KGB


Prefácio de Olavo de Carvalho ao livro de Mauro Abranches e Vladimír Petrilák sobre a atuação da KGB no Brasil

Detalhes da entrada da antiga sede da StB em Praga, República Checa. (A obra será lançada em breve.)   Este livro, sozinho, vale mais do que toda a bibliografia consagrada sobre os acontecimentos de 1964.   PREFÁCIO Olavo de Carvalho Condensando um zunzum que já circulava em jornais comunistas e em teses do Comitê Central […]

Bolsonaro, Lula e a mídia

Pesquisa do manipulável Datafolha, do Grupo Folha (jornal amestrado pelas esquerdas), diz que Lula da Selva está à frente na disputa presidencial para 2018. Na pesquisa, o velho guru da seita petista (condenado a 9 anos e seis meses de prisão por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva) aparece na liderança das intenções […]

Rússia: o imenso poder da FSB, a nova KGB sob o comando de Putin

Em reportagem, o The Guardian descreve a polícia de Vladimir Putin – a FSB – como sendo muito mais do que um simples órgão de segurança, pois combina funções de polícia e de rede de espionagem, com um poder talvez superior ao das antigas Checa de Lênin, NKVD de Stalin e a KGB. Putin é […]

A mentira soviético-palestina

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Yasser Arafat (esquerda) com o presidente romeno Nicolae Ceausescu durante uma visita a Bucareste em 1974.

A recente descoberta que Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina (AP), era espião da KGB em Damasco em 1983, foi descartada por muitos na grande mídia como uma “curiosidade histórica…”, só que a notícia emergiu em um momento particularmente inoportuno em que o Presidente Vladimir Putin estava procurando organizar novas conversações entre Abbas e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Como era de se esperar, a Autoridade Palestina imediatamente refutou a notícia. Nabil Shaath, alto funcionário da Fatah afirmou que Abbas jamais foi agente da KGB e classificou a alegação de “campanha difamatória.”

O phone-gate de Hillary: uma ameaça real

O maior desertor soviético, general Ion Mihai Pacepa, explica porque Hillary Clinton não pode ser presidente


Nota do editor do WND:
o general Ion Mihai Pacepa é o mais alto oficial de inteligência soviético que desertou para o Ocidente. Ele expôs as mentiras e os crimes em massa e a corrupão do seu ex-chefe, o presidente romeno Nicolae Ceausescu, levando o ditador a um colapso nervoso e o motivando a oferecer recompensas de milhões de dólares pela cabeça de Pacepa e a mandar esquadrões de assassinos para os Estados Unidos para matar o seu ex-chefe de espionagem. Ceausescu não teve sucesso. Pacepa hoje vive sob identidade secreta nos Estados Unidos como um orgulhoso cidadão americano.

Pacepa escreveu com o professor Ron Rychlak o livro Disinformation: Former Spy Chief Reveals Secret Strategies for Undermining Freedom, Attacking Religion, and Promoting Terrorism, publicado pelo WND Books, que também deu origem ao premiado documentário Disinformation: The Secret Strategy do Destroy the West. Atualmente, um filme baseado no livro Disinformation está sendo produzido em Hollywood.

Ostpolitik: o capitulacionismo vaticano ante o comunismo aos olhos de um historiador


Observadores do Patriarcado de Moscou, na verdade agentes da KGB disfarçados, chegam para vigiar
que o Vaticano II cumpra a promessa de não condenar o comunismo.


A política de aproximação do Vaticano com o comunismo, ou Ostpolitik, iniciada na década de 1960 sob o bafejo de João XXIII e Paulo VI, não só não deu os resultados esperados, mas se revelou desastrosa para os católicos sob a tirania marxista, escreveu George Weigel, pesquisador do Centro de Ética e Política Pública, de Washington. Seu artigo foi reproduzido no site da insuspeita Unisinos.

Uma nova Guerra Fria

Nota do editor: o general Ion Mihai Pacepa (foto) é o oficial de mais alta patente que desertou do Bloco Soviético para o Ocidente. Em dezembro de 1989, o presidente romeno Nicolae Ceauscescu foi executado após um julgamento no qual as acusações foram, quase palavra por palavra, tiradas do livro Red Horizons, de Pacepa, subsequentemente publicado em 27 países. Após o presidente Carter ter aprovado o seu pedido de asilo político, Pacepa se tornou cidadão americano e trabalhou com agências de inteligência americanas contra o Bloco Oriental. A CIA elogiou a colaboração de Pacepa por ter proporcionado “uma contribuição importante e única para os Estados Unidos”. O seu livro mais recente, Disinformation, em coautoria com Ronald Rychlak, foi publicado pela WND Books em 2013.

A análise de que a mais recente onda de violência islâmica mundial – incluindo o ataque mortal à embaixada americana na Líbia e as novas ameaças do Irã – seja, de alguma forma, uma reação “espontânea” ao filme de baixo orçamento A Inocência dos Muçulmanos tem se revelado, na melhor das hipóteses, ingenuidade política e, na pior, um uso do episódio como bode expiatório, por ignorância ou intencionalmente.

“Nova” Rússia de Putin: esmagando a fé cristã e a família

Costumes cristãos estão sendo achincalhados com objetivos políticos.

O historiador francês Philippe Fabry registrou em seu blog uma estranha contradição em seu país. Políticos e jornalistas que oscilam entre os partidos de direita passaram repentinamente a ecoar uma imagem que parece ter sido mandada fazer pelo Kremlin.

Doxing organizacional e desinformação

Nos últimos anos, temos visto os efeitos devastadores da invasão de redes de organizações, roubo de dados confidenciais e sua publicação por hackers. Aconteceu com o Comitê do Partido Democrata americano, com a Sony, com a NSA, com o fabricante de armas cibernéticas Hacking Team, com o site de adultério Ashley Madison e com o escritório jurídico panamenho de evasão de divisas Mossac Fonseca.

Esse tipo de ataque é conhecido como doxing organizacional. Os hackers – em alguns casos, indivíduos e, em outros, governos – obtêm vantagens políticas por meio da revelação de informações confidenciais, secretas e, às vezes, incriminadoras. E os documentos por eles vazados fazem o trabalho, trazendo aos olhos de todos questões embaraçosas para a organização.

A abolição das culpas

Algumas pessoas podem ficar desconsoladas por não ter uma nação como modelo. Mas isto pressupõe uma “mentalidade de escravo”, como diria Aristóteles.

Os intelectuais marxistas são peritos em fazer revisionismo histórico mas parece que muitos conservadores ou “direitistas” estão a tomar-lhe o gosto, dado vislumbrarem alguma necessidade de polirem os seus novos ou velhos ídolos (que até podem ser antagónicos entre si). Este revisionismo é normalmente usado para lavar honras de ideologias, religiões ou países. Mas existe uma diferença. Os revisionistas marxistas não têm pudor em falsificar a História de forma mais ou menos grosseira, abolindo factos e fabricando outros. Já os revisionistas da direita preferem entrar numa toada mais “relativista” com a intenção de diluir culpas. Note-se que não estou a falar de negacionistas do Holocausto ou de outras bestas do género mas de uma pretensa nova massa de pessoas que se quer substituir à esquerda dominante mas que se encontra notavelmente perdida por ter demasiada vontade de actuar e pouca de estudar.