França


Merkel e Macron: a UE fortalecida na destruição da Europa

Claudia Wild fala direto da Alemanha sobre a eleição de Emmanuel Macron e o seu alinhamento com Angela Merkel no desmonte dos países europeus através da invasão civilizacional islâmica. Multas de dezenas de milhares de Euros e confisco de bens já estão sendo aplicados na Europa, tudo para garantir estadia para os invasores e a […]

O governo Trump, a política brasileira e uma Europa em chamas

Heitor De Paola fala em mais um programa O Outro Lado da Notícia sobre as ações de Donald Trump no cenário internacional e mais

As ações do governo do presidente norte-americano Donald Trump, em uma reflexão do pensamento conservador do país sobre a nova política externa dos EUA. Também fala sobre a política brasileira e as ações na Operação Lava Jato, onde até agora nenhum grande banco foi efetivamente investigado e envolvido no maior esquema de corrupção de todos tempos. Também analisa a situação da Europa sob uma cada vez maior ocupação islâmica.

Geert Wilders e o Suicídio da Europa

Por Guy Millière GATESTONE INSTITUTE  –  19 de Abril de 2017 Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os […]

França: magro arsenal jurídico contra o jihadismo

Há quatro meses das eleições primárias da direita e há nove meses da eleição presidencial, Hollande e Valls querem despedaçar o campo da direita, e atrair de novo o redil socialista a seus aliados habituais, comunistas, verdes e radicais.


A lassidão e a cegueira oficial continuam vigentes na França. Insensível ao clamor popular que pede mão dura contra o terrorismo islâmico, especialmente após a matança de 84 pessoas em Nice, o presidente François Hollande freou, através de seu primeiro-ministro Manuel Valls, tudo o que pôde para que o novo plano de segurança, negociado com a oposição na Assembléia Nacional, seja magro e mesquinho. Após sete horas de acalorado debate parlamentar com a direita, o compromisso que saiu disso só consta de três pontos: o prolongamento do estado de urgência até janeiro próximo, a possibilidade de realizar invasões domiciliares sem permissão de um juiz e a possibilidade de explorar os dados que se encontrarem em computadores e telefones apreendidos.

França: de novo o horror islâmico


“Devemos mudar o marco, a filosofia, a política e a dimensão do combate contra o terrorismo”

“Desde o atentado contra Charlie Hebdo, em janeiro de 2015, sete atentados ensangüentaram o país e 250 pessoas foram assassinadas.”

Desta vez não houve só um dia de unidade nacional. Horas depois do bestial atentado em Nice, que ceifou a vida de 84 pessoas inocentes (inclusive 10 crianças) e deixou 202 feridos (16 entre a vida e a morte até o momento de escrever este artigo), a oposição acusou o presidente socialista François Hollande, e seu primeiro-ministro Manuel Valls, de haver cometido os graves erros em matéria de segurança pública que desembocaram nesta nova tragédia.

“Manif pour tous” e a ideologia de gênero no decadente ensino público francês


Não existe uma teoria válida de gênero, mas uma pseudociência fraudulenta, que envolve atos criminosos como aqueles praticados por John Money no “experimento Reimer”.

Não obstante, há uma ideologia de gênero que serve a propósitos estratégicos de engenharia social.

O “ABCD de l’egalité” [“ABCD da Igualdade”] foi lançado oficialmente na França em 13 de janeiro por Vincent Peillon e Najat Vallaud-Bellkacem. Peillon é ministro da Educação Nacional do governo François Hollande; Bellkacem, uma socialista franco-marroquina, apontada em maio de 2012 como titular da pasta dos Direitos da Mulher. Mas em que consiste o programa? Segundo o sítio oficial do “ABCD” (1), preocupações básicas com a relação entre os garotos e garotas na escola devem permear as políticas públicas, ou seja:

“(…) transmitir valores de igualdade e respeito entre as garotas e garotos, mulheres e homens, é uma das missões essenciais da escola, fundamento do desempenho de todos os alunos, garotas e garotas.

