FARC


Colômbia: terroristas condenados por crimes de lesa-humanidade poderão fazer política

Estes são, pois, os “progressos” que, na linguagem de Santos, está fazendo o curioso “processo de paz”, processo que milhões de colombianos interpretam, pelo contrário, como uma marcha absurda para a assombrosa rendição do Estado ante as pretensões revolucionárias das FARC.

O presidente Juan Manuel Santos declarou que os guerrilheiros condenados por crimes de guerra e crimes de lesa-humanidade poderão ser candidatos em eleições e intervir em política livremente, e que esse ponto deverá fazer parte do “ato legislativo pela paz” que começará a ser discutido no Congresso da Colômbia a partir de março de 2016.

Príncipes sauditas traficando drogas: já vi esse filme

Quanto ao Líbano, este há muito se tornou conhecido como um ponto de trânsito internacional para a cocaína sul-americana.

O príncipe saudita Abdel Mohsin Bin Walid Bin Abdul-Aziz foi detido por autoridades libanesas no aeroporto internacional de Beirute Rafik Hariri, em 26 de outubro de 2015. Duas toneladas de anfetaminas (fenethylline) e um pouco de cocaína foram encontradas a bordo de seu avião particular antes que ele decolasse para Riad, Arábia Saudita.

De acordo com o relatório de 2014 do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime, “a Arábia Saudita, Jordânia e Síria respondem por mais de 55% de anfetaminas apreendidas em nível mundial.”

Narcoterror comunista: Santos e o pacto de impunidade

Não se pode perder de vista o fato de que o pacto de impunidade assinado por Santos é também, e de alguma maneira, o resultado da guerra fria que o ditador Nicolás Maduro decretou à Colômbia.

O espetacular encontro com aperto de mãos entre o presidente Juan Manuel Santos e o chefe terrorista Timochenko, em Havana, e o grotesco pacto “de justiça” que assinaram sob o patrocínio do ditador Raúl Castro, não reduziu a desconfiança dos colombianos ante o chamado processo de paz. Apesar do alvoroço midiático e da estudada retórica lançada antes, durante e depois desse encontro, Santos foi incapaz de convencer os colombianos de que seus pactos com as FARC significam um passo para a paz e para a reconciliação nacional.

 

A essência do pactuado com Timochenko se reduz a uma frase: os crimes atrozes das FARC não serão punidos. A impunidade foi garantida a essa categoria de delitos, incluídos os crimes de lesa-humanidade, mediante o truque de umas sanções penais que suscitam o assombro das nações civilizadas: o “trabalho social” dos chefes terroristas em fazendas, escritórios, palácios e outros lugares confortáveis e abertos.

Santos, FARC e a paz dos cemitérios


Juan Manuel Santos entrega a Colômbia, num pacto diabólico com o chefão das FARC, Timochenko, sob as “bênçãos” do ditador Raúl Castro.
Foto: Orlando Barria/ultimahora.es

Há pouco mais de 3 anos de mentiras, acordos secretos e promessas não cumpridas desde que iniciou-se o chamado “processo de paz” em Havana entre o governo colombiano e as FARC. E no dia 23 de setembro, Juan Manuel Santos e o camarada Timoleón Jiménez, vulgo Timochenko – o chefão das FARC -, assinaram o acordo que poria fim ao conflito e apertaram as mãos como amigos, sob os sorrisos e aplausos do ditador Raúl Castro e mais alguns seletos convidados.

Lula, Dilma e o traficante: a Venezuela na berlinda outra vez

dcNo encontro de Diosdado Cabello com Lula e Dilma há mais do que quiseram fazer parecer.

Enquanto na Venezuela o assunto principal continua sendo a denúncia feita pelos Estados Unidos de que Diosdado Cabello (foto) é o chefão do narcotráfico internacional naquele país, conhecido como o “Cartel dos Sóis”, Nicolás Maduro diligentemente manda-o ao Brasil buscar apoio de seus sócios no Foro de São Paulo (FSP), Dilma e Lula.

Apostando na conivência da mídia companheira de viagem e no desinteresse dos brasileiros pela política além fronteiras, Cabello chegou ao Brasil na surdina, no dia 9 de junho, alegando ter recebido “instruções do companheiro presidente Nicolás Maduro, trabalhando pela e para a pátria”. O que foi dito à imprensa é que ele veio “revisar convênios de fornecimento de alimentos, medicamentos genéricos e outros”. O que não foi dito é que ele manteve reuniões secretas com a presidente brasileira – fora da agenda e a portas fechadas -, além de visitar Lula no instituto que leva seu nome e com os presidentes da Câmara e do Senado que o receberam – igualmente sem constar na agenda! – como se fosse uma celebridade que honraria o país com sua visita.

