fascismo


Charlottesville: Stalin ganha mais uma

O ministro alemão das Relações Exteriores, Joachim Von Ribbentrop (à esquerda.), o líder soviético Joseph Stalin (no meio, rindo) e seu ministro das Relações Exteriores, Vyacheslav Molotov (à direita, no canto), assinam o pacto no Kremlin em 23 de agosto de 1939.   There is really one only political party of any significance in the […]

O grande mentiroso: como Theodor Adorno redefiniu o fascismo

Tanto o fascismo quanto o nazismo são fenômenos da esquerda. Ideologicamente Isso faz sentido, porque na essência eles representam a ideologia do estado centralizado e todo-poderoso. Além disso, o fascismo surgiu do marxismo, e o fundador do fascismo, Benito Mussolini, era um marxista e socialista de longa data. Hitler também era um socialista que liderava […]

Impeachment, fascismo, Sartre, sexo, etc.

Tão logo a Dilma caia do burro, a esquerda, desprovida da mamadeira estatal, seguirá duas direções simultâneas: a agitação violenta nos campos e, nas cidades, a retomada da “revolução cultural” elevada à enésima potência. Como essa cambada interpreta a situação atual como um “remake” de 1964, ela reagirá voltando à estratégia dupla que então adotou, mesmo porque não sabe fazer outra coisa e vive no passado. Se vai ou não conseguir atiçar os países comunistas para uma guerra contra o Brasil, depende das conveniências internacionais, mas que vai obter alguma ajuda deles é certo como 2 + 2 = 4.

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O povo brasileiro ainda não entendeu que só haverá ordem jurídica no país quando os juízes do STF forem para a cadeia?

Notas: sobre a ignorância a respeito das estratégias globalistas

Se você quer fazer oposição, e não brincar de, aprenda a primeira e última regra do jogo: não há negociação com essa gente.

A ONU e o Diálogo Interamericano, através de sua cria, o Foro de São Paulo, enfim, conseguiram bater a meta de criar as Forças Sul-Americanas de Defesa.

O nome pomposo soa forte, mas a verdade é que ele engloba o sucateamento e subserviência das Forças Armadas à entidades supranacionais, além do extermínio das polícias antes de absorvê-las, desmilitarizando-as e sindicalizando-as.

Reflexo disso são nossos militares distribuindo panfletos contra o engodo montado em torno do Zika, além dos policiais, que também são militares, sendo abatidos como moscas por bandidos que possuem verdadeiros arsenais de guerra.

Fascistas não passarão?

O que é o fascismo, afinal? Trata-se de uma doutrina que prega a concentração do poder político na mão de um partido ou de uma aliança – exatamente como todos os grupos de esquerda fizeram ou tentaram fazer na História.

Uma das principais estratégias do revolucionário padrão está resumida na máxima atribuída ao ditador socialista Vladimir Lenin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que vocês faz.” Exemplo cruel – para nós, brasileiros – é o outrora autoproclamado “partido da ética” liderando esquemas de corrupção que fazem seus antecessores parecerem ladrões de galinhas. Mas, é claro, sem perder a pose de paladino da justiça.

A economia socialista do fascismo italiano

O fascismo de Mussolini foi simplesmente uma imitação da “terceira via” de Lênin.

Os níveis de consumo eram ditados pelo Estado, e os rendimentos ‘excedentes’ tinham de ser renunciados na forma de impostos ou ‘empréstimos’.

A economia do fascismo italiano é frequentemente ignorada ou banalizada porque muito do que continha é encontrado em economias do mundo contemporâneo. Vejamos alguns componentes da economia fascista: planejamento central, pesados subsídios estatais, protecionismo (altas tarifas), aguda nacionalização, favorecimentos escancarados, enormes déficits, altos gastos governamentais, socorro financeiro a bancos e indústrias, burocracia em cima de burocracia, massivos programas de bem-estar social, endividamento nacional desenfreado, inflação galopante e “um arcabouço econômico nacional integrado, multiclasse e altamente regulado.”1

Victor Davis Hanson: “conjuntura atual lembra o período pré-Segunda Guerra”

“Vivemos o nosso momento histórico de grande perigo”, escreveu na “National Review” o historiador Victor Davis Hanson.

Hanson leciona História Clássica na Universidade do Estado da Califórnia, em Fresno, e considera que Obama e os líderes europeus estão repetindo os erros de seus predecessores na década de 1930 em face da II Guerra Mundial que se anunciava no horizonte.

Segundo Hanson, a II Guerra, a mais mortífera da História, foi causada por um conjunto de fatores materiais e por imprevidências culposas que hoje estão se repetindo.

1) A crise econômica mundial, conhecida como a Depressão dos anos 30, favoreceu o desenvolvimento de tendências radicais no mundo, como o comunismo da União Soviética ou o nazismo na Alemanha.

Marco Antonio Villa entende muito de fascismo

O “historiador” Marco Antonio Villa apagou nossa postagem em sua fanpage do Facebook, com o convite para participar de um programa ao vivo na Rádio Vox e explicar o que é o FASCISMO. É óbvio que esse sujeito simula um papel de intelectual democrata e não faz a menor idéia do que seja liberdade de imprensa ou democracia, achando que arrotando uma erudição que não possui, vai enganar o público distorcendo o sentido da palavra FASCISMO.

Fascismo, Marco Antonio Villa, é o sistema econômico que sustenta as empresas de mídia em que você “trabalha”, associadas ao poder estatal do PT-Foro de São Paulo-PSDB…

No caso da revista Veja, da editora Abril, tal condição é tão explícita, que a redação do períodico fica no espigão do Banco do Brasil, que banca essa pseudo-oposição ao PT.

Marco Antonio Villa: um mico atrás do outro

Êta sujeitinho vagabundo, capacho do George Soros.

Conheci Marco Antonio Villa nos anos 70, na PUC/SP. O cara era maoísta, mas parece que os resíduos dessa praga nunca mais foram removidos. Ele ainda trata o socialismo esquematicamente como nos manuais, a realidade pouco importa. Afirmar que o PT não é comunista e que Olavo é fascista já diz tudo sobre ele, tanto no caráter quanto como historiador. Acho que ele não agüentou quando viu vários cartazes louvando Olavo nas manifestações. Mais um roedor da glória alheia, mais um invejoso como tantos.

Alguns desafios para Marco Antonio Villa

marco villa

Para início de conversa devo dizer aqui que tenho 2 livros de Marco Villa, que acho muito interessantes. Ele não é um dos meus autores/intelectuais preferidos, mas devo dizer que ele tem sua contribuição. Por outro lado, tenho quase todos os livros de Olavo de Carvalho e conheço muito de seu material, embora eu não seja aluno do seu Curso de Filosofia.

Posto isso, vamos aos fatos: em uma edição recente do TVeja, Marco Villa rotulou Olavo de Carvalho de “fascista” e ainda o chamou de radical. Em seguida, usou o xingamento típico da esquerda: “é um astrólogo”. A coisa não terminou por aí. Ele disse que essa direita (que seria a “turma do Olavo”) era o problema.