conservadorismo


A crise européia dos “refugiados” e a necessidade de uma direita forte e verdadeira

Uma direita que acerta no campo econômico mas erra em todo o resto está invariavelmente fadada ao fracasso e não merece nenhum apoio.

Manifestantes em marcha organizada pelo PEGIDA (Europeus Patriotas Contra a Islamização do Ocidente)
recebem jatos de água da polícia
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O público brasileiro, carente de qualquer direita organizada, costuma enamorar-se com toda sorte de pretensos direitistas: centro-direitistas, social-democratas, democratas cristãos, liberais e até mesmo meros anticomunistas. Contudo, a crise “imigratória” da Europa tem ajudado a revelar as fraquezas desses ditos políticos “de direita”. Foram as políticas de Angela Merkel, da União Democrata-Cristã (CDU), de centro-direita, que arreganharam as fronteiras da Alemanha para talvez um punhado de refugiados genuínos, mas outros milhares de jihadistas, simpatizantes do ISIS, interessados unicamente em duas coisas: os benefícios do estado de bem-estar social europeu e a implementação de uma governança islâmica sobre o ocidente (concretizando as profecias próprias do islã e de seus teóricos, como Guénon e Qutb). Isso tudo não, sem antes, espetáculos de molestação pública de mulheres e arrastões, como vimos na virada de ano em Colônia (na própria Alemanha).

O conservadorismo é o inimigo comum

Para a grande mídia, meios intelectuais e para a classe política, o conservadorismo continuará a ser o que sempre foi: uma ameaça ao status quo.

Cada vez mais, fica evidente que não se deve fazer concessões àqueles que não comungam dos mesmos objetivos, que não possuem a mesma cosmovisão e possuem paradigmas que se diferenciam muito dos seus, ainda que, politicamente, haja alguma afinidade de idéias.

No ano passado, quando a disputa presidencial ficou entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, a quase totalidade dos conservadores brasileiros fizeram uma campanha positiva em favor do candidato do PSDB. Apesar desse apoio ter sido dado com desconfiança, ele foi bem explícito, chegando a parecer mesmo uma aprovação à figura do senador mineiro.

Reinaldo Azevedo e seus chiliques contra Bolsonaro: do jeito que o PT sempre quis

O movimento de aproximação dos tucanos com alguns liberais é arquitetado para garantir aos esquerdistas o controle da disputa ideológica.

Para aqueles que acompanham a página Canal da Direita, não são novidade os alertas que temos feito a respeito da constituição de uma falsa direita, composta por luminares da grande mídia pró-PSDB, editoras de indisfarçável perfil esquerdista e personalidades de alguns movimentos sociais, notadamente aqueles de cunho mais liberal e libertário.

A verdade sobre o ciclo da violência

A pedido do ilustre professor Olavo de Carvalho, apresentamos o vídeo “A verdade sobre o ciclo da violência”.

Stefan Molyneux, da Freedomain Radio, trata de tópicos que incluem disparidades de sentenças criminais entre os sexos, a população carcerária, pena de morte, falsas alegações de estupro, prevalência do estupro, abuso materno, fraudes de paternidade, mentiras, leis, etc.

Essa discussão é extremamente importante porque desafia o discurso feminista, amplamente divulgado pela mídia, de que o homem é responsável pela violência na sociedade, tratando a mulher sempre como vítima.

O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Liberalzinho

Vocês já devem ter visto por aí o famoso liberalzinho pó-de-arroz.

Esse liberal não segue um padrão unificado, mas muitos estereótipos fazem com que ele seja facilmente reconhecido.

Uma dessas características é a ojeriza que ele tem com os palavrões, que ele chama de ‘palavras de baixo calão’ — sem saber que está usando um termo racista derivado da palavra ‘caló’, de origem cigana do sul da Espanha e que significa ‘preto’. Ou seja, dizer que alguém usa palavras de baixo calão é o mesmo que dizer que a pessoa está usando linguagem de preto. O liberalzinho é todo afetadinho; quando escuta ou lê um palavrão, ele diz que está “horrorizado” (sic). Ui!

Homens para os novos tempos

Quando alguém começa ou acaba um texto ou um discurso falando mal de Jair Bolsonaro e da “direita” ou é um engajado esquerdista ou um maria-vai-com-as-outras.

Observo com interesse as primárias das eleições norte-americanas. Ventos novidadeiros sopram de lá. Qualquer que seja o candidato escolhido pelo Partido Republicano terá grandes chances de se eleger sobre o moribundo, medíocre e canhoto governo de Obama e seu Partido Democrata. Obama sairá desmoralizado da Casa Branca.

