Judaísmo


O Outro Lado da Notícia: Trump contra o CFR, Jerusalém, judaísmo e Islã

Dos desafios que Jair Bolsonaro ainda terá de enfrentar contra o establishment no Brasil, à fúria globalista dos integrantes do Council of Foreign Relations (CFR) contra Donald Trump, Heitor De Paola, desmistificando notícias falsas e equívocos históricos, comenta os mais recentes e importantes acontecimentos no cenário internacional em seu programa ‘O Outro Lado da Notícia’, […]

Marx e o judaísmo

O judaísmo mostrará o triunfo do indivíduo diferenciado e no Antigo Testamento não há lugar para se imaginar qualquer ideia de economia política coletivista.

A cegueira de Marx o levou a ajudar os algozes espirituais do judaísmo. O esteticismo não podia tolerar a religião de Davi simplesmente porque ela o nega integralmente.

Não deixa de ser paradoxal que Karl Marx tenha sido o grande criador da economia política fundada no esteticismo alemão. Este, o esteticismo alemão, é muito citado e pouco compreendido. Quase tudo que se escreve sobre ele é elegia em torno da figura carismática e gigantesca de Goethe. Marx é tributário direto do poeta alemão, bastando ver, para isso, os chamados Manuscritos Econômico-filosóficos, onde faz citações longas do poeta e a sua teoria do dinheiro em O Capital, basicamente extraída do Fausto.

Descobrindo os primórdios do Islã

Revisionistas postulam uma exposição radicalmente nova quanto ao Islã antigo.

Em 1880 apareceu a publicação de um livro que se destaca isoladamente como o estudo mais importante já realizado sobre o islamismo. Escrito em alemão pelo jovem judeu húngaro, célebre especialista Ignaz Goldziher, portando o título nada descritivo Muslim Studies (Muhammedanische Studien, “Estudos Muçulmanos”), sustentava que o hadith, o vasto acervo de narrações e ações atribuídas ao profeta islâmico Maomé, carecia de legitimidade histórica. Em vez de fornecer detalhes confiáveis sobre a vida de Maomé, Goldziher demonstrou que o hadith surgiu a partir de debates, dois ou três séculos depois, a respeito da natureza do Islã.

Farrakhan exige reparações dos judeus

A fúria antissemita de Louis Farrakhan, numa carta que “equivale a uma tentativa nada sutil de extorsão”.

Recentemente Louis Farrakhan enviou uma carta de três páginas juntamente com dois livros aos dirigentes de dezesseis organizações judaicas.

Ali Mazrui, antissemita

AliMazruiNão é só no Brasil. Também nos Estados Unidos, a Academia está tomada de célebres pseudo-intelectuais repletos de ódio revolucionário.

Ali al-Amin Mazrui (n. 1933) é o intelectual mais enaltecido de origem africana nos Estados Unidos. Seu curriculum vitae oficial de 1500 palavras é um tanto assombroso, mas a seguir estão alguns destaques:

Na Universidade de Binghamton, que faz parte da Universidade do Estado de Nova Iorque, Mazrui é (1) professor do Albert Schweitzer em filosofia, letras clássicas e história, professor de (2) ciência da política, (3) estudos sobre a África e filosofia e (4) interpretação e cultura e, (5) diretor do Instituto de Estudos de Cultura Global.