Como se constrói uma farsa?

Aos que ainda se iludem com a Rede Globo, com a revista Veja ou com a Folha de São Paulo, empresas dominadas pela pauta gay, afirmo que a farsa que está sendo montada na França só tem um objetivo: justificar as ações do governo socialista francês, que quer calar seu povo no soco.

No dia 26 de maio a França produziu um dos acontecimentos mais emblemáticos e históricos deste século. Pacificamente, milhares de franceses, mais de um milhão, segundo os organizadores, marcharam pelas ruas da capital em defesa da família e do casamento. Jovens, crianças, idosos, homens e mulheres, famílias inteiras, caminharam sob um clima amistoso, contrariando os “conselhos” do ministro do interior, Manuel Valls[1].

Voltando no tempo, lá no já longínquo agosto de 2012, e comparando a situação de então com o que se viu ontem, podemos afirmar, sem dúvida nenhuma, que a França despertou, acordou de sua letargia. 

França: rumo a uma “mudança de civilização”?

Essa lei será uma fábrica de órfãos. Toda criança de um casal gay ver-se-á privada de uma parte de sua realidade humana, de suas origens, de sua verdadeira filiação.

 Quais serão as consequências de semelhante perturbação da civilização humana?

A Assembléia Nacional francesa adotou nesta terça-feira o projeto de lei que desnaturaliza o casamento e instaura o polêmico “direito à criança” (não confundir com os direitos da criança). Houve 331 votos a favor e 225 contra. Entretanto, 138 membros da oposição conservadora e de centro, do Senado e da Assembléia Nacional, anunciaram que entrarão com uma demanda contra esse texto ante o Conselho Constitucional, o qual deverá se pronunciar nos próximos meses. Antes disso a lei não entrará em vigor.

Brutal e sectário, o socialista Claude Bartolone fez expulsar o público que protestava na tribuna do parlamento dizendo que eram “inimigos da democracia” e que não tinham “nada que fazer no hemiciclo”. Tal crispação inadmissível reflete o estado de ânimo do partido do governo o qual viu cair em picada o índice de François Hollande. Segundo uma sondagem de IFOP, o presidente da República perdeu seis pontos desde março e agora só conta com 25% de pessoas satisfeitas com seu desempenho, o que é um nível inferior ao mais baixo registrado por Nicolas Sarkozy durante seu mandato.

Europa se desarma e vende armamento à Rússia

Sem ocultar sua satisfação, a agência Novosti comemora que a Rússia se rearma “como todo o planeta, salvas as exceções notáveis dos europeus e dos EUA”. Precisamente os países que ainda são considerados como grandes obstáculos aos sonhos de domínio universal russo.

Os líderes socialistas da França e da Rússia se encontraram no mês de outubro último em Paris para uma “vasta contemplação do horizonte de assuntos estratégicos” mundiais, cujo conteúdo ficou reservado – informou a agencia oficial russa Novosti.

A agência, entretanto, deixou transparecer o fundo dessa “contemplação estratégica”.

Nota sobre o livro ‘Behind the Desert Storm’

Recentemente foi publicado o livro de Pavel Stroilov Behind the Desert Storm: A secret archive stollen the Kremlin that sheds new light on the Arab Revolutions in the Middle East (Price World Publ, 2011), o qual, segundo o autor, é baseado em 50 mil arquivos secretos roubados por ele dos Arquivos da Fundação Gorbachev, que esclarecem as verdadeiras razões das revoluções Árabes no Oriente Médio. Stroilov é identificado como um historiador russo que vive em Londres como asilado desde 2006. Ainda não li o livro inteiro, por isto este texto é uma nota prévia, mas alguns pontos me saltaram à vista.

As revelações que constam dos documentos são realmente valiosas. No entanto, o autor declara que os originais continuam trancados nos cofres secretos do Kremlin e não podem ser consultados. O livro não apresenta fontes de referência nem índice remissivo. A primeira pergunta que cabe: como saber se é confiável?