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Conselhos da Sharia e abuso sexual na Grã-Bretanha

O último escândalo no tocante à exploração sexual de muçulmanas por líderes religiosos islâmicos no Reino Unido é mais uma evidência da maneira com que a Grã-Bretanha faz vista grossa às execráveis práticas que estão acontecendo bem debaixo de seu nariz. Uma investigação conduzida pela BBC na “halala” − ritual que permite que uma muçulmana […]

Poder honrado e poder perverso

A Rússia está se mobilizando abertamente para a guerra.

Nossos experts jamais entenderam a União Soviética ou a China vermelha; tampouco entendem a Federação Russa hoje.

A Índia em 1962 nos oferece um distante paralelo com os dias de hoje. Pense na Crimeia atual como se fosse o Tibete em 1959. Um conflito surgiu após a invasão e anexação de um território. A posição do agressor está em ambos os casos sujeita à subversão ativa, e mesmo assim a escalada militar do agressor não é levada a sério. A ação do agressor não tem uma resposta à altura. Um conflito militar se segue e o agressor derrota e pune a interferência da democracia.

A recentemente revelada análise “ultrassecreta” do Departamento de Defesa indiano acerca do ataque militar chinês à Índia em 1962 começa de maneira apropriada, com uma citação de Sun Tzu sobre a necessidade de conhecer a si mesmo e ao inimigo.  A análise descreve os sinais preliminares de um avanço chinês rumo à Índia e fala da “ação agressiva chinesa em Longju na Agência Fronteiriça do Nordeste da Índia (NEFA) em agosto de 1959 e em Kongala na região de Ladakh em outubro de 1959”. Os generais indianos reconheceram que “esses dois incidentes mostraram a instauração do poder chinês no Tibete…” Verdade seja dita, a Índia estava dando ajuda e conforto ao povo tibetano oprimido. A China não poderia tolerar essa situação por muito tempo e estava determinada a ensinar uma lição à Índia.

O picareta e o picolé de chuchu

Guru indiano alinhado a globalistas é recebido no Brasil por Geraldo Alckmin e Eduardo Paes, comanda “meditação coletiva” no Rio e é louvado pelo jornal O Globo.

Alguém já disse que aquele que retém a verdade dos homens por motivos de conveniência ou é um covarde ou um criminoso ou ambos. A citação toda em ingles é, “all truth is safe, and nothing else is safe; and he who keeps back the truth, or withholds it from men, from motives of expediency, is either a coward or a criminal or both”. O autor é Friedrich Maximillian Müller, que impressionado com Ramkrishna Paramhamsa, escreveu vários ensaios e livros sobre o místico indiano.

Pois longe se vai o tempo em que o místico era o religioso que tinha grandes compromissos. A curiosidade intelectual, o amor pelo bem, e o temor e a prudência a lidar com temas como o sofrimento foram substituídos pela fraude pura e simples que conta com a complacência das autoridades. E então temos a negligência e a ignorância beirando o crime de responsabilidade. A fraude interessa a muitos e está disseminada na vida social contemporânea (leiam O abandono dos ideais, de Olavo de Carvalho).

Governo britânico financia esterilizações forçadas na Índia

Uma das razões principais era lidar com a mudança climática. A redução de seres humanos reduziria os gases estufa.

O governo britânico deu 268 milhões de dólares para o governo da Índia para uma campanha que esteriliza à força mulheres e homens pobres, de acordo com o jornal Guardian. Essa notícia chega no momento em que a Fundação Bill & Melinda Gates se prepara para ser co-anfitriã de uma cúpula de planejamento familiar com o governo britânico em Londres neste julho.

Onda espiritual e revolução

O guru yoga Baba Ramdev (foto) e seus seguidores tentaram fazer a sua revolução particular na Índia há pouco mais de dois meses e levaram um belo pontapé na bunda. Motivo da revolução: “tem muita corrupção no país e temos a nossa agenda para solucionar o problema”. Jornais, revistas, entrevistas, editorias apoiaram com comentários moderados, dentro do culto estilo indiano. A reação das autoridades veio através de uma ameaça velada: seriam abertas investigações sobre a fortuna movimentada nos diversos Ashrams espalhados mundo afora. O socorro das palavras espirituais não ficou de fora.

O mais famoso guru indiano do mundo no momento, Sri Sri Ravi Shankar , da Arte de Viver no Brasil[1], veio com a sua contribuição[2] e palavra final, aquela que tem que prevalecer para lustrar a sua imagem arranhada por extensão:

Perseguição aos cristãos na Índia

Onda de violência anticristã faz vítimas na Índia. Os cristãos do país pedem orações.

Ali Enokido pede oração pelas igrejas perseguidas na Índia. Em Kerala, ativistas do grupo Sangh Parivar atacaram dois pastores por propagarem a fé cristã, durante a exibição de um filme sobre Jesus na colônia tribal de Ambalayur, distrito de Waynad. Quando a polícia chegou, manteve os dois homens seriamente feridos na delegacia, sem tratamento, além de confiscar o veículo deles e todo o material utilizado na projeção. A notícia é do site Portas Abertas.