Irã


Espiões islâmicos se infiltram no Ocidente para aterrorizar os cristãos

Mahmoud Alavi, ministro da Inteligência do Irã, se vangloria de ter espiões e lobistas agindo nos EUA. A persistente perseguição, encarceramento, assassinato e tortura de não muçulmanos já estão devidamente documentadas e com visibilidade diária. Mais especificamente cristãos, judeus, yazidis, curdos, hindus e baha’is são vítimas sob o domínio islamista. Esta questão requer atenção e […]

Obama passou informações secretas para Cuba

EUA: Obama ordenou que Inteligência compartilhasse informações confidenciais com Cuba Há apenas um mês da eleição de 2016, Barack Obama assinou uma diretriz política ordenando que a comunidade de inteligência dos EUA compartilhasse informações confidenciais dos EUA com o governo comunista cubano, mesmo após um dos principais oficiais de inteligência dos EUA classificar Cuba como […]

Por que a Rússia está por trás dos ataques com armas químicas na Síria?

O regime autoritário russo de Vladimir Putin está por trás dos ataques com armas químicas contra a população civil síria na localidade de Idlib, por razões estratégicas, políticas, geo-políticas e da tradicional guerra psicológica russa de amedrontar o adversário para forçá-lo a agir à sua maneira. 1. Não é segredo para ninguém que a atitude […]

Alberto Nisman foi assassinado por falso “desertor” iraniano

Informe exclusivo da DEBKAfile*.

Uma investigação especial de inteligência realizada pelas fontes iranianas e anti-terroristas de DEBKAfile, descobriu que o promotor argentino-judeu Alberto Natalio Nisman, de 51 anos, foi assassinado em 18 de janeiro por um agente iraniano que havia ganhado sua confiança fazendo-se passar por um desertor sob o suposto nome de “Abbas Haqiqat-Ju”. O assassino agiu horas antes que Nisman apresentasse ante o parlamento argentino evidências de que a presidente Cristina Kirchner e o chanceler Héctor Timerman haviam encoberto a responsabilidade do Irã no pior ataque terrorista do país, o bombardeio do centro da comunidade judaica de Buenos Aires, no qual 85 pessoas perderam a vida em 1994, dois anos depois que 29 pessoas morressem por uma explosão na Embaixada de Israel.

As provas de Nisman, se tivessem sido apresentadas, teriam demonstrado em última instância a culpabilidade do Irã nos ataques terroristas. De acordo com nossa investigação, dois ministros da Inteligência iraniana, o titular Mahmoud Alavi e seu predecessor Hojjat-ol-Eslam Heydar Moslehi, levavam nove anos espremendo seus cérebros para encontrar a maneira de silenciar o promotor judeu, desde que ele começou a investigação dos dois ataques. Trabalharam mano a mano com as agências governamentais e de inteligência argentinas do mais alto nível.

Argentina e o Caso Nisman: as verdadeiras razões do pacto com o Irã

Muitos acreditam – e o extinto promotor Alberto Nisman o referendou em sua acusação contra a presidente e o chanceler – que a “comissão da verdade”, combinada em 2013 pela Argentina e Irã, escondia um acordo para intercambiar petróleo por cereais.

Não é lógico. Para que um país venda o que tem e compre o que necessita, não é necessário um “memorando de entendimento” como o que se assinou. Ademais, nem estávamos desesperados por petróleo nem o Irã por cereais.

Não fazia falta à Argentina, para completar sua produção, grandes quantidades de petróleo bruto, e as que necessitava podia comprá-las a qualquer um. Por outro lado, o ministro de Produção, Julio de Vido, explicou que “a Argentina nunca importou petróleo iraniano porque tem 1,3% de enxofre, o qual impede seu refino aqui, onde não são toleráveis níveis superiores a 0,2%”.

O que pretende Moscou?


  “Quando discutia com os seguidores de Dugin na internet em 1998, eles mandavam uma enxurrada de e-mails dizendo ‘Morte nuclear à América’. Naqueles dias tratava-se de uma turma minúscula e insignificante. Hoje eles são os mais influentes ideólogos da Rússia.”

Rússia e Irã assinaram um acordo de cooperação militar. Por que eles fizeram isso agora?

