conservadorismo


O indicado de Trump para a Suprema Corte tem os mesmos adversários de Ives Gandra Filho

Ninguém questiona o católico “progressista”, militante petista e defensor de invasores de terra, Edson Fachin, mas um conservador como Ives parece intolerável.

Em Porto Alegre, anos 60


Cartão postal: Porto Alegre, nos anos 60.

O que aconteceu com nosso país em meio século foi um desastre demográfico, social, econômico, político e moral. Engana-se quem imagina que seja assim em toda parte. Não, não é.

Não é para me exibir, mas eu vivi, amei e curti a Porto Alegre dos anos 60. E isso me dá uma boa perspectiva para perceber a involução dos padrões de segurança, conduta social e qualidade de vida no Brasil. O que vou contar fala daqui, mas pode se referir a qualquer das nossas grandes cidades.

Só o Cristianismo pode salvar a Europa

A verdade é que a Europa precisa recuperar sua grande narrativa pela qual deva viver, pela qual deva determinar o que é verdadeiro, bom e benéfico para seu povo.

O grande número de pessoas desembarcando no litoral da Europa – sejam refugiados, sejam imigrantes em busca de melhores condições financeiras – assim como o maléfico advento do Estado Islâmico e de outros grupos extremistas muçulmanos, levou o historiador Niall Ferguson a comparar, no jornal britânico The Sunday Times, o estado atual da Europa com o da época da chegada das tribos germânicas e dos hunos da Ásia Central às portas de Roma, no século V.

Educação em que a verdade importa


Lembremo-nos dos grandes livros escritos por grandes homens, como Chesterton, Eliot, Lewis e Waugh.

Storytelling e inteligência na disputa política: reflexões pós corrida eleitoral

Marketing político exige a execução de técnicas sofisticadas. Campanhas realizadas de forma medíocre, antiquadas ou restritas ao “feijão com arroz” (candidato falando, edição de imagens com candidato, candidato em passeatas, candidato em carreatas, visitas do candidato a comunidades…) são campanhas fadadas ao fracasso.

Notas sobre o debate Hillary x Trump

Aristóteles ensinava que um discurso retórico era composto por três elementos: ‘logos’, ‘ethos’ e ‘pathos’. O ‘logos’ é a racionalidade do discurso, embora possa o termo possa ser entendido como o próprio discurso. No caso retórico, a argumentação é composta de exemplos e entimemas. O ‘ethos’ refere-se ao carácter e à força de persuasão do orador, e o ‘pathos’ aos sentimentos e crenças do auditório.

A abolição das culpas

Algumas pessoas podem ficar desconsoladas por não ter uma nação como modelo. Mas isto pressupõe uma “mentalidade de escravo”, como diria Aristóteles.

Os intelectuais marxistas são peritos em fazer revisionismo histórico mas parece que muitos conservadores ou “direitistas” estão a tomar-lhe o gosto, dado vislumbrarem alguma necessidade de polirem os seus novos ou velhos ídolos (que até podem ser antagónicos entre si). Este revisionismo é normalmente usado para lavar honras de ideologias, religiões ou países. Mas existe uma diferença. Os revisionistas marxistas não têm pudor em falsificar a História de forma mais ou menos grosseira, abolindo factos e fabricando outros. Já os revisionistas da direita preferem entrar numa toada mais “relativista” com a intenção de diluir culpas. Note-se que não estou a falar de negacionistas do Holocausto ou de outras bestas do género mas de uma pretensa nova massa de pessoas que se quer substituir à esquerda dominante mas que se encontra notavelmente perdida por ter demasiada vontade de actuar e pouca de estudar.

Notas: revolução cultural, maternidade, Trump, etc.

Até há umas três décadas atrás a maternidade ainda era valorizada em filmes e séries. Eram comuns as cenas em que a mulher anunciava a gravidez, para alegria geral ou para desmaio do marido por excesso emoção. Eram coisas de uma certa ingenuidade mas que funcionavam porque correspondiam ao sentimento geral das pessoas.

Depois essas cenas foram desaparecendo e sendo substituídas por outras, em que a mulher ficava aliviada por descobrir que não estava grávida. Paradoxalmente, a vinda da menstruação tornava-se num pico de felicidade. Todos suspiravam de alívio. A minha geração viu isto repetido milhares de vezes e acreditou, aliás, aceitou como sendo a coisa mais natural do mundo.

O aborto e a memória intra-uterina

Há muitos argumentos contrários ao aborto. De razões religiosas, éticas e espirituais, até argumentos científicos, são vários os motivos para não se praticar a interrupção da gravidez. Sem contar o óbvio: a proibição da lei.

E em meio ao debate sobre o tema, muito se discute se o feto já pode ser considerado um tipo de vida, ou mesmo uma vida plena, ou se é apenas um amontoado de células, que não possui, ainda, as características necessárias para ser considerado um ser humano completo.

Aqueles que defendem que o feto não pode ser considerado um ser humano, entendem que, por isso, a mulher que o carrega no ventre teria liberdade para escolher se quer ou não dar seguimento à gestação. Se o que ela carrega em seu útero não é uma pessoa, não haveria razão para força-la a levar até o fim a gravidez.

Analista russo: Putin infiltra, seduz e desvirtua reações conservadoras no Ocidente

“O líder do Kremlin entendeu que não pode enfrentar o Ocidente no plano econômico ou militar”, afirma o comentarista russo Andrey Malgin (foto). “Mas poderia fazê-lo e até vencê-lo usando técnicas cuja inspiração vem do judô, que Putin gosta e pratica. Estas consistem em redirecionar a força e o equilíbrio do oponente contra ele próprio”. A notícias é da agência Euromaidanpress.

Os líderes de Ocidente poderiam então cair, não pelo poder da Rússia, mas por movimentos que desencadearam dentro de seus próprios países infiltrados ou desviados por “inocentes úteis” seduzidos por Putin.

Tratar-se-ia de manipular esses movimentos, como faz o judoca com o adversário: controlá-lo, desequilibrá-lo e vencê-lo com o mínimo de esforço.