ditadura


“Cubazuela”: Raúl Castro a um passo do seu sonho macabro

Após 60 dias de manifestações, 61 assassinados, mais de 1.000 feridos e centenas de presos, a solução para pacificar o país encontrada por Nicolás Maduro não foi cessar a violência desenfreada, os assassinatos de gente inocente e desarmada, e a realização de eleições livres e diretas, mas a instalação de uma Assembléia Nacional Constituinte (ANC). […]

Guerra é paz, paz é guerra

Enquanto no Brasil o assunto na mídia, nas redes sociais e conversas de botequim gira em torno dos mega-escândalos exibidos na “Operação Lava Jato”, a Venezuela arde e sangra, em meio a um mar de miséria, fome, repressão e assassinatos de gente inocente e desarmada, sem que no Brasil as pessoas se dêem conta. Poucos […]

Foro de SP apóia Maduro sem suporte na Venezuela

Numa situação na qual imperam violência, fome, miséria e afrontas constantes, da parte do governo, aos direitos civis mais elementares, o povo e as oposições protestam na Venezuela.

Cubanos, não tenham medo!

A nação cubana leva décadas em franca deterioração. Seus filhos são os que devem restaurá-la.

É uma demanda que se ouve em Cuba desde há décadas, porém que lamentavelmente não foi atendida pela maioria dos ilhéus que reclamam a governos estrangeiros, os direitos e oportunidades que possivelmente não foram capazes de exigir em seu país.

Bolsonaro e a verdade sufocada pelo MBL e seus comparsas

Fernando Holiday, cria do MBL e um de seus coordenadores, numa tentativa patética de reforçar suas falas, sempre inicia seus discursos dizendo que é “negro, gay e da periferia” (sic).

Puxa vida, é mesmo? Se você não falasse, ninguém perceberia!

Reinaldo Azevedo, vigarista e profissional da cegueira, e as mentiras contra o Cel. Ustra

Reinaldo Azevedo, você é apenas um CANALHA. O que você diz de mim e dos meus alunos é tão porco, tão abjeto, tão mentiroso, que nem merece resposta. Não vou discutir com você, porque meus alunos são suficientes para jogar você na privada tucana que é o seu “habitat” natural.

Não há acordo possível entre os que querem salvar o Brasil e os que querem, acima de tudo, salvar a “Nova República”.

Jair Bolsonaro e a comunicação social

Infelizmente, existem coisas que são permitidas à esquerda, mas não a nós.

O dia 17 de abril de 2016 ficará marcado em nossa história como o primeiro passo objetivo dado pelo Brasil contra o comunismo do Foro de São Paulo. No entanto, a belíssima e emocionante vitória da democracia deixou um sabor residual amargo na boca de quem, como eu, apóia o deputado federal Jair Bolsonaro em sua pré-candidatura à Presidência da República.

Em seu breve discurso preliminar à declaração de voto favorável ao impeachment de Dilma Rousseff, não se pode dizer que Bolsonaro tenha “mitado”. A menos que consideremos mitológico condensar tantos equívocos de retórica em meros 55 segundos.

Sobre o voto de Bolsonaro e o retorno do PT à oposição

0 – Sim, sua apresentação de voto poderia ser outra. Faltou prudência e pragmatismo, mas não faltou verdade (meu foco aqui é o mérito do voto, portanto). Estamos mal-acostumados com muita estratégia e pouca verdade. É preciso inverter essa lógica.

1 – O Coronel Brilhante Ustra e todos os militares que garantiram o cumprimento da Constituição em 1964 são heróis. Enquanto destruía o Brasil no governo, a esquerda já tinha grupos armados treinados desde 1961, alguns em Cuba. O Congresso Nacional decidiu afastar Jango; com as movimentações da esquerda armada, às FFAA asseguraram a decisão legal. Ademais, durante TODO o período militar, salvo raros exceções (erros injustificáveis) somente terroristas e bandidos tiveram problemas com os militares. Todos esses méritos não são apagados pelo demérito de os militares demorarem absurdamente para acabar com o período de exceção.

A esquerda quer também o monopólio da tortura

O PT nunca se posicionou contra as torturas praticadas em países comunistas, como Cuba, porque este país é governado por um sistema totalitário que lhe serve de modelo.


Tortura: “Suplício ou tormento violento infligido a alguém” (Dicionário Aurélio).

Aprovada após o episódio ocorrido na Favela Naval, em São Paulo, quando policiais foram filmados batendo em pessoas paradas em uma barreira policial, a Lei nº 9.455, de 7/4/1997, afirma que tortura é: 1) constranger alguém com uso de violência ou ameaça grave, causando-lhe dano físico ou mental para obter declaração ou confissão, provocar ação ou omissão de crime ou discriminar por raça ou credo; 2) submeter alguém sob sua guarda ou autoridade a intenso sofrimento físico ou mental, para aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo; 3) o crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia; 4) a pena é de reclusão, em regime fechado, de dois a oito anos; se houver morte, a pena é dobrada para até 16 anos; aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, deve ser condenado de um a quatro anos de prisão.

“Nós, que lutamos pela democracia…!”

A seca do Nordeste ajuda mais a venda de ingressos para o desfile das Escolas de Samba no Rio de Janeiro do que a luta armada serviu à redemocratização do país.

Nessa encrenca política, típica de republiqueta bananeira em que o país está enfiado, volta e meia a frase que dá título a este artigo é pronunciada, com poses de estadista, por membros do partido governante. Que é isso, companheiro? Prá cima de mim? Desmentidos a respeito dessa alegada luta pela democracia são abundantes, inclusive entre participantes da atividade clandestina que, mais tarde, se tornaram honestos historiadores do período. Exatamente por esse motivo nenhum está no governo. A balela da luta pela democracia requer relação inescrupulosa com a verdade.