FARC


Simón Trinidad e a vingança das FARC

As FARC estão novamente reconstruídas graças a um falso “processo de paz”, e estão pressionando a justiça americana e ao próprio presidente dos Estados Unidos para que libertem Simón Trinidad (foto).

Os assaltantes trabalharam em segurança, sem correr riscos e aproveitando a escuridão da noite. A matança foi executada em poucos minutos, sob um fogo cerrado de fuzis de assalto. Duas famílias camponesas que estavam festejando o ano novo em suas humildes residências, foram baleadas de maneira miserável. Dezesseis pessoas ficaram sem vida e seis outras foram gravemente feridas. Entre os mortos havia quatro crianças e seis mulheres. “Não gritaram nada, não nos avisaram nada, simplesmente se limitaram a disparar contra minha casa, na qual estávamos pelo menos umas 15 pessoas”, pois havia ali uma festa familiar, contou Felipe Amaya, um dos sobreviventes, que perdeu um filho de oito anos. Entre os feridos havia três crianças e três adultos, quase todos com feridas de bala no tórax, em braços e pernas.

Palácio do Planalto, puxadinho do PT

Agora, a Orcrim anuncia que vai à luta para não sair. Ao cidadão de bem não é tolerado, sequer, indignar-se com tudo isso. Se expressar sua revolta, lhe jogam por cima os clichês do ódio e da intolerância.

A reunião Kerry-Farc em Cuba

O encontro do Secretário de Estado John Kerry em Cuba com os cabeças das FARC, articula conotações geopolíticas internacionais do interesse dos Estado Unidos sobre o Caribe, a linha política pacifista exterior de Barack Obama frente a países de tendência anti-ianque, e as conveniências partidaristas democratas no tenso período pré-eleitoral que se vive nos Estados Unidos. Isso foi o que pontuei em entrevista de análise política com o jornalista Carlos Montero, do programa Café CNN, que se transmite desde Atlanta, Geórgia, para as pessoas de fala hispânica do mundo.

As FARC insistem em ser um partido armado


Não houve assinatura “da paz” em 23 de março. Nesse dia houve, ao contrário, fato raríssimo, uma pacífica manifestação de jovens intrépidos em frente à embaixada dos Estados Unidos em Bogotá, com cartazes em inglês e espanhol. Protestaram pela linha de concessões extremas às FARC que o Secretário de Estado John Kerry respalda e pela recente reunião dele, a portas fechadas, em Havana, com os chefes narco-terroristas.

Colômbia: Santos e as FARC contra a democracia


Santos cumprimenta “Timochenko”, líder das FARC, com o “beneplácito” de Raul Castro.

As FARC exigem a demolição de toda a oposição liberal, conservadora e centrista contra os planos pactuados em segredo com Santos em Havana.
As FARC exigem essa destruição.

1. As manobras desesperadas de Juan Manuel Santos em curso contra o ex-presidente Álvaro Uribe (a captura injustificada de seu irmão Santiago, a tentativa de deter arbitrariamente os dois filhos do ex-presidente e senador, e as intimidações contra o ex-ministro Oscar Iván Zuluaga, presidente do partido Centro Democrático – CD), não é um capricho de Santos, nem o resultado de trâmites legais dentro do Ministério Público. É o resultado de compromissos secretos que Santos pactuou com as FARC no marco do processo de paz. Há uma relação direta entre esse mal-chamado “processo de paz” e ofensiva bestial de Santos contra o senador Uribe, sua família e o maior movimento político de oposição do país, o CD.

Colômbia vs. FARC: o que revelam os incidentes de El Conejo

AS  FARC mostraram que podiam amarrar o Exército em um setor-chave de nossas fronteiras. O que acontecerá da próxima vez?

No dia 18 de fevereiro, o Exército da Colômbia perdeu uma batalha contra as FARC. Entraram massivamente com ajuda interna e externa no município de Fonseca (Guajira) e realizaram, durante várias horas, um barulhento ato de propaganda armada e de intimidação. Não mataram nem seqüestraram ninguém, parece, mas humilharam e aterrorizaram o país. O Exército da Colômbia durante essa obscura jornada não moveu um dedo para impedir esse atropelo.

 

O Exército foi paralizado, pois aceitou ser paralizado. Hoje seus chefes devem estar envergonhados com o espetáculo miserável que deixaram a população civil de Fonseca e de El Conejo totalmente à mercê de esquadras de narco-terroristas armados até os dentes.

