conservadorismo


Quanto da nossa cultura estamos cedendo ao Islã?

Após o massacre do staff da revista Charlie Hebdo, pouquíssimos veículos de imprensa republicaram as caricaturas de Maomé. Stéphane Charbonnier, editor da Charlie Hebdo, que foi assassinado em 7 de janeiro de 2015 juntamente com vários colegas, na foto acima, em frente da antiga redação da revista, logo após ela ter sido atacada com bombas incendiárias em novembro de 2011.

Uma sombra cruzou o olhar da professora


Enquanto seu interlocutor falava, ela o observava atentamente. Momentos antes o interrogara sobre se, sendo sociólogo, seria possível graduar-se sem conhecer as obras de Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim.

Mike Pence: “Trump é pró-vida e irá nomear bons juízes para a Suprema Corte”


Em todo o país, os eleitores pró-vida têm uma decisão a tomar nesta eleição. Será que eles confiam em Donald Trump o suficiente em questões pró-vida para votar nele contra a notória ativista do aborto Hillary Clinton? Em uma nova entrevista, o companheiro de chapa pró-vida de Trump, Mike Pence diz que os eleitores pró-vida podem ter certeza de que Trump é pró-vida.

Honório, Roma e a galinha

São inúmeros aqueles que procuram entender ou explicar os acontecimentos apenas com base nas articulações ou tramas políticas, nas vantagens ou interesses econômicos, nos avanços ou conquistas tecnológicas. Pouca atenção prestam ao caminhar dos espíritos, à transformação das mentalidades, à influência das ideias, à alteração dos hábitos, costumes sociais, leis e instituições.

Farândola enlouquecida
O Ocidente sofre há muito a erosão sistemática dos valores cristãos que estão na base da maior e mais esplendorosa civilização que o mundo tenha conhecido.

Hype Conservadora: por que ser autêntico é mais importante do que ser descolado?

Os habitantes de Washington não se importam se você disser que o Distrito de Colúmbia é a Hollywood das pessoas feias. Mas diga-lhes que a cidade não é o epicentro do poder que eles acham que é, e eles ficarão incomodados.

A sociedade dos conservadores de Hollywood, The Friends of Abe, Inc. (FOA), acredita que a guerra de idéias está acontecendo dentro de nossa cultura, e não nos “think tanks”. O diretor-executivo do grupo, o cineasta independente Jeremy Boreing, conversou comigo recentemente por telefone sobre a luta crucial da qual os conservadores, há muito tempo, abriram mão.

O Ocidente precisa dizer “Je suis Asia Bibi”

Asia Bibi e duas de suas cinco filhas, fotografadas antes de seu encarceramento no corredor da morte em 2010 por “blasfêmia”.

A condenação à morte de Asia Bibi é como a nuvem de material radioativo de Chernobyl: ela contamina tudo a sua volta. Após a prisão de Asia, seu marido Masih juntamente com seus filhos passaram a viver na clandestinidade. Eles mudaram de residência 15 vezes em cinco anos. Eles sequer podiam estar presentes na audiência judicial de Asia. Era por demais perigoso. Seu marido foi obrigado a se demitir do emprego.

O governo Temer e a urgência em desmascarar a narrativa comunista

(Seleção e organização: Edson Camargo, editor-executivo do MSM)

O problema essencial continua: o brasileiro é um povo cristão e conservador PROIBIDO de ter um governo cristão e conservador.

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Conservadorismo consiste em economia liberal MAIS cultura cristã. Até hoje, o pouco de liberalismo que se consegue introduzir na economia de vez em quando vem às custas de concessões cada vez maiores ao programa cultural da esquerda. Não creio que isso possa mudar muito no governo Temer.

Por que o pronunciamento de Bolsonaro foi admirável

A maior arma dos movimentos ideológicos não é sua força bélica, nem seu poder de arregimentação, mas a capacidade de manipular a linguagem em favor de seus objetivos. Portanto, para se obter algum sucesso na luta contra eles, depois que já conseguiram erigir um edifício de mentiras e slogans, é preciso, antes de tudo, fazer ruir esse castelo.

E isso não se faz, obviamente, discutindo as questões, lançando mão das mesmas expressões que eles usam e no mesmo sentido que dão. Ao fazer isso, já se entra na disputa derrotado, porque as palavras estão contaminadas do sentido que lhes favorece, que justifica seus atos e que condena, de antemão, seus adversários.

A masculinidade roubada

Faz mais de 25 anos, um quarto de século, que o mundo viu a queda do Muro de Berlim, e em seguida o colapso do império soviético. Os desorientados decretaram “o fim do socialismo”; porém, não foi assim.

Em “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, publicado em 1884, ano seguinte à morte de Marx (1883), Friedrich Engels mostrou aos marxistas que o capitalismo está estritamente ligado à família. Portanto, para destruir o capitalismo, é necessário destruir a família.

O século 20 pode ser chamado de “século do marxismo”: todos os países do mundo, quase sem exceção, foram aplicando todas e cada uma das dez medidas econômicas enumeradas por Marx e Engels no “Programa mínimo” do Manifesto Comunista de 1848, capítulo 2. Assim o capitalismo foi eliminado em muitos países, e em outros foi seriamente mutilado, e tolhido em sua capacidade de gerar riqueza, em especial para os mais pobres.

Jair Bolsonaro e a comunicação social

Infelizmente, existem coisas que são permitidas à esquerda, mas não a nós.

O dia 17 de abril de 2016 ficará marcado em nossa história como o primeiro passo objetivo dado pelo Brasil contra o comunismo do Foro de São Paulo. No entanto, a belíssima e emocionante vitória da democracia deixou um sabor residual amargo na boca de quem, como eu, apóia o deputado federal Jair Bolsonaro em sua pré-candidatura à Presidência da República.

Em seu breve discurso preliminar à declaração de voto favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, não se pode dizer que Bolsonaro tenha “mitado”. A menos que consideremos mitológico condensar tantos equívocos de retórica em meros 55 segundos.