liberalismo


Notas: sobre a ignorância a respeito das estratégias globalistas

Se você quer fazer oposição, e não brincar de, aprenda a primeira e última regra do jogo: não há negociação com essa gente.

A ONU e o Diálogo Interamericano, através de sua cria, o Foro de São Paulo, enfim, conseguiram bater a meta de criar as Forças Sul-Americanas de Defesa.

O nome pomposo soa forte, mas a verdade é que ele engloba o sucateamento e subserviência das Forças Armadas à entidades supranacionais, além do extermínio das polícias antes de absorvê-las, desmilitarizando-as e sindicalizando-as.

Reflexo disso são nossos militares distribuindo panfletos contra o engodo montado em torno do Zika, além dos policiais, que também são militares, sendo abatidos como moscas por bandidos que possuem verdadeiros arsenais de guerra.

Reinaldo Azevedo e seus chiliques contra Bolsonaro: do jeito que o PT sempre quis

O movimento de aproximação dos tucanos com alguns liberais é arquitetado para garantir aos esquerdistas o controle da disputa ideológica.

Para aqueles que acompanham a página Canal da Direita, não são novidade os alertas que temos feito a respeito da constituição de uma falsa direita, composta por luminares da grande mídia pró-PSDB, editoras de indisfarçável perfil esquerdista e personalidades de alguns movimentos sociais, notadamente aqueles de cunho mais liberal e libertário.

O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Liberalzinho

Vocês já devem ter visto por aí o famoso liberalzinho pó-de-arroz.

Esse liberal não segue um padrão unificado, mas muitos estereótipos fazem com que ele seja facilmente reconhecido.

Uma dessas características é a ojeriza que ele tem com os palavrões, que ele chama de ‘palavras de baixo calão’ — sem saber que está usando um termo racista derivado da palavra ‘caló’, de origem cigana do sul da Espanha e que significa ‘preto’. Ou seja, dizer que alguém usa palavras de baixo calão é o mesmo que dizer que a pessoa está usando linguagem de preto. O liberalzinho é todo afetadinho; quando escuta ou lê um palavrão, ele diz que está “horrorizado” (sic). Ui!

Reinaldo Azevedo ataca Bolsonaro e defende MBL: completa inversão da realidade

A coluna de Reinaldo Azevedo não só representa uma inversão total da realidade, mas joga lama na água dos acontecimentos, criando rótulos e misturando conceitos.

Esta postagem é um desabafo, mas também uma análise sobre o estado de coisas a que chegamos no Brasil. Como a maioria deve saber, em sua coluna de ontem (11), o jornalista Reinaldo Azevedo fez um duro ataque aos que criticam os movimentos pró-impeachment, colocando-os todos no mesmo saco de gatos, a que ele chama de ‘golpistas’ e ‘bolsonarianos’ [http://tinyurl.com/hscakrj].

A análise feita pelo jornalista, além de maliciosa, é completamente estapafúrdia. Julgamos que só pode ser fruto de uma profunda confusão mental, talvez um efeito colateral do seu trotskismo de juventude, o qual, segundo o próprio Reinaldo Azevedo, ainda lhe deixa marcas.

Olavo de Carvalho, Bolsonaro e os erros de Narloch sobre a imigração

O que esperar do sujeito que advogou o plantio de MACONHA como solução
para a pobreza do sertão nordestino?

As discussões políticas das redes sociais giraram, na semana passada, em torno de um debate público entre Leandro Narloch (jornalista e autor da série best seller “História Politicamente Incorreta”) e Olavo de Carvalho (também jornalista, além de filósofo, professor e autor do — igualmente — best seller “O Mínimo que você Precisa Saber para Não Ser um Idiota”). Para entender a querela entre esses dois autores tão populares, é preciso remontar a acontecimentos que são anteriores a ela e envolvem também Jair Bolsonaro. Tudo começou na quinta-feira, dia 17 de setembro de 2015, quando o deputado, durante uma entrevista ao Jornal Opção, usou a expressão “escória do mundo” em uma declaração sobre imigrantes haitianos, iranianos e bolivianos (escute a entrevista inteira aqui https://goo.gl/WTrgA9). Na quarta-feira seguinte, 23 de setembro de 2015, Narloch publicou, em seu blog na Veja, o texto “Deixe a escória entrar, Bolsonaro. Pois faremos com ela um grande país”, no qual ele retruca o deputado, comparando os fluxos migratórios comentados por Bolsonaro com outros fluxos migratórios que aconteceram há algumas décadas, nos quais vieram para o Brasil alemães, japoneses e italianos. A resposta dada a Bolsonaro por Narloch encontrou muitas críticas nas redes sociais, o que obrigou o jornalista a retomar o tema em um segundo texto, publicado a 25 de setembro de 2015, com o título de “A livre imigração é uma bandeira da esquerda ou da direita?”. Mais recentemente, a 5 de dezembro de 2015, foi publicado no Youtube um vídeo com um trecho de uma aula do “Curso Online de Filosofia”, popularmente conhecido como COF, no qual o professor Olavo critica Narloch (veja aqui https://goo.gl/W4faa5) apontando as diferenças entre os atuais fluxos migratórios e os que aconteceram no passado. Tendo tomado conhecimento do conteúdo do vídeo, Narloch publicou, a 9 de dezembro de 2015, um terceiro texto sobre o mesmo tema, com o título de “O erro de Olavo de Carvalho sobre a imigração”, dessa vez retrucando ao filósofo.

