Folha de São Paulo


Imbecilidades do ecofascimo: “Salvem o clima, não tenham filhos, erradiquem a humanidade”.

A pregação verde prefere embutir a tese ridícula da extinção da humanidade na (de)formação da juventude. Seth Wynes, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e Kimberly A. Nicholas, da Universidade Lund, na Suécia, com ar de ciência publicaram na revista “Environmental Research Letters” um estudo com conclusões que até há pouco só se ouviam […]

Olavo de Carvalho: o hápax legómenon brasileiro

Perdidos em meio à confusão mental reinante e incapazes de compreender a natureza e o escopo de suas atividades, figuras de diversos quadrantes ideológicos acabam optando por projetar sobre Olavo de Carvalho a imagem caricatural que pareça mais conveniente ao seu grupo de referências.

Por ter vivido parte da minha adolescência na África, sempre fui fascinado por dialetos obscuros. Esse fascínio eventualmente se converteu em um interesse genuíno pela linguística e por tudo o que diz respeito à linguagem, o que, apesar de nunca ter me ajudado a alcançar um domínio razoável do assunto, me apresentou uma porção de idéias e insights que lançam luz não apenas sobre nossos sistemas de comunicação como também sobre a vida de modo mais amplo e geral.

O Jardim das Aflições: o filme, as respostas e o foca da Folha

Comentário de Olavo de Carvalho:
Josias Teófilo e Matheus Bazzo tiveram a prudência — que todo brasileiro deveria ter — de gravar as declarações que deram ao repórter da Folha, Tiago Dias, podendo assim PROVAR o quanto este foi preconceituoso e safado na redação final que deu à sua entrevista.

Não que a desonestidade da classe jornalística brasileira seja alguma novidade, mas, no mínimo, a entrevista verdadeira, reproduzida aqui, terá mais leitores do que naquele jornalzinho tão pretensioso quanto porco, decadente e inútil, o qual hoje mal concorre, em número de exemplares, com os jornais menores que a empresa do sr. Frias publicava nos anos 60 do século passado.

Também é fato que o repórter Tiagódias, ao insinuar que “O Jardim das Aflições” não passa de um equivalente direitista do “Aquarius”, acrescentou, ao preconceito esquerdista de praxe, a sua própria inépcia de foquinha. O enredo do “Aquarius” — o pequeno proprietário ameaçado pelo capitalista ambicioso — é cópia local de um enredo que já foi filmado uns bilhões de vezes nos EUA, até em seriados de TV, ao passo que “O Jardim” é o documentário MAIS ORIGINAL e sem precedentes já produzido no Brasil.

Aí vai o texto da entrevista. Nunca leiam a Folha de São Paulo.


Tiago Dias:
Você se graduou em Jornalismo, fez mestrado em filosofia, focado na obra de Andrei Tarkóvski. Quando foi que você conheceu Olavo e sua obra? Como surgiu a ideia de acompanhar a vida do filósofo em um documentário?

Hilda Hilst e o feminismo

Em 1999, eu morava na Casa do Sol quando a jornalista Marilene Felinto foi entrevistar Hilda Hilst para a Folha de São Paulo. Ao telefone, ela disse que seria “a entrevista do século”. Feminista convicta, Felinto esperava encontrar uma escritora que professasse ideologia semelhante à sua, cheia de discursos anti-masculinos — mas quebrou a cara. Nunca me esquecerei da sua expressão desapontada quando partiu.

O atentado em Nice

Foi chocante ver as imagens de um filme amador, feito por aparelho de telefone celular, do atentado terrorista em Nice, com o uso de um caminhão para atropelar a multidão desavisada. Brutal, eficaz, apocalíptico. Por isso sempre achei que Cervantes estava certo ao pôr na boca de Dom Quixote que moinhos de ventos eram gigantes que ameaçavam os homens. As máquinas modernas são esses gigantes, quanto maiores e mais maravilhosas podem ser postas a serviço do mal. A metáfora hilária cervantina nunca foi tão bem expressa pelos fatos, pena que um Dom Quixote não estivesse a postos para atacar o gigante e defender as pessoas em Nice.

Diário do Olavo: O Treze de Março de 2016


Treze de Março de 2016 foi, de longe e sem comparação possível, a data mais importante na história da formação da consciência nacional. Não deixem que a grandeza desse momento seja ofuscada pelos vermes e ratazanas do Congresso Nacional, do STF, da mídia ou dos partidos. O desprezo popular por essas criaturas das trevas deve ser reiterado todos os dias, até que a última delas desapareça do cenário público.

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Exatamente como em março de 2015, o que temos diante de nós não é um “movimento de protesto”: É a Grande Revolução Brasileira, o nascimento de uma nação consciente de si e dona do seu destino. Tentaram desviá-la, amortecê-la, desnaturá-la. Não conseguiram. Ela está aí de volta, mais forte do que nunca. E vai se tornar mais forte ainda.

Folha: quase a Agência PT de notícias

A esquerda não pode ser criticada? O resto do mundo deveria tratar a esquerda com a mesma reverência e obediência que a Folha?

Se você dá dinheiro e audiência para a Folha de São Paulo, está ajudando a financiar sua cruzada a favor do partido e é mais que conivente, é cúmplice.

O maior jornal do país é mesmo uma graça. Separei para vocês três presentes que ganhamos dele ontem.

1. André Singer, ex-porta-voz do governo Lula, ex-secretário de redação da própria Folha, colunista do jornal, é colocado na primeira página para dizer que a “mídia” não noticia “escândalos tucanos”. Onde ele diz isso? Na primeira página do maior jornal do país. É tão absurdo e cara-de-pau que nem merece comentários adicionais.

Merquior para idiotas


O repórter, antes de escrever essa coisa, me enviou sete perguntas, de cujas respostas, num total de três páginas, ele aproveitou exatamente duas linhas, tendo-me feito trabalhar para o sr. Frias não somente de graça, mas em vão.

Reproduzo aqui essas respostas, na íntegra.

Sempre que aparece algum intelectual conservador ou liberal, a Folha de S. Paulo se apressa a infundir nos seus leitores a impressão de que se trata de fenômeno inusitado, anormal, necessitado de explicação.  Nisso consiste uma das principais missões das suas páginas ditas “culturais”: alimentar a crença de que as pessoas inteligentes e cultas são normalmente de esquerda. A premissa subjacente, sem a qual essa idiotice não teria a menor credibilidade, é que os diretores e redatores da porcaria são, eles próprios, não apenas inteligentes e cultos, mas o padrão e medida da cultura e inteligência alheias.

Só que para acreditar nessa premissa é preciso ser inculto e burro.

Contagem regressiva: a educação será subvertida pela Ideologia de Gênero?

Os municípios brasileiros têm até o dia 24 de junho para aprovar seus Planos Municipais de Educação (PMEs). É justamente este o novo campo de batalha dos inimigos da família.

Em sua coluna de hoje, 02/06, a jornalista de fofocas da Folha, Mônica Bergamo, lançou um ataque contra os cidadãos que têm comparecido em audiências públicas para se manifestar contra a inserção da Ideologia de Gênero (gayzismo) nos planos municipais de educação (PME).

Ocorre que militantes – sempre minoritários e insignificantes – pretendiam impor a Ideologia de Gênero na educação no grito e imaginavam que o fariam sem resistência. Mas foram surpreendidos nas audiências por grupos maiores de opositores da referida ideologia.

A “Última Hora” da Folha

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Dezoito de abril de 2015, o dia em que a Carta Capital reconhece a força da campanha do impeachment e a Folha prefere repetir a versão governista de que é “desespero da oposição”. As aspas são minhas.