multiculturalismo


Perseguição: A nova história oficial da Europa apaga o Cristianismo e promove o Islã

A Comissão Europeia determinou que a Eslováquia redesenhasse suas moedas comemorativas, eliminando os santos cristãos Cirilo e Metódio. (Imagem: Moeda – Comissão Europeia, Bratislava, Eslováquia – Frettie/Wikimedia Commons) Há poucos dias, uma parcela dos intelectuais mais prestigiados da Europa, entre eles o filósofo britânico Roger Scruton, o ex-ministro da educação da Polônia, Ryszard Legutko, o […]

Mutilação genital feminina e a loucura suicida do multiculturalismo

Os advogados de defesa de dois médicos de Michigan, naturais da Índia e uma de suas esposas, que foram indiciados pelo júri em 22 de abril e acusados de mutilar os órgãos genitais de duas meninas de sete anos, pretendem apresentar o argumento de liberdade religiosa na representação de seus clientes muçulmanos. Os réus são […]

Geert Wilders e o Suicídio da Europa

Por Guy Millière GATESTONE INSTITUTE  –  19 de Abril de 2017 Mesmo se o político holandês Geert Wilders tivesse vencido as eleições e mesmo se o Partido da Liberdade (PVV) por ele fundado há onze anos tivesse se tornado o principal partido do país, ele não teria condições de ser o chefe de governo. Os […]

O estado assistencialista sueco está em chamas

Os distúrbios em Estocolmo duraram uma semana e a baderna agora se espalhou para outras cidades da Suécia. A polícia pareceu estar completamente impotente para lidar com a situação. Grupos de jovens quebraram vitrines de lojas, saquearam e atearam fogo em carros. Um centro cultural foi incendiado na terceira noite de tumulto em Estocolmo. As demonstrações de violência começaram no domingo em um subúrbio predominantemente de imigrantes e, logo, se espalharam para o centro da cidade.

Jovens imigrantes incendiaram carros que pertenciam a imigrantes adultos.

Um grupo comunitário chamado Megafonens reclamou de “escolas com estruturas precárias para os imigrantes”, “desemprego” e “racismo estrutural”, seja lá o que isso signifique.

Intelectuais e raça – o estrago incorrigível

George Orwell certa vez disse que algumas ideias são tão insensatas, que somente um intelectual poderia acreditar nelas. O multiculturalismo é uma dessas ideias.

Há tantas falácias ditas sobre raça, que é difícil escolher qual é a mais ridícula. No entanto, uma falácia que costuma se sobressair é aquela que afirma haver algo de errado com o fato de que as diferentes raças são representadas de forma numericamente desproporcional em várias instituições, carreiras ou em diferentes níveis de renda e de feitos empreendedoriais.

Cem anos atrás, o fato de pessoas de diferentes antecedentes raciais apresentarem taxas de sucesso extremamente discrepantes em termos de cultura, educação, realizações econômicas e empreendedoriais era visto como prova de que algumas raças eram geneticamente superiores a outras.

Brasil tolera infanticídio indígena, denuncia jornalista australiano

Após produzir documentário ganhador de prêmio na TV, repórter e escritor retorna ao Brasil em defesa da vida dos índios de tribos isoladas.

O jornalista australiano Paul Raffaele presente na audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no dia 29 de novembro, na quinta-feira. Ele manifestou repúdio com o que chama de tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos isoladas.

Por duas semanas o jornalista e escritor premