Europa


Só o Cristianismo pode salvar a Europa

A verdade é que a Europa precisa recuperar sua grande narrativa pela qual deva viver, pela qual deva determinar o que é verdadeiro, bom e benéfico para seu povo.

O grande número de pessoas desembarcando no litoral da Europa – sejam refugiados, sejam imigrantes em busca de melhores condições financeiras – assim como o maléfico advento do Estado Islâmico e de outros grupos extremistas muçulmanos, levou o historiador Niall Ferguson a comparar, no jornal britânico The Sunday Times, o estado atual da Europa com o da época da chegada das tribos germânicas e dos hunos da Ásia Central às portas de Roma, no século V.

Juan Manuel Santos comprou o Prêmio Nobel

Graça Salgueiro, em seu programa Observatório Latino, na Rádio Vox, lembra do discurso proferido por Joseph Stálin há 64 anos.

O Outro Lado da Notícia: Bob Dylan, invasão da Europa, males da maconha, FHC, etc.

Heitor De Paola, em seu programa de rádio, O Outro Lado da Notícia, comenta o Prêmio Nobel dado a Bob Dylan, a invasão armada da Europa, e os males reais da maconha e as consequências da legalização do entorpecente, proposta defendida por figuras como Fernando Henrique Cardoso.

http://radiovox.org
http://heitordepaola.com

Imagens:
A invasão armada da Europa

Guardas de fronteira gregos encontram 52 toneladas de armas e munições em 14 contêineres CONEX disfarçadas de móveis para imigrantes.

Epicamente saloios: Quem é o futuro secretário-geral da ONU?

Depois do último 5 de outubro, é imperativo mudar o tema do feriado. A implantação da república em Portugal não excita ninguém – foi há mais de cem anos e deu origem a um dos períodos de maior bandalheira da história da Europa e arredores – pelo que é tempo de celebramos as peculiaridades do modo de ser português. Assim, sugiro que se substitua pelo ‘dia da saloiice nacional’ ou ‘dia da carneirada lusitana’.

Porquê no dia 5 de outubro? Porque neste feriado abriu o MAAT e se soube que António Guterres (na foto, com Chávez, em 2001) seria o novo secretário geral da ONU. E o país ficou transbordado de alegria como se Trump se desfizesse no ar, com revelação de afinal o candidato ser somente um holograma inventado por um cientista com um retorcido sentido de humor.

O Nobel da Paz fajuto e o petróleo para a Noruega

Quando a presidente do Comitê Norueguês do Nobel, Kaci Kullmann Five (foto), anunciou, no passado 6 de outubro, a decisão de outorgar o Prêmio Nobel da Paz 2016 ao presidente colombiano Juan Manuel Santos, os observadores de todo o mundo ficaram estupefatos. O titular do diário italiano Corriere della Sera se perguntava se a eleição tinha sentido; o espanhol El Mundo o considerou inapropriado e The Wall Street Journal o rotulou de estranho. Depois de tudo, Santos obteve o prêmio por seu papel em um processo de paz de seis anos com o bando narco-terrorista FARC, cujo acordo foi rechaçado pelo povo colombiano. Só 17% dos possíveis votantes o respaldou. Kullmann Five alegou que o galardão foi concedido em reconhecimento ao trabalho realizado, com a Noruega como país fiador, e para alentar a busca da paz. Porém, o móvel real de tão extravagante decisão pode-se encontrar, como ocorre com muitos países que fazem parte do duvidoso processo de paz na Colômbia, em interesses econômicos, especificamente, petróleo.

Europa oriental: a última barreira entre o cristianismo e o islã


O primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán é a nêmesis oriental da elite europeia.

Ninguém na Europa além dele se manifesta em defesa do “cristianismo”.
À dir.: Rei João III Sobieski da Polônia na batalha contra os turcos otomanos em Viena em 1683.


O destino da Áustria está em jogo.

Talvez tenha sido mera coincidência o fato do Cardeal Christoph Schönborn, Arcebispo de Viena, cotado para ser o próximo Papa, ter escolhido o dia 12 de setembro, aniversário do Cerco à Viena, quando as tropas otomanas da Turquia por pouco não conquistaram a Europa, para proferir um apelo extremamente dramático para salvar as raízes cristãs da Europa.

O phone-gate de Hillary: uma ameaça real

O maior desertor soviético, general Ion Mihai Pacepa, explica porque Hillary Clinton não pode ser presidente


Nota do editor do WND:
o general Ion Mihai Pacepa é o mais alto oficial de inteligência soviético que desertou para o Ocidente. Ele expôs as mentiras e os crimes em massa e a corrupão do seu ex-chefe, o presidente romeno Nicolae Ceausescu, levando o ditador a um colapso nervoso e o motivando a oferecer recompensas de milhões de dólares pela cabeça de Pacepa e a mandar esquadrões de assassinos para os Estados Unidos para matar o seu ex-chefe de espionagem. Ceausescu não teve sucesso. Pacepa hoje vive sob identidade secreta nos Estados Unidos como um orgulhoso cidadão americano.

Pacepa escreveu com o professor Ron Rychlak o livro Disinformation: Former Spy Chief Reveals Secret Strategies for Undermining Freedom, Attacking Religion, and Promoting Terrorism, publicado pelo WND Books, que também deu origem ao premiado documentário Disinformation: The Secret Strategy do Destroy the West. Atualmente, um filme baseado no livro Disinformation está sendo produzido em Hollywood.

União Européia: corrupção para viabilizar o “ecologicamente correto”


Os motores eram “limpos” para obedecer metas inatingíveis.
A Volksvagem não foi a única montadora que fez isso.
E o centro da corrupção estava na sede da União Europeia, que impunha as metas impossíveis.

 
Em diversos artigos que escrevo teço comentários sobre a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

Alemanha: é o começo do fim da Era Merkel?

A chanceler alemã Angela Merkel sofreu um duro golpe em 4 de setembro, quando o partido anti-imigração Alternativa para Alemanha (AfD) ficou à frente da União Democrata Cristã (CDU) nas eleições em seu estado natal Mecklenburg-West Pomerania.

Ostpolitik: o capitulacionismo vaticano ante o comunismo aos olhos de um historiador


Observadores do Patriarcado de Moscou, na verdade agentes da KGB disfarçados, chegam para vigiar
que o Vaticano II cumpra a promessa de não condenar o comunismo.


A política de aproximação do Vaticano com o comunismo, ou Ostpolitik, iniciada na década de 1960 sob o bafejo de João XXIII e Paulo VI, não só não deu os resultados esperados, mas se revelou desastrosa para os católicos sob a tirania marxista, escreveu George Weigel, pesquisador do Centro de Ética e Política Pública, de Washington. Seu artigo foi reproduzido no site da insuspeita Unisinos.