Eleições


Urnas eletrônicas: TODAS foram violadas em teste na Defcon

“Todos os modelos testados, invariavelmente, foram facilmente invadidos em menos de duas horas.”   Vejo que alguns espíritos já se assanham com a disputa presidencial de 2018. Lula – o condenado – deu o mote ao espalhar a tese de que uma eleição sem sua candidatura seria uma eleição ilegítima. Repetida religiosamente por serviçais ideológicos, […]

Brasil: os ardis do establishment para a extinção da democracia

As várias armadilhas em preparação para que a máfia que domina Brasília acabe de vez com o poder do voto e não tenha mais satisfações a prestar à nação, bem como os últimos acontecimentos políticos no Oriente Médio, são os temas analisados por Heitor De Paola na mais recente edição de seu programa, ‘O Outro […]

Santos: a acatar o que o país disse neste 1º de abril

A segunda fase do combate do povo colombiano em defesa de suas liberdades e contra o regime ilegítimo de Juan Manuel Santos, e de seu comparsa, as FARC, começou. As marchas e manifestações pacíficas de ontem em 20 cidades da Colômbia e em algumas do exterior, foram um êxito indiscutível e abriram, queira Santos ou […]

Já que falaram em bestas

“Pro grego, o pai de família, esse que cuida de tudo, da economia, ele chama despotes. Ele é o déspota. É por isso que quando os gregos inventam a política, a primeira coisa que eles fazem é seguir o espaço privado da família despótica. O pai de família e a mãe é a mesma coisa. Isso que nós entendemos que é o pai, a mãe e os filhos, e que tem que acrescentar avô e avó, tio e tia, primo e prima, isso é uma invenção do capitalismo, no final do século XVIII, durante o século XIX. Então tem data esse tipo de família, chamada família conjugal. Como a família restrita tem quase menos de dois séculos, um século e pouco. É recentíssimo. É por isso que é um assunto divertido os caras fazem barulho defendendo a família como uma instituição natural, eterna. Sabe, são umas bestas”.

(Esse trecho da palestra da socióloga Marilena Chauí a estudantes do Colégio Oswald de Andrade, em SP, pode ser assistido aqui).

Storytelling e inteligência na disputa política: reflexões pós corrida eleitoral

Marketing político exige a execução de técnicas sofisticadas. Campanhas realizadas de forma medíocre, antiquadas ou restritas ao “feijão com arroz” (candidato falando, edição de imagens com candidato, candidato em passeatas, candidato em carreatas, visitas do candidato a comunidades…) são campanhas fadadas ao fracasso.

Adeus à dinastia K?

 


Daniel Scioli (esq.) enfrentará Mauricio Macri (centro) no próximo 22 de novembro. A quem Sergio Massa (dir.) apoiará? (Foto AFP)

A Argentina foi às urnas em 25 de outubro de 2015 para eleger seu novo presidente da República. Embora tivesse tentado por todos os meios, Cristina Kirchner não conseguiu sua terceira eleição, como já fizeram seus camaradas do Foro de São Paulo Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega e Hugo Chávez, agora na pessoa nefasta de Nicolás Maduro.

 

Toda a imprensa nacional e internacional dava como favas contadas a vitória do candidato kirchnerista Daniel Scioli, porém, fartos de tanta roubalheira, inflação (que já atinge a casa dos dois dígitos), insegurança e miséria, os eleitores disseram não à continuidade levando dois candidatos ao segundo turno que acontecerá em 22 de novembro: o opositor Mauricio Macri, da aliança Cambiemos, e Scioli, do FpV (Frente para a Vitoria).

Pedido de cassação do PT é protocolado em Brasília


(Comentado por Olavo de Carvalho.
)

Protocolei em Brasília, nesta terça-feira (24), o pedido de cassação do registro do PT, por sua vinculação ao Foro de São Paulo, ao violar o Art. 28, alínea ii, da Lei dos Partidos Políticos, e outros encaminhamentos.

Ao todo foram quatro requerimentos protocolados, seguindo as recomendações do Prof. Olavo de Carvalho [http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/15716-2015-03-19-01-27-31.html].

 

No TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL:

1) Protocolo nº 5.754/2015: que pede a cassação do registro do PT [por sua vinculação ao Foro de São Paulo], por violar o art. 28, alínea II, da Lei dos Partidos Políticos, que determia que seja cassado o registro de partido que esteja “subordinado a entidade ou governo estrangeiro”.

O voto é secreto, não a apuração


Íntegra do meu pronunciamento feito na audiência pública sobre urnas eletrônicas, na Comissão de Tecnologia, Ciência e Informação, na Câmara dos Deputados, em 16 de dezembro de 2014.

Excelentíssimo Senhor Deputado Izalci, autor do requerimento desta audiência pública, ao que parabenizo pela iniciativa relevantíssima no momento em que vivemos. Demais membros da mesa e aqui presentes, a minha abordagem aqui nesta complexa questão, será de natureza política, numa breve fala aqui de 5 minutos, ao que agradeço ao deputado pela oportunidade de participação. 

Esta Casa de Leis é a instância adequada para os questionamentos aqui apresentados. Viemos aqui, caro deputado, solicitar, sim, a abertura de uma CPI, primeiro um grupo de trabalho para aprofundar, para que investigue, e uma CPI, posteriormente, para fazer as devidas investigações sobre a empresa Smartmatic. Aliás, eu queria perguntar ao nobre deputado, se confirma a ausência do representante do TSE e da empresa aqui nesta audiência pública? Os demais membros não são representantes? [Confirmam que não há representantes do TSE, nem da Smartmatic]. Então, realmente, se lamenta que não estejam aqui presentes representantes do TSE e da empresa Smartmatic, nesta importante audiência pública.

Saímos às ruas, de cara limpa!

mbl
Paulo Batista, Bene Barbosa, Hermes Rodrigues Nery, Kim Patroca Kataguiri e Paulo Eduardo Martins integram o Movimento Brasil Livre, que saiu às ruas, em ato pró-impeachment da presidente Dilma Roussef, em São Paulo, em 1º de novembro.

Os que saíram às ruas em 1º de novembro, na primeira manifestação pró-impeachment, catalizaram, de imediato, o sentimento geral do povo, ao que pode ter sido o maior embuste de toda nossa história.

Eleições brasileiras: cintilografia política e botox

Os milhões de brasileiros que estão inconformados com o governo esquerdista têm uma oportunidade histórica de levar adiante uma oposição racional e inteligente.

1. A re-eleita presidente do Brasil, Srª Dilma Rousseff, do esquerdista Partido dos Trabalhadores (PT), em suas primeiras palavras de festejo e de alívio ante a apertada vitória eleitoral, prometeu: “Meu primeiro compromisso deste segundo mandato é o diálogo”.

2. Essa primeira promessa presidencial de “diálogo”, reiterada em várias partes de seu discurso, é exatamente o contrário do que ela disse e fez ao longo de seu primeiro mandato, marcado pela intolerância política, pela asfixia da propriedade privada e da livre iniciativa, pela corrupção governamental e por uma política externa pró-chavista. Tudo isso contribuiu para dividir politicamente o país pela metade, e conseguiu levar os opositores da Srª Rousseff a uma situação de indigestão inédita na história desse país, conhecido por sua cordialidade.