Como entender a retórica das FARC


A comunicação para eles, como foi também para os hitleristas, é uma técnica, uma arma ideológica para legitimar sua guerra contra a democracia liberal. O comunista, educado em um verdadeiro culto à mentira, é um verdugo que se apresenta como vítima.

As elites governamentais colombianas, tão conformistas sempre ante o fenômeno criminal comunista – pois foram descerebradas a respeito nos anos 1930 e 1940 por vários líderes exaltados do Partido Liberal -, nunca entenderam qual idioma falava essa gente, nem quais barbaridades podiam lançar empregando frases de alto valor positivo, emocional e consensual.

Não é senão ler o que disse há três dias Pastor Alape e ver como esse discurso arrepiante suscitou um certo entusiasmo e até o otimismo na jornalista que falou com ele “em um aprazível local de Havana”. Se tivesse entendido o sentido real do que o chefe terrorista dizia, ela teria saído consternada, e não teria intitulado “As FARC não descartam reclusão especial”. Alape disse, na realidade, o contrário.

Novo golpe das FARC ao processo de paz na Colômbia

Se o governo aceitar essa interpretação do pactuado em março de 2015, os 700 municípios minados do país ficarão à disposição das FARC e de seus aliados.

Edilson Romaña, porta-voz das FARC em Cuba, anulou de fato o acordo de março de 2015 entre eles e com o governo colombiano sobre o “desminado humanitário”. Anulou mediante uma declaração feita em Havana em 30 de maio de 2015. O chefe terrorista disse ante o correspondente de Noticias Caracol: “Se a extração de todo esse material (minas anti-pessoa e restos de explosivos de guerra) tem como propósito a tranqüila chegada das tropas, do para-militarismo e dos bandos criminosos, não se terá conseguido nada com o acordo (de março passado). Se é assim, não mais. É melhor deixar tudo quieto”.

Narcotráfico: coronel boliviano denuncia conluio de militares da Bolívia e Venezuela

evococaOs militares venezuelanos do “Cartel dos Sóis” (formado por generais do Exército), e militares cubanos que estão na Venezuela em postos-chave para facilitar o tráfico de cocaína com as FARC, são os parceiros dos bolivianos. 

 

No princípio de 2015 o coronel do Exército boliviano, Germán Rómulo Cardona Álvarez, elaborou um informe com o carimbo de “Top Secret” e enviou às máximas autoridades militares de seu país. Nesse documento ele revela inúmeras irregularidades cometidas por membros do governo Evo Morales, solicitando que se investigasse para apurar possíveis responsabilidades, uma vez que se tratava de assunto de segurança nacional. A denúncia informa delitos que vão desde o tráfico de influência até o tráfico de armas, e a criação de um grupo para-militar internacional dirigido pela Venezuela e Bolívia, com a colaboração das FARC.

Narcoterror na Colômbia: Santos, Olof Palme e a terceira via


As FARC se reorganizaram, cresceu sua agressividade e a mesa de Havana resultou ser uma vulgar janelinha por onde Timochenko passa suas exigências e Santos obedece.

Ante o mistério que encerra o entreguismo de Santos ante as FARC, ante a impossibilidade de saber, no momento, o que é que há por trás da obstinação de fazer concessões sem contraprestação a esse perigoso bando armado e aos cubanos, resta o recurso de fazer, ao menos, o inventário das motivações intelectuais que poderiam explicar essa particular atitude.

 

Pois deve haver teorias que incendeiam essa mente. Só a loucura gasosa do Prêmio Nobel que lhe prometeram não dá para tanto. Examinemos pois uma dessas teorias, que tem a vantagem de aparecer a cada certo tempo nos discursos do presidente. Juan Manuel Santos, de vez em quando, diz ser partidário da “terceira via”, sem explicar a qual das numerosas variantes dessa construção ele é adepto.

Perguntas sobre a cúpula narco-terrorista em Cuba

O atual chefe de Estado é acusado de ter atentado contra a segurança pública, de encobrimento, abuso de autoridade e traição à pátria.

Por que o presidente Juan Manuel Santos não quis dar a data nem os detalhes do insólito encontro em Cuba dos máximos chefes das FARC e do ELN? Por que Santos esconde sobretudo a data em que ele autorizou pessoalmente esse encontro clandestino?

Realizado, ao que parece, segundo uma rádio de Bogotá, entre 23 e 27 de abril passado, esse “encontro” permitiu a Rodrigo Londoño Echeverri, cognome “Timochenko”, das FARC, conversar não se sabe sobre o quê com Nicolás Briceño Bautista, cognome “Gabino”, do ELN.