Entre os republicanos, o candidato por quem mais nutro simpatia é Donald Trump. Este, embora quase grosseiro nas suas falas diretas, é exemplo das qualidades que mais se preza nos nascidos na América do Norte: afirmativo, conservador em costumes, liberal em economia, contra qualquer iniciativa de governo mundial, defensor ardoroso de suas fronteiras e da supremacia americana. A população de todo o mundo, submetida há mais de um século de propaganda esquerdista, agora despertou. Na América também. Esquerdismo é engodo pernicioso.

Soros e a “nova” Constituição nos EUA: armadilhas para a direita?

Há vários esforços separados em curso para fazer alterações na Constituição dos Estados Unidos. Dois em particular constituem uma preocupação imediata: (1) o silêncio estrondoso dos meios de comunicação sobre o esforço esquerdista bem financiado para chamar por uma convenção constitucional “em 2020,” é, em si, bastante assustador. O seu potencial para respeitar liberdades americanas básicas não é bom. Isso seria pelo design da liderança desta organização avessa à liberdade, controlada por uma elite de esquerda, e financiada pelo bilionário George Soros. Se os EUA cairem nas mãos desta turba não seria por acaso.

O “caldo” engrossa
2 – No entanto, ao mesmo tempo, também há um projeto da direita que – embora bem intencionado – pode  conduzir a resultados indesejáveis semelhantes. Isso seria provavelmente acidental e apesar da liderança desta operação seja mais orientada para a liberdade.O problema: Do que podemos discernir é que os “bandidos” (o primeiro grupo) aqui são mais bem financiados e mais bem organizados e coesos do que os “mocinhos” (o segundo grupo).

Para vencer o terrorismo

“Infelizmente, eu testemunhei o nascimento do terrorismo anti-americano. Anos atrás ouvia o general Aleksandr Sakharovsky, chefe da espionagem estrangeira da União Soviética, pontificar que a nossa maior arma contra o nosso ‘principal inimigo’ (os EUA) deveria ser, a partir de então, o terrorismo, pois as armas nucleares haviam tornado obsoleta a força militar convencional.

Conheci bem Sakharovsky – ele foi conselheiro chefe da inteligência soviética para a Romênia durante cinco anos. A sua aparência não era a de uma pessoa cruel, mas o terrorismo era a sua solução favorita para problemas políticos; durante os seus anos de atuação na Romênia, instigou a matança de cerca de 50 mil anti-comunistas. Depois, Sakharovsky serviu 16 anos – período sem precedentes – como chefe do serviço de inteligência estrangeiro da União Soviética (1956-1972), tempo durante o qual espalhou o terrorismo anti-americano pelo mundo.

Em 1969, Sakharovsky tranformou o sequestro de aviões – a arma escolhida para o 11 de setembro – em terrorismo internacional. Em 1971, lançou a Operação Tayfun (palavra russa para “tufão”), destinada a transformar o antigo ódio mundial contra os nazistas em um ódio contra os EUA, o novo ‘poder de ocupação’.

O Brasil precisa urgente de um novo IPES

O Brasil precisa de um novo IPES, congregando amplos setores da vida nacional em volta de um objetivo comum: a recuperação da sociedade brasileira, em todos seus aspectos, não só econômicos.

O Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) foi fundado em 1961 no Rio de Janeiro pelo coronel Golbery do Couto e Silva e um grupo de empresários anticomunistas, dispostos a readequar e a reformular o Estado brasileiro. Tinha por objetivo criar barreiras intelectuais contra a propagação das ideias marxistas durante o governo João Goulart. Promovia Estudos de Problemas Brasileiros para os governos militares pós-1964.

“No setor privado, destaca-se o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), fundado em 1961. O Ipes é geralmente associado à conspiração para depor o presidente João Goulart, mas a sua contribuição foi relevante para as reformas. Na verdade, o Ipes apoiou uma série de estudos sobre problemas estruturais da economia de que participaram muitos especialistas, entre os quais Roberto Campos, Mário Henrique Simonsen e Delfim Netto” (Maílson da Nóbrega, in “Há esperança”, Veja no. 2459, 6/1/2016).

Por que precisamos de “grammar schools”?

12528313_745507645550007_432657037_oManter a alta cultura viva é crucial para a preservação da paz e da democracia”.
Roger Scruton

A notícia de que a Inglaterra está prestes a ter sua nova “grammar school” em 50 anos despertou uma reação hostil de quase toda a esquerda. Isso era previsível porque existe uma tensão entre nossa cultura democrática e o tipo de educação tradicional que se espera encontrar em uma boa “grammar school”. Frequentemente ouvimos que um sistema que ‘segrega’ aqueles que são capazes de receber um educação acadêmica rigorosa dos que não são é ‘elitista’ e que, portanto, é contrário aos princípios igualitários de uma verdadeira democracia. Isso é verdade, especialmente no mundo da alta cultura. Se uma determinada cultura não está disponível para todos – segundo os igualitários – então ela deve ser deixada de lado como uma questão privada, que não tem espaço na educação pública.