economia


Governichos e badernaços

Qual a diferença entre um governo petista e um badernaço promovido por militantes de esquerda? É só a extensão do estrago. Praticamente uma questão contábil. No episódio do diálogo informal e reservado entre Michel Temer e Joesley Batista, é impossível não perceber que a repercussão institucional e a reação da mídia, especialmente daqueles veículos que […]

O custo cultural da regulação econômica

Vivemos em meio a uma revolução econômica. O fato de que ela tem nos engolido apenas gradualmente não a torna menos revolucionária. É uma revolução moral do mesmo jeito. Economia é uma questão moral. Não é uma questão sobre a qual os cristãos podem simplesmente concordar em discordar. É incrível a forma como muitos cristãos […]

Os desafios de Donald Trump

O verdadeiro conservadorismo, renovado agora por Trump, luta para manter intocados os valores tradicionais.
Estes não são apenas valores americanos, mas os milenares valores judaico-cristãos.

Um desastre chamado Obama

Obama está dando tchau e o clima na grande mídia brasileira e na imprensa esquerdista americana é de velório. Nas últimas semanas foi impossível não ligar a TV em qualquer noticiário, ou abrir qualquer jornal, sem assistir reportagens em tom nostálgico sobre o presidente progressista que recuperou a economia americana, tornou a saúde e educação […]

Foro de SP apóia Maduro sem suporte na Venezuela

Numa situação na qual imperam violência, fome, miséria e afrontas constantes, da parte do governo, aos direitos civis mais elementares, o povo e as oposições protestam na Venezuela.

As duas globalizações

Esse processo político é, na verdade, a maior ameaça que paira sobre a humanidade desde a origem, uma vez que tal entidade política mundial não poderia ser outra coisa que não uma ditadura.

Os inimigos da PEC do teto

A PEC 241 não “congela” coisa alguma. Apenas proíbe corrigir os gastos acima da inflação. Ponto.

Outra semana decisiva no Congresso Nacional. Há vinte anos abandonei as disputas eleitorais, convencido de que serviria melhor meu país escrevendo e falando do que buscando eleitores. Mesmo assim, esporadicamente, sou acometido de um desejo descabido de estar em Brasília para certas deliberações como o impeachment de Dilma Rousseff ou, agora, a PEC 241. Felizmente é uma vontade que dá e passa, semelhante àquele impulso de acender um cigarro que acomete ex-fumantes como eu em momentos de estresse.

União Européia: corrupção para viabilizar o “ecologicamente correto”


Os motores eram “limpos” para obedecer metas inatingíveis.
A Volksvagem não foi a única montadora que fez isso.
E o centro da corrupção estava na sede da União Europeia, que impunha as metas impossíveis.

 
Em diversos artigos que escrevo teço comentários sobre a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

Sobre o Estado


As distopias que visualizam o futuro próximo com a mais completa escravidão das pessoas relatam uma ameaça real.

Todo mundo já leu em algum lugar a famosa frase do francês Frédérik Bastiat:  “O Estado é a grande ficção pela qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo”.  Ele escreveu essa frase sarcástica no final do século XIX e a realidade desde então só piorou. Nos albores do século XX no mundo todo o Estado não se apropriava de mais do que 4% do PIB e, mesmo nos EUA, hoje em dia já leva para mais de 30% do PIB. No entanto, essa frase não é verdadeira por um simples motivo: o Estado é mais do que uma realidade distribuidora de renda. Muito mais. É o Poder. Temos, para explicar o Estado, que sair do sarcasmo de Bastiat e penetrar nas suas entranhas.

Cuba, Bolívia, Venezuela e Equador: a fonte secou

Nosso governo lixava-se para uruguaios, paraguaios, argentinos, bolivianos, equatorianos, venezuelanos, nicaraguenses e cubanos. Sua solidariedade se dirigia aos governantes desses países.

Assim como o Renascimento deve muito à atividade dos mecenas, membros abastados da elite daqueles tempos, assim também existe, há anos, um mecenato político vermelho. Nesse sentido, está a merecer estudo a atividade da Secretaria de Relações Internacionais do PT. Foi dali que saiu o senhor Marco Aurélio (top top) Garcia para determinar, até bem pouco, tudo que realmente importava no Itamaraty. Graças a essa interferência de um partido nas relações externas do Brasil, nosso governo, desde 2003, esteve para os articulados no Foro de São Paulo mais ou menos (não é uma analogia perfeita) como a Rússia para seus países satélites.