulo.


Tiago Dias:
Você se graduou em Jornalismo, fez mestrado em filosofia, focado na obra de Andrei Tarkóvski. Quando foi que você conheceu Olavo e sua obra? Como surgiu a ideia de acompanhar a vida do filósofo em um documentário?

Hype Conservadora: por que ser autêntico é mais importante do que ser descolado?

Os habitantes de Washington não se importam se você disser que o Distrito de Colúmbia é a Hollywood das pessoas feias. Mas diga-lhes que a cidade não é o epicentro do poder que eles acham que é, e eles ficarão incomodados.

A sociedade dos conservadores de Hollywood, The Friends of Abe, Inc. (FOA), acredita que a guerra de idéias está acontecendo dentro de nossa cultura, e não nos “think tanks”. O diretor-executivo do grupo, o cineasta independente Jeremy Boreing, conversou comigo recentemente por telefone sobre a luta crucial da qual os conservadores, há muito tempo, abriram mão.

Manifesto dos cineastas – a tara do cinema lulista

O primeiro passo de Lênin (assaltante de banco e assassino que morreu sifilítico), depois da Revolução Bolchevique de 1917, foi estabelecer, através da censura e do patrocínio do Estado, o completo controle da produção cultural.

Cineastas do degenerado cinema caboclo  lançaram manifesto contra o impeachment de Dilma Rousseff, figura que a maioria do povo brasileiro quer ver, por fraudulenta, pelas costas. (Detalhe: em recente pesquisa de opinião, cerca de 90% da população, entre pobres e ricos, revela não querer mais a “guerrilheira” de Lula no posto presidencial, arrebatado, segundo investigações da Lava-Jato, por força de eleições logradas com a grana roubada da Petrobras).

Diário do Olavo: a farsa da “Nova República”, a vigarice do MBL e o verdadeiro Ciro Gomes


Os últimos acontecimentos provam, da maneira mais cabal e inequívoca, que o Estado criado pela “Nova República” é imune ao clamor popular, é uma estrutura autônoma que paira, inalcançável e inatingível, acima da Nação. “Nossas instituições”, diante das quais tantos se prosternam em adoração, são um círculo de proteção construído em torno da criminalidade triunfante e do golpismo mais cínico.

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Recebi da Bruna Luiza:

Professor Olavo de Carvalho, estou participando dos protestos e vendo tudo de perto. Preciso alertar: o MBL está aproveitando um movimento popular e espontâneo para se colocar como liderança das ruas. Convocaram o povo a sair do cerco ao Palácio e ir para o Congresso ontem. Qual a utilidade disso, quando queremos pressionar diretamente Dilma e Lula? Também não chamaram ninguém para protestar hoje cedo, no horário da posse do Lula, somente hoje à noite. Conveniente, não? Dizem que somos liderados pelo Kim, o mesmo cara que disse que era preciso ter cautela com a prisão do Lula, que isso era sério. Um moleque frouxo! Por favor, alerte seus seguidores para o risco de deixar o MBL se aproveitar dos protestos. Estou na rua e fazendo o possível para alertar as pessoas, nos ajude, professor.

Trump, cinema e liberais

Trecho da aula 329 do Curso Online de Filosofia:

A quem possa interessar:
http://dailycaller.com/2016/01/26/who-is-the-real-ted-cruz/

Gustavo Caldas: Se é assim, e tendo em mente o artigo do Heitor de Paola sobre o Trump e suas conexões com os russos, fico mais confuso ainda sobre a nomeação republicana…

Nossa cultura popular contemporânea

Será que a esquerda realmente tem o monopólio sobre a narrativa hoje? No filme Obvious Child, Jenny Slate interpreta Donna Stern, uma comediante de stand-up, que é especializada em fazer piadas sobre suas partes íntimas, com a incursão ocasional no humor flatulento. Ela está prestes a entrar no palco. Sua amiga lhe oferece algum incentivo: “Você vai acabar com tudo lá em cima!”

Donna responde: “Na verdade, tenho uma consulta marcada para fazer isso amanhã.”

Donna está falando sobre sua consulta agendada para fazer um aborto.

Entendeu? É engraçado porque é verdade. Ou, se você é como eu, você não acha graça porque é verdade.

Muitos críticos acham que é engraçado. Um afirmou que “de longe está é a comédia pró-aborto mais premiada de todos os tempos.” Claro que, como gênero artístico, a coisa está nivelada por baixo, seria algo como fazer o melhor sushi de posto de gasolina do estado de Oklahoma.

Heliocentrismo, educação, ciência e debates

A paródia mundana da santidade é o sinal inequívoco da ruptura completa entre a alma e Deus.

Mal acabam de descobrir as tais ondas gravitacionais, e a turma já pede a minha opinião a respeito. Vocês têm idéia de quanto tempo eu levo para formar opinião sobre coisas dessa ordem?

Quando digo que uma questão é INDECIDÍVEL, estou afirmando, taxativamente, que NÃO TENHO NENHUMA OPINIÃO A RESPEITO; que, por maior que seja o meu interesse no assunto, e aliás por isso mesmo, deixo todas as opiniões em suspenso até maiores esclarecimentos, que talvez não venham no prazo de uma vida.

Mas basta eu afirmar isso e já aparecem milhares de pirrôlas, bagos e tutti quanti contestando a opinião que acabo de dizer que não tenho, como se não apenas eu a tivesse mas a defendesse com ardor fanático.