A chapa está esquentando

No artigo anterior eu havia comentado que o ano de 2015 havia fechado com reveses para o Foro de São Paulo e agora parece que o cerco está se fechando, embora isso não signifique, de maneira alguma, que o fim dessa organização criminosa esteja chegando.

Aqui no Brasil as operações de incontáveis nomes e etapas realizadas pela Polícia Federal, estão chegando perto do chefão mas ainda é cedo para cantar vitória. Entretanto, embora tenha sido divulgado no Brasil mas sem qualquer repercussão (oxalá, fizeram uma “operação abafa”), o delegado que assina o relatório da “Operação Acarajé” cita com firme convicção que a empresa Odebrecht pagou propina ao ex-secretário de Transportes do governo Cristina Kirchner, Ricardo Jaime – que hoje (25.02) foi processado por “malversação de dinheiro público” em irregularidades no reparo de vagões de trem da empresa Belgrano Norte -, e Ollanta Humala, ninguém menos que o presidente do Peru, apadrinhado e eleito pelo Foro de São Paulo.

Chamado ao Congresso dos Estados Unidos da América


Bandeira dos EUA é queimada durante evento em homenagem a Manuel Marulanda, o
“Tirofijo”, fundador das FARC, em setembro de 2008, na Venezuela.


Escrevo-lhes em meu nome e no das seguintes pessoas e organizações não-governamentais: Verdad Colombia, UnoAmérica, Ricardo Puentes Melo, diretor de “Periodismo sin Fronteras”, Jaime Restrepo, diretor da Asociación de Víctimas de las Guerrillas y del Terrorismo (AVGT), Fernando Vargas Quemba, diretor do Comité Nacional de Víctimas de la Guerrilla (VIDA), Libardo Botero, diretor do “Periódico Debate”, Darío Acevedo Carmona, historiador e professor universitário, pelos jornalistas Eduardo Mackenzie, Plinio Apuleyo Mendoza, Jaime Jaramillo Panesso e Andrés Candela. 

 

Iniciamos uma campanha através do Change.org solicitando ao Congresso dos Estados Unidos não prestar apoio nem político nem financeiro às negociações do governo de Santos com as FARC. Rogo-lhes ler o documento. Se estão de acordo, assinem. Também lhes peço que ajudem a difundi-lo por Twitter, Facebook, correio eletrônico ou por qualquer outro meio. Esta petição pode dar apoio e argumentos aos congressistas norte-americanos que já entendem a situação, ou àqueles que pensam que o apoio à “paz” é apoio à Colômbia. Ao finalizar a campanha encaminharemos a petição diretamente aos gabinetes de todos os congressistas dos Estados Unidos. Espero contar com sua ajuda. O texto do chamado ao Congresso é o seguinte:

 

Não proporcionem apoio financeiro ou político às negociações da Colômbia com a organização narco-terrorista FARC.

IV Cúpula da CELAC, Santos, FARC e Maduro


Rafael Correa fala, na abertura da IV Cúpula da CELAC, para um público desinteressado e sonolento.

Entre os dias 27 e 28 de janeiro celebrou-se a IV Cúpula da CELAC em Mitad del Mundo, no Equador, cidade que leva esse nome por ficar no marco zero da linha do Equador que divide os hemisférios norte e sul. Seu anfitrião, o presidente Rafael Correa, abriu a sessão no prédio da UNASUR que leva o nome do ex-presidente argentino Néstor Kirchner, fazendo menção às memórias deste e de Hugo Chávez da Venezuela. A presidência pró tempore foi entregue por Correa ao presidente da República Dominicana, Danilo Medina.

Colômbia: o autoritarismo vaidoso de Santos e a cessão da Isagén

O equilíbrio estratégico do que a Colômbia necessita para seu desenvolvimento industrial e comercial foi rompido, pois ele fica agora nas mãos de um distante grupo canadense que não pensa na Colômbia nem em sua bio-diversidade.

O presidente Santos fez, de novo, o que queria. Cedeu a uma multi-nacional canadense, por um punhado de dólares, um elemento capital da independência energética da Colômbia. A venda da Isagén não foi só uma “privatização”, como pretende a claque governante. Essa venda, que inclui as caras instalações de cinco plantas hidrelétricas e uma térmica, mais de 11.000 hectares de bosques, lagoas e rica bio-diversidade (com 92 espécies ameaçadas ou em vias de extinção), é uma operação administrativa irresponsável que terá repercussões políticas. É, em última instância, o maior crime que um mandatário tenha podido cometer contra a autonomia industrial, social e climática de seu próprio país.