Marx


Fernando Henrique Cardoso – O rei da pilantragem

Fernando Henrique Cardoso – o FHC – grudou como visgo de jaca na vida política brasileira. Não sei se vale a pena levantar o seu histórico de falsas espertezas, pois elas são por demais conhecidas e encontram-se fartamente registradas nos anais tupiniquins. Em todo caso, vamos lá.

O PT nunca foi tão marxista

Se você traz no bolso do paletó a chave de leitura dos acontecimentos, essa chave se torna mais importante do que eles mesmos e sua atividade para conhecer a real natureza de quaisquer evento se resume a compatibilizá-los com sua chavezinha.

A invenção da imprensa trouxe facilidades e dificuldades ao conhecimento objetivo dos fatos históricos. Com ela, multiplicou-se tanto o acesso à informação quanto à desinformação. Desde então, a mentira, como corrupção da verdade, segundo diferentes níveis de perversão e sofisticação, parasita os meios de comunicação, em maior ou menor grau.

Acabo de ler pequeno ensaio sobre “O 18 de Brumário de Luís Bonaparte”, livro escrito por Karl Marx em 1851/52, considerado por muitos como obra prima da moderna historiografia. Para analisar o golpe perpetrado naqueles dias por Luís Napoleão coroando-se rei da França (1851), Marx introduziu o conceito que vinha desenvolvendo sobre a luta de classes como motor da história. O jovem cujo ensaio li, não poupou elogios à precisão do critério concebido por Marx, convicto de que graças a ele, e a partir dele, se tornara possível fazer uma ciência da História. Vejam a encrenca em que se meteu o conhecimento a respeito do que já aconteceu. E do que está acontecendo. Sempre haverá um relato que serve e outro que não serve.

Já que falaram em bestas

“Pro grego, o pai de família, esse que cuida de tudo, da economia, ele chama despotes. Ele é o déspota. É por isso que quando os gregos inventam a política, a primeira coisa que eles fazem é seguir o espaço privado da família despótica. O pai de família e a mãe é a mesma coisa. Isso que nós entendemos que é o pai, a mãe e os filhos, e que tem que acrescentar avô e avó, tio e tia, primo e prima, isso é uma invenção do capitalismo, no final do século XVIII, durante o século XIX. Então tem data esse tipo de família, chamada família conjugal. Como a família restrita tem quase menos de dois séculos, um século e pouco. É recentíssimo. É por isso que é um assunto divertido os caras fazem barulho defendendo a família como uma instituição natural, eterna. Sabe, são umas bestas”.

(Esse trecho da palestra da socióloga Marilena Chauí a estudantes do Colégio Oswald de Andrade, em SP, pode ser assistido aqui).

A esquerda e seu demônio

Não se engane. A família burguesa que o marxismo se propôs destruir
desde os seus primórdios é, na verdade, a família cristã.

Manipular palavras é parte essencial da guerra cultural esquerdista. Desmascarar essa manipulação é nosso dever, uma árdua tarefa para desintoxicar o pensamento da nação.

Marilena Chauí e o caso das bestas

A “filósofa” marxista Marilena Chauí disse no Colégio Oswald, aqui em São Paulo, que “a família é uma invenção do final do século XVIII” e, conclui: “quem sai às ruas defendendo a família é uma besta”.

Pois bem, Aristóteles, 21 séculos antes do século XVIII, dizia que “essas duas primeiras associações, a do senhor e do escravo, a do esposo e da mulher, são as bases da família, e Hesíodo disse muito bem este verso: ‘a casa, depois a mulher e o boi arador’, porque o pobre não tem outro escravo que o boi. Assim, pois, a associação natural e permanente é a família, e Corondas pôde dizer dos membros que a compõem ‘que comiam à mesma mesa’, e Epimênides de Creta ‘que se aqueciam no mesmo lar'” (Política, Livro I, Capítulo I).

Sobre o Estado


As distopias que visualizam o futuro próximo com a mais completa escravidão das pessoas relatam uma ameaça real.

Todo mundo já leu em algum lugar a famosa frase do francês Frédérik Bastiat:  “O Estado é a grande ficção pela qual todo mundo se esforça para viver à custa de todo mundo”.  Ele escreveu essa frase sarcástica no final do século XIX e a realidade desde então só piorou. Nos albores do século XX no mundo todo o Estado não se apropriava de mais do que 4% do PIB e, mesmo nos EUA, hoje em dia já leva para mais de 30% do PIB. No entanto, essa frase não é verdadeira por um simples motivo: o Estado é mais do que uma realidade distribuidora de renda. Muito mais. É o Poder. Temos, para explicar o Estado, que sair do sarcasmo de Bastiat e penetrar nas suas entranhas.

Manifesto Comunista, um libelo contra a família

Não devemos ficar admirados se em uma cultura sob pesada influência marxista a família sofre todo tipo de ataques e distorções.

A instituição familiar foi atacada nas páginas do famigerado Manifesto Comunista. Nem ela escapou! Basta lê-lo. O conteúdo sintético condensa a visão revolucionária contra a realidade e a tradição. O ódio à instituição familiar se justifica pelos mesmos falsos argumentos de sempre.

“Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas. Sobre que fundamento repousa a família atual, a família burguesa? No capital, no ganho individual.

Como (não) tentar justificar o socialismo

Quase não há resposta à pergunta sobre quais são os argumentos a favor do socialismo, porque a maior parte dos argumentos dos socialistas não é em favor do socialismo, mas contra o capitalismo. Mais do que falhas econômicas, atribuem ao capitalismo supostos defeitos morais. Só que, nos últimos cem anos, os socialistas tiveram de ir mudando seus argumentos contra o capitalismo à medida que tais argumentos iam caindo. Vejamos:

1. Exploração
No século 19, Marx e Engels acusaram as empresas capitalistas de explorar seus trabalhadores mediante a suposta “mais-valia” que lhes era “extraída” (como uma chupada de sangue do Drácula). Porém, acontece que na Europa e Estados Unidos, os empregados e operários da Standard Oil, Shell, Ford, General Motors, General Eletric, e muitas outras empresas, não se tornaram cada vez mais pobres, como antecipava a profecia de Marx, pelo contrário, saíram da pobreza, e muitos prosperaram, dentro de poucos anos. Esse argumento contra o capitalismo caiu.

O amadorismo da direita, Hegel, marxismo, PT, maçonaria, etc.

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Infelizmente, todo o impulso do movimento popular, boicotado pelos puxa-sacos da classe política e incapaz de organizar-se para uma efetiva resistência pacífica, acabou sendo canalizado para a única direção que restava: o pedido de impeachment. Era apenas um prêmio de consolação, mas, no momento, até essa miséria está difícil de obter. Não adianta o Dr. Ribas Paiva arrotar doutrina sobre a constitucionalidade da “intervenção militar”, pois intervenção não depende disso e sim da vontade dos militares, a qual até agora se revelou inexistente. Desprezar os pedidos de impeachment, no começo, era apostar numa estratégia mais abrangente, que eu mesmo sugeri na ocasião; na presente situação, é desistir do ÚLTIMO recurso que resta contra o esquema comunolarápio. Mendigo orgulhoso que recusa esmola pequena acaba é morrendo de fome.

Novo curso, globalismo, mentalidade revolucionária, Schelling, etc.


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