No artigo intitulado “General russo alerta para Terceira Guerra Mundial e fala dos planos nucleares para o mundo” lemos que os russos estão envolvidos em projetos conjuntos de defesa com China, Índia e outros países. O Coronel-General Leonid Ivashov é citado no Pravda dizendo que os EUA não fizeram “upgrade de um único míssil balístico e tampouco construíram novos”. Ele gabou-se da vantagem nuclear russa: “A situação mudou drasticamente e nós estamos à beira de uma guerra — e não uma fria, mas quente. Por conseguinte, a Rússia hodierna está, antes de todos, empreendendo esforços para reconstruir a capacidade defensiva das forças armadas e mudar a doutrina militar”.

Depois de Genebra, “a bomba islâmica”

Em 1938, os mais importantes jornais europeus eram como os mais destacados políticos europeus: indiferentes ao destino dos judeus. Atualmente, os meios de comunicação mais importantes da mídia européia são como os mais destacados políticos europeus: indiferentes ao destino de Israel.

John Kerry, o Secretário de Estado dos EUA, veio novamente a Israel, no dia 6 de dezembro de 2013, para reafirmar que a segurança de Israel está no “topo da lista da agenda americana”. Ele enfatizou que “nenhum acordo será assinado que não seja para melhorar a segurança de Israel”. O primeiro-ministro Netanyahu tinha todos os motivos para ficar cético a esse respeito. Ele reafirmou a posição de Israel: Um acordo final terá que “terminar completamente com a capacidade nuclear do Irã”.

O governo israelense sabe que não pode contar com ninguém no momento presente. Ele também sabe que Israel não é o único país afetado pelo “acordo provisório de Genebra”. Os sauditas entendem que seu país está sob crescente ameaça e que a aliança EUA-Arábia Saudita está se desfazendo.

Pegadas russas

No fim dos anos 1960, a KGB estava profundamente envolvida em terrorismo em massa contra judeus, levado a cabo por diversas organizações palestinas.

“Como me disse o chefe da KGB, Yury Andropov, um bilhão de inimigos podiam infligir um dano maior aos Estados Unidos do que apenas alguns milhões. Precisávamos instilar um ódio estilo nazista contra os judeus em todo o mundo islâmico, e fazer esta arma emocional gerar um banho de sangue terrorista contra Israel e o seu principal parceiro, os Estados Unidos.”

O principal vencedor na guerra do Líbano talvez seja o Kremlin. Israel tem sido atacado com Kalashinikovs e Katyushas russos, foguetes Fajr-1 e Fajr-3 russos, mísseis antitanques AT-5 Spandrel russos e foguetes antitanques Kornet russos. As obsoletas armas russas são o objeto de desejo de terroristas em todo o mundo, e os bad guys sabem exatamente onde obtê-las. Nas caixas das armas abandonadas pelo Hezbollah estava escrito: “Cliente: Ministério da Defesa da Síria. Fornecedor: KBP, Tula, Rússia”.

Obama se aproxima do Irã e sauditas se irritam

O “Plano de Ação Conjunta” assinado pelo Irã com o assim chamado P5+1 (China, França, Alemanha, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos) em 24 de novembro, em Genebra, foi motivo de comemoração para os árabes xiitas, preocupação para os árabes sunitas e pânico para os sauditas. A reação saudita acarretará consequências imprevisíveis e de longo alcance.

Quando o chefe dos negociadores do Irã, Mohammad Javad Zarif, trouxe para casa um acordo no valor de cerca de 23 bilhões de dólares, os árabes xiitas acertaram o passo com Teerã. O primeiro ministro do Iraque Nouri al-Maliki manifestou seu “total apoio a esse passo”. O presidente da Síria Bashar al-Assad deu boas-vindas ao acordo, como sendo “o melhor caminho para sustentar a paz e a estabilidade”. O Presidente da Câmara do Parlamento do Líbano, Nabih Berri chamou o entendimento de “acordo do século”. E o Hisbolá considerou o acordo uma “grande vitória para o Irã”.

Economia e guerra

O país que mais resistir às práticas socialistas de guerra é o país com maiores chances de ganhar a próxima grande guerra.

“Pode-se admitir que não seja justo que a guerra proporcione lucros aos empresários que mais contribuem para equipar as forças armadas” diz Mises. “Mas seria tolice negar que o incentivo do lucro produz as melhores armas”.

Enquanto continuamente vemos notícias da crise na Síria, especialmente notícias do desejo do presidente Obama em punir militarmente aquele país por conta de um ataque químico supostamente levado a cabo pelo governo sírio, vale a pena refletir sobre a economia bélica. Frequentemente ouvimos alegações que os países entram em guerra como meio de criar uma distração dos problemas domésticos. A distração certamente não é uma cura. Para a sociedade como um todo, a guerra piora a situação econômica, pois é dado aos burocratas do governo ainda mais poder sobre a economia.