Eutanásia


Charlie Gard: a mobilização imprescindível para salvar sua vida

Deus está falando com a humanidade através do martírio do indefeso bebê Charlie Gard. O bebê britânico Charlie Gard, de 10 meses, internado no Great Ormond Hospital, em Londres, pode passar por um tratamento experimental que o ajude a resistir à síndrome de depleção do DNA mitocondrial, mas a Corte Europeia de Direitos Humanos aponta, […]

Os desafios da família no contexto preparatório do Sínodo dos Bispos

Após de tantos ataques sem trégua, e com todo o aparato tecnológico dos mass media, requer que intensifiquemos a oração e a vigilância.

O Papa Francisco convocou para outubro próximo a Assembléia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, para debater o tema “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”. Um questionário foi encaminhado a todas as dioceses, para reunir subsídios de reflexão que possam contribuir ao discernimento dos bispos, que apresentarão uma síntese ao Papa, que poderá tomar decisões para enfrentar “as novas urgências pastorais que dizem respeito à família”, conforme expressou em sua carta às famílias (http://press.vatican.va/content/salastampa/pt/bollettino/pubblico/2014/02/25/0138/00291.html#TESTO). Conclui a carta, rogando a oração pelo Sínodo dos Bispos, “um tesouro precioso que enriquecerá a Igreja”. 

Sim, devemos rezar, e muito. Seguindo o lema de São Bento: “Ora et Labora”. E mais, conforme pediu o próprio Jesus: “Orai e vigiai!” Os tempos atuais, na vida da Igreja, requerem oração e vigilância.

A lógica perversa do aborto

Em alguns países da Comunidade Européia já não é mais possível formar-se em medicina, se o estudante recusar-se a praticar um aborto em seus últimos anos de graduação.

O aborto está amplamente legalizado no mundo desenvolvido e no continente asiático. Na Europa, na América do Norte, na Austrália e em países da Ásia. Com pouquíssimas exceções (onde se legalizou) o número de abortos tem aumentado a cada ano, especialmente após a sua aprovação, nos Estados Unidos. Em 20 anos, o aumento foi espantoso: 200 mil para mais de um milhão e meio por ano. O número de abortos também cresceu a cada ano, sem nenhuma diminuição até hoje na Espanha, Inglaterra, Canadá, África do Sul, Nova Zelândia, Austrália, Índia, Rússia, Cuba e muitos outros. Com isso cresce gradativamente a banalização da vida, em todos os aspectos. O aborto, que era antes um crime, passou a ser propositalmente propagandeado, primeiro como um problema de saúde pública, depois como um direito das mulheres, considerado não mais como um mal menor que a sociedade tolera por uma questão de saúde pública, mas explicitamente um novo direito humano, o direito de matar, por qualquer motivo, o próprio filho não nascido. 

“Para quê existe a ANAJURE?” O caso Marco Feliciano

A defesa das liberdades civis está ou não acima de diferenças doutrinárias?

Agora, o presidente da Anajure, além de chamar de “intolerantes” todos aqueles que se posicionam contra a agenda gay e o aborto, faz com que seus assessores pressionem outros sites de notícias para que críticas à Anajure sejam tiradas do ar. Ao que parece, é isto que, para ele, se atende pelo nome de “defesa das liberdades civis fundamentais.” 

 

(N. do E: Leia também o editorial do MSM sobre os posicionamentos da Anajure.)

O Dep. Marco Feliciano está sob fogo pesado dos supremacistas gays, pois ele foi nomeado em 5 de março para presidir a Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados.

Os guerrilheiros marxistas de outrora são hoje os jornalistas

Grande parte dos jornalistas atuais são analfabetos funcionais munidos de uma ideologia política.

Existe uma aliança tácita entre a plutocracia internacional e os novos guerrilheiros marxistas.


“Se observarmos, por exemplo, a mudança de opinião que vem ocorrendo na sociedade, em relação a comportamentos que antes eram tidos universalmente como reprováveis, como é o caso do homossexualismo, do divórcio, do aborto etc., é difícil acreditar que tais mudanças aconteceram espontaneamente, e não como reacções provocadas por um meticuloso trabalho de engenharia social.”
(via Mídia Sem Máscara – Espontaneidade fabricada)

A renúncia do Papa

A Igreja nasceu em um meio pagão e sobre ele triunfou, porque a verdade é mais forte do que a mentira.

