FARC


FARC: Nova farsa para controlar a vida das crianças libertas

Nem o ICBF, nem a ONU, nem a UE, nem o governo Santos, parecem querer abrir os olhos sobre o processo das crianças em poder das FARC, e sobre os perigos que se encerram sobre os escolares em geral. As FARC querem perpetuar o controle das crianças recrutadas e dos meninos seqüestrados que consigam sair […]

Sobre o narcoterror comunista: tópicos inamovíveis

A Colômbia joga sua sorte em sua política de luta contra as drogas. Este governo nos converteu de fato em um Narco-Estado. Não é tolerável que semelhante assunto se resolva com o maior cartel de droga do mundo e de costas para a Nação.

Alguns amigos muito queridos nos pediram a lista de temas que não podem ser motivo de discussão e quanto menos de aprovação com as FARC. Para eles vão estes pontos que consideramos, como o título diz, INAMOVÍVEIS.

 

O Outro Lado da Notícia: Drogas e Terceira Guerra Mundial

Heitor De Paola, em seu programa de rádio, O Outro Lado da Notícia, fala sobre a devastação provocada pelas das drogas na sociedade contemporânea. As drogas como meio de corrosão social e suicídio coletivo, a invasão do narcoterror nas cidades brasileiras, e a disseminação do consumo de drogas como um dispositivo para controle social da parte de organizações globalistas ocidentais.

FARC e ELN: tiroteios e mortes entre esquerdistas

 PCC-FARC e o ELN abriram outra vez seu volumoso livro de carnificinas.

Juan Manuel Santos comprou o Prêmio Nobel

Graça Salgueiro, em seu programa Observatório Latino, na Rádio Vox, lembra do discurso proferido por Joseph Stálin há 64 anos.

Derrota comunista

A mídia esquerdista mostrou-se frustrada com a vitória indiscutível do “não”.
Diante do fato, foi de um cinismo colossal.

Os comunistas foram fragorosamente derrotados no plebiscito costurado na Ilha Cárcere para livrar a cara das Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia (Farc), bando narcoterrorista que há mais de cinco décadas vem detonando a vida da Colômbia e da América Latina. Para quem ignora os fatos, as Farc atuavam (e atuam) como braço armado do Partido Comunista Colombiano. De início, eram apenas um projeto esboçado durante os motins de “el Bogotazo”, em 1948, mas tornado trágica realidade dezessete anos depois sob o comando de Manuel Marulanda Velez, o “Tirofijo”, índio astucioso que entrevistei no final dos anos 1960 para documentário produzido pela TV alemã sobre as guerrilhas virulentas que, já então, tomavam conta do noticiário internacional.

O Nobel da Paz fajuto e o petróleo para a Noruega

Quando a presidente do Comitê Norueguês do Nobel, Kaci Kullmann Five (foto), anunciou, no passado 6 de outubro, a decisão de outorgar o Prêmio Nobel da Paz 2016 ao presidente colombiano Juan Manuel Santos, os observadores de todo o mundo ficaram estupefatos. O titular do diário italiano Corriere della Sera se perguntava se a eleição tinha sentido; o espanhol El Mundo o considerou inapropriado e The Wall Street Journal o rotulou de estranho. Depois de tudo, Santos obteve o prêmio por seu papel em um processo de paz de seis anos com o bando narco-terrorista FARC, cujo acordo foi rechaçado pelo povo colombiano. Só 17% dos possíveis votantes o respaldou. Kullmann Five alegou que o galardão foi concedido em reconhecimento ao trabalho realizado, com a Noruega como país fiador, e para alentar a busca da paz. Porém, o móvel real de tão extravagante decisão pode-se encontrar, como ocorre com muitos países que fazem parte do duvidoso processo de paz na Colômbia, em interesses econômicos, especificamente, petróleo.

O mais absurdo dos Prêmio Nobel da Paz

O Prêmio Nobel da Paz concedido hoje ao presidente colombiano Juan Manuel Santos, não transformará seu plano “de paz” com as FARC em um bom acordo. Esse plano é nefasto para o país e por isso a Colômbia o rechaçou no plebiscito do 2 de outubro de 2016. E o continuará rechaçando, em todos os cenários possíveis, pois esse plano, se for aplicado, destruirá as instituições democráticas do país, prolongará os sofrimentos do povo colombiano e não contribuirá nem à paz nem à concórdia nacional. A Colômbia resistirá até derrotar definitivamente as ambições criminosas das FARC. Nenhum Prêmio Nobel a Santos mudará por arte de magia essa situação.

Colômbia: Santos perdeu, e deve renunciar



O ex-procurador-geral Alejandro Ordóñez, um dos titãs que lutaram contra os acordos que
garantiriam a impunidade ao narcoterror comunista. (Foto: RCN)


O NÃO dos colombianos significa que é necessário acabar o processo com as FARC, pedir a renúncia de Santos e de seu gabinete, e convocar eleições adiantadas.
Não tinham a derrota prevista. Inclusive Raúl Castro, que estava céptico sobre a conveniência de fazer um plebiscito na Colômbia, se deixou convencer por Juan Manuel Santos e os cabeças das FARC, e deu sua aprovação ao que eles pensavam que era um triunfo indubitável graças ao maquinário de fraude que montaram na Colômbia. Estavam seguros de que se repetiria o roubo eleitoral com o qual Santos ganhou a re-eleição [1].

Narco-terror comunista: Timochenko e sua estranha idéia do perdão

Sem haver entregado as armas, tendo ainda centenas de seqüestrados, sobretudo crianças, e sem haver sequer expressado um arrependimento real pelas desgraças que ocasionaram à Colômbia, as FARC serão premiadas por Santos, Obama e a União Européia.

Em vez de dizer
“peço perdão a todas as vítimas do conflito”, o chefe das FARC, Rodrigo Londoño, disse o contrário:
“Ofereço perdão a todas as vítimas do conflito”. Entenda quem puder. Ou melhor, entendamos o horror desse discurso pelo que realmente diz, não pelo que quiséramos que dissesse. Ao “oferecer perdão”, Timochenko diz que ele perdoa suas vítimas pelo que elas fizeram às FARC. Ele não diz o contrário. Não se ria. Essa teoria de que os colombianos somos culpados pelo que “fizemos às FARC” é moeda corrente entre alguns políticos. Há dois meses, o prefeito de Cali, Mauricio Armitage, que uma vez foi seqüestrado pelas FARC, escandalizou o país ao dizer:
“A guerrilha tem que pedir perdão, porém nós também que pedir perdão à guerrilha por havê-los conduzido a que estejam 60 anos “dando bala’”.