Intimação

Tudo parece calculado, enfim – pelo demônio em pessoa, quem mais? — para aprisionar a opinião pública mundial numa rede de ambigüidades e contradições paralisantes.

Até os anos 80 do século passado, programas como sex lib, feminismo, gayzismo, abortismo e liberação das drogas eram, para os governos comunistas, desvios pequeno-burgueses criados pelo imperialistas ianques para afastar a juventude da luta pelo socialismo.

Decorrida uma geração, todos esses temas foram absorvidos no discurso revolucionário e muito contribuíram para que o esquerdismo, aparentemente condenado à morte pela queda da URSS, não só sobrevivesse como se tornasse a força política dominante na Europa e nas Américas

Notas: dieta globalista, Gloria Alvarez, a demência do Opera Mundi, etc.

A verdade por trás dessas pesquisas idiotas sobre alimentação é uma só: essa turma globalista quer instituir um Codex Alimentarius que, além de deixar todo mundo fraco e doente, faz baixar os níveis de testosterona a tal ponto que os homens se tornam umas mariquinhas.

A OMS, a ONU e sua Agenda 2030 e demais organizações e agendas malditas devem ser, no mínimo, motivo de eterna chacota; não podem ser sinônimo de autoridade jamais.

Não se pode respeitar gangues que desejam destruir com os pequenos e médios produtores, patenteando absolutamente tudo e jogando o controle na mão de grandes corporações que vendem veneno em forma de comida.

Guerra Cultural: Você joga, torce, ou será a bola

A guerra mais importante é, sempre foi e sempre será a cultural. A maior prova disso é que, valendo-se da falta de escudos morais dos alheios, o movimento revolucionário irá repor as peças gastas por outras velharias com ares de novidade. Duvida? Então analise o seguinte:

O PSOL já está consolidado e trabalha com a juventude, aproveitando a faixa etária de favelados mentais que estão na fase de se identificar com grupos, e não com a família e correlatos, ou seja, farão qualquer coisa pelo partido e seus ideais.

O REDE já existe, sendo a mais nova aposta do Diálogo Interamericano e demais movimentos globalistas de fachada ambientalista como o Clube de Roma, além de metacapitalistas como George Soros.

Por que Rodrigo Constantino está errado em descartar a direita cética?

Embora admirador dos textos de Rodrigo Constantino, e fã de carteirinha de seu livro “A Esquerda Caviar”, sou obrigado a discordar de seu mais recente texto, “A crise é algo deliberado por parte da esquerda revolucionária golpista?”, do qual comentarei alguns pontos.

Alguns leitores meus começaram a alegar que faço parte do time dos ingênuos que ainda não compreendeu que toda essa crise era prevista e faz parte de uma estratégia da esquerda revolucionária golpista. Ou seja, não seria resultado de incompetência, e sim parte dos planos diabólicos dessa esquerda global para a sua perpetuação no poder e a destruição da civilização ocidental.

Como sou defensor da tese de que a crise causada pela esquerda é intencional (e isso é ainda mais verdadeiro no caso da extrema esquerda), obviamente tenho que aparar algumas arestas.

Merquior para idiotas


O repórter, antes de escrever essa coisa, me enviou sete perguntas, de cujas respostas, num total de três páginas, ele aproveitou exatamente duas linhas, tendo-me feito trabalhar para o sr. Frias não somente de graça, mas em vão.

Reproduzo aqui essas respostas, na íntegra.

Sempre que aparece algum intelectual conservador ou liberal, a Folha de S. Paulo se apressa a infundir nos seus leitores a impressão de que se trata de fenômeno inusitado, anormal, necessitado de explicação.  Nisso consiste uma das principais missões das suas páginas ditas “culturais”: alimentar a crença de que as pessoas inteligentes e cultas são normalmente de esquerda. A premissa subjacente, sem a qual essa idiotice não teria a menor credibilidade, é que os diretores e redatores da porcaria são, eles próprios, não apenas inteligentes e cultos, mas o padrão e medida da cultura e inteligência alheias.

Só que para acreditar nessa premissa é preciso ser inculto e burro.