Doutrinação


Por que tantos professores de história são comunistas?

Perdi a conta do número de vezes em que participei de debates de natureza política ou ideológica tendo do outro lado da mesa professores de História que não dissimulavam suas convicções comunistas, ou marxistas, ou socialistas. Não são poucas, por outro lado, as mensagens que recebo contendo relatos de alunos sobre a doutrinação política desenvolvida […]

A espiral da mediocridade

A consequência de décadas desta hegemonia esquerdista é aquilo que chamo de espiral da mediocridade. O ambiente universitário brasileiro, a exemplo do jornalístico, é um terreno no qual sempre proliferou a mentalidade esquerdista. O Partido dos Trabalhadores, desde os anos 80, é o preferido de professores e alunos, que ostentam sua militância abertamente e com […]

A propaganda ideológica e a liberdade de cátedra do professor

Os mesmos que também repelem o projeto Escola sem Partido, não se cansaram de sair em defesa dos supostos direitos do professor, mas não se lembraram dos direitos da parte mais fraca do processo educacional, os estudantes.

Ouvindo a voz das ruas, que clama pela rejeição da nefasta ideologia de gênero, a Câmara de Niterói aprovou as emendas 54 e 98 ao projeto de lei do Plano Municipal de Educação daquele município no dia 14 de julho deste ano. A emenda 54 retira do projeto a menção ao termo “gênero”, à semelhança do que fizera o Congresso Nacional relativamente ao Plano Nacional de Educação. A emenda 98, por sua vez, vai além: proíbe expressamente a propaganda da ideologia de gênero nos estabelecimentos de ensino municipais. Porém, o prefeito Rodrigo Neves já anunciou que vai vetar a emenda 98, conquanto sancione a emenda 54.

Rompe-se o ovo da serpente

 
O Escola Sem Partido quebra o ovo da serpente.

Reações em contrário não disfarçam o abalo que o projeto produz na estratégia de dominação cultural em curso.

O que vou narrar são fatos da vida. Algo do muito que me chega por meio eletrônico. Dá para encher um livro com relato de mentiras ensinadas, abusos de autoridade e assédio intelectual. Agora, bem agora, enquanto abro e-mails, recebo dois exemplos. O primeiro é de um professor de Ciências Humanas:

Uma sombra cruzou o olhar da professora


Enquanto seu interlocutor falava, ela o observava atentamente. Momentos antes o interrogara sobre se, sendo sociólogo, seria possível graduar-se sem conhecer as obras de Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim.

Escola Sem Partido: juristas confundem liberdade de ensinar com liberdade de expressão

Quem leu na ConJur a reportagem de Marcos de Vasconcellos sobre o Projeto de Lei 867/2015 — que inclui entre as diretrizes e bases da educação nacional o Programa Escola sem Partido — não corre o menor risco de entender o que está em discussão no Congresso Nacional.

O maior de todos os assaltos, o assalto à inteligência

De milhões de brasileiros, tomaram o intelecto e a honestidade! Como calcular o valor desse dano? Mentiram-lhes tanto que já não se importam com a diferença entre verdade e mentira. Trata-se de uma atividade que se conta em décadas.

É um dos confrontos mais decisivos da história do Brasil. E terrivelmente desigual. De um lado, atuam grupos sociais espontaneamente organizados, dependentes apenas do idealismo e do civismo de seus membros. Mobilizam-se contra o uso político, ideológico e partidário do sistema de ensino. De seu sucesso depende a possibilidade de que o Brasil, num horizonte de médio prazo, possa contar com a ação livre, criativa e produtiva de sua juventude para embarcar num padrão de desenvolvimento compatível com os países que já colhem os resultados de sua opção pela Educação.

Invasão de escolas: o mínimo que você precisa saber



Imagem retirada do site do CPERS (sindicado de professores gaúchos, submetido a ordens e conchavos de PT, PSOL e PCdoB).


Em que medida invadir escolas pode melhorar o ensino? De que modo a interrupção das aulas, do processo de ensino, pode resultar em um ensino de qualidade? De que modo a pichação, a destruição do patrimônio e a depredação das escolas invadidas podem colaborar para com melhores estruturas escolares? De que forma oficinas de masturbação, miçangas, capoeira, feminismo, pichação, malabares e
hip hop podem contribuir em um universo de analfabetismo funcional endêmico (incluindo professores)?

Sobre a exclusão da literatura portuguesa do currículo do MEC

A esquerda transformou o sistema educacional brasileiro no pior de todo o mundo razoavelmente desenvolvido.

O objetivo último do sistema educacional brasileiro ao final do ciclo de estudos é que os educandos atinjam o mesmo padrão de idiotia de seus professores.

Totalitarismo através da educação

Lembram da ideologia de gênero, barrada no Congresso Nacional? E da posterior pressão do MEC, tentando obrigar estados e municípios a adotá-la? Pois retorna, agora, pela BNC.

A burocracia do MEC está com pé no estribo para cavalgar de vez a educação brasileira. Refiro-me ao uso extensivo e abusivo daquilo que a Constituição determina: fixação de “conteúdos mínimos” para o ensino fundamental. No recentemente aprovado Plano Nacional de Educação (2014-2024) foi inserido um negócio chamado Base Nacional Comum Curricular (BNC) e, obviamente, coube ao MEC, povoado de companheiros, realizar a frutuosa tarefa. O ministério reuniu 116 especialistas de 35 universidades e produziu um calhamaço que, neste momento, está “aberto” a sugestões da sociedade. Ora, a sociedade nem sabe o que está acontecendo. E o que está acontecendo é gravíssimo! Aquilo que, na perspectiva do constituinte de 1988, deveria ser um conjunto de conteúdos, se converteu num manual para homogeneizar cabeças e tornar hegemônica, no ambiente escolar, a ideologia que, há tempos, grassa e desgraça a educação brasileira.