Outro grande desafio dos tempos é político: o embrião de governo mundial que ameaça todos, sobretudo os cristãos.

Temos que entender a renúncia de Bento XVI como de fato ela é: um sintoma da crise da Igreja, interpelada pelos desafios dos tempos. O papa Bento XVI renunciou como um grande que é. Não se acovardou, ele apenas viu que o que tinha que ser feito exigiu a energia de alguém mais jovem. A eleição agora de um novo papa dará a autoridade e a força necessárias para a travessia dolorosa que se aproxima.

De cara, Anajure troca princípios universais pela opinião das massas

Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda darás testemunho, acompanhando a maioria, para perverteres a justiça.
Êxodo 23: 2

Causa estranheza que o presidente da recém-fundada ANAJURE (Associação Nacional dos Juristas Evangélicos), Dr. Uziel Santana, de cara queira submeter à apreciação pública bens jurídicos inegociáveis, a exemplo da vida e da integridade física e mental das pessoas. Se a proposta do ilustre doutor prospera — aliás, uma proposta bem anticristã para um líder evangélico — por que não levar a ideia às últimas conseqüências, problematizando de um só golpe toda a nossa legislação penal?

Ora, se a capacidade de polemizar sobre assuntos sensíveis é a senha para submetê-los a um teste plebiscitário, havemos de reconhecer que não há limites para a “transvaloração de todos os valores”.  Existem ideologias que se especializaram precisamente nisso: relativizar valores consagrados, mesmo quando o resultado social dessa brincadeira seja algo absolutamente imponderável, quando não destrutivo.

Palmadas, aborto e política

Nas últimas eleições presidenciais, o debate sobre o aborto surgiu espontaneamente no seio da sociedade. Sentindo o risco que isso seria para a eleição presidencial, o PT, defensor histórico e irrestrito do aborto, montou uma operação enorme para abafar o debate. Temiam o ocorrido nas eleições de 2006, quando a então candidata ao Senado pelo Rio de Janeiro, Jandira Feghali, favorita nas pesquisas com ampla margem, foi derrotada quando surgiu o tema do aborto – ela é favorável.

Em 2010, Dilma se disse cristã, “pessoalmente” contra o aborto, e se comprometeu a “não tomar medidas” para que a legislação pró-aborto avançasse, acusando adversários de “calúnia” e “difamação”.

Na época, políticos ligados às religiões deixaram-se convencer e o próprio candidato de oposição foi tímido para explorar o eleitorado conservador. Se fosse mais ousado, veria que o movimento abortista não representa de forma alguma a opinião geral de brasileiros e brasileiras e poderia ter vencido as eleições.

Declaração de movimentos pró-vida e pró-família contra o governo do PT

Declaração do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família

Nós, participantes do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família realizado em Brasília de 7 a 9 de setembro de 2012,

CONSTATAMOS:

O crescente favorecimento da causa abortista pelo Governo Federal, em desconformidade com o compromisso assumido pela então candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, com os eleitores, em 2010.

A lamentável nomeação da Sra. Eleonora Menicucci, defensora e praticante confessa do aborto, para o cargo de Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres.

A celebração de contrato entre a União Federal e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), prorrogado pelo atual Governo (1), assim como a manutenção do grupo GEA (Grupo de Estudos sobre o Aborto), criado com a finalidade de promover a despenalização do aborto no país.

Novo código penal: penalizando inocentes e inocentando criminosos

Promotores da reforma querem aprovação em menos de dois meses.

Nesta quarta-feira (8) foi instalada no Senado Federal a comissão especial que tratará da reforma do Código Penal Brasileiro, conforme o Projeto de Lei do Senado PLS 236/2012.

Diferente do atual Código Penal, que levou 20 anos para aprovar, o novo Código Penal tem dada marcada para a votação final de aprovação em 4 de outubro.

Em menos de dois meses, em plena época de eleições, como os políticos conseguirão devidamente analisar o novo Código? A quem interessa tanta pressa? Por que aprovar o novo Código Penal em menos de dois meses?