movimento gay


Universidades brasileiras: incubadoras da nefasta ideologia de gênero

Beijaço gay de alunos integrantes da militância LGBT da UFMG ocorrido em abril: não há ativismo gayzista sem auto-vitimização e criminalização de qualquer opinião discordante, por moderada que seja.   A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediou uma palestra da pesquisadora britânica Zowie Davy, no auditório do Centro de Ciências da Saúde (CCS) no último […]

Como o “casamento gay” nos agride? Aqui está.

Integrantes do Templo Satânico de Seattle na parada gay de 2016. (Foto: https://thesatanictempleseattle.com/) Comentário de Olavo de Cavalho: Pura verdade. É IMPOSSÍVEL haver “casamento gay” sem perseguição religiosa.   Os cristãos são freqüentemente perguntados por gayzistas quanto aos motivos de se oporem ao “casamento” homossexual. “Como nosso ‘casamento’ os agride?”, perguntam eles. Bem, posso pensar […]

O retorno (planejado) à brutal sexualidade pagã

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um “admirável mundo novo” repleto de liberdade, mas a sua “nova” moralidade é tão antiga como as montanhas. Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão “do lado errado da história”? […]

“Casamento” gay é “sacramento” luciferino, diz porta-voz do Templo Satânico

Doug Mesner em mais um ato provocativo que acaba por evidenciar as origens e reais propósitos de certas agendas da esquerda. “Sempre que o povo americano tentar conter o aborto ou manter leis do casamento tradicional, os seguidores de Satanás vão estar lá para se opor”, prometeu o porta-voz nacional do Templo Satânico, segundo a […]

Ideologia de gênero: aplainando o caminho para a invasão do Islã

Bem-vindo à “próxima fronteira da libertação“ progressista, onde o problema mais urgente nas democracias ocidentais é o “machismo”. A Carolina do Norte sofreu um ano de boicotes, até vetar a lei do banheiro transgênero. No mês passado, a União Nacional dos Professores da Grã-Bretanha pediu ao governo para ensinar as crianças, a partir de dois […]

A primeira semana de Trump

“O que Trump está restaurando é a defesa do estado-nação contra o globalismo” “Esqueçam direita e esquerda. A direita-establishment também é globalista. O que temos é nacionalistas contra globalistas” Heitor De Paola comenta os feitos de Donald Trump em sua primeira semana de governo, um e-mail de Hillary Clinton vazado pelo Wikileaks sobre as relações […]

O ideólogo FHC

O que FHC chama de ultraconservadores são os cristãos e os que são contra o socialismo.

FHC sabe que a derrota do PT foi um passo atrás no rumo da revolução que ele tanto acalantou e pela qual tanto lutou.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em tudo que escreve não se esquece de sua veia de ideólogo socialista, razão porque elegeu como inimigo de verdade o grupo conservador, não apenas na sua representação política, mas na sua condição existencial. FHC nunca faz esse combate com idêntica energia quando se refere aos liberais doutrinários, pois sabe ele que o berço de ambas as ideologias, socialista e lieral, é o mesmo. FHC aceita o liberalismo, sobretudo na sua versão norte-americana, mas também na clássica. Descobriu governando, ao implantar o Plano Cruzado, que a ciência econômica digna do nome é a liberal. Seu “neoliberalismo” consiste na conciliação do Estado grande com as ideias centrais do liberalismo clássico, ao menos no que se refere à busca do equilíbrio econômico e na boa administração da moeda.

Quem é a procuradora que está processando Jair Bolsonaro?

Abortista, pró-drogas, adepta da ideologia de gênero, defensora da regulamentação da prostituição, indigenista radical e inimiga jurada das Forças Armadas.

 Não surpreende que a Dra. Ela Wiecko seja figura central em eventos patrocinados por governos estrangeiros e agentes globalistas como as fundações Ford, Rockefeller e Open Society (de George Soros), entre outras.

“Uma nação pode sobreviver aos tolos e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo estrangeiro não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade às suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo na escuridão da noite para demolir os alicerces da Nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe. Deve-se temê-lo mais que a um assassino.”
Marco Túlio Cícero, cônsul romano, 106 a.C. – 43 a.C.

Notas: revolução cultural, maternidade, Trump, etc.

Até há umas três décadas atrás a maternidade ainda era valorizada em filmes e séries. Eram comuns as cenas em que a mulher anunciava a gravidez, para alegria geral ou para desmaio do marido por excesso emoção. Eram coisas de uma certa ingenuidade mas que funcionavam porque correspondiam ao sentimento geral das pessoas.

Depois essas cenas foram desaparecendo e sendo substituídas por outras, em que a mulher ficava aliviada por descobrir que não estava grávida. Paradoxalmente, a vinda da menstruação tornava-se num pico de felicidade. Todos suspiravam de alívio. A minha geração viu isto repetido milhares de vezes e acreditou, aliás, aceitou como sendo a coisa mais natural do mundo.

Goiás: governo impõe ideologia de gênero por decreto

O governador Marconi Perillo (PSDB, foto), no dia 4 deste mês, tomou a decisão de assinar o Decreto nº 8.716/2016 que autoriza a utilização do nome social por pessoas travestis e transexuais em quaisquer serviços públicos ofertados pela administração direta e indireta do Poder Executivo, que inclui os serviços conveniados. Sim, um decreto. Nada de encaminhar a matéria para ser discutida e votada pela Assembleia Legislativa.

Esta seria a maneira democrática de tratar de um tema que embora tenha aparência de simples, é complexo e não consensual porque insere uma cunha na estrutura da cultura tradicional da sociedade. Além do mais, essa medida menor tem a função estratégica de abrir fendas por onde outras demandas que fazem parte do elenco de propostas da revolução cultural empreendida pelos estudos de gênero líquido venham a ser, finalmente, implementadas na sociedade por através de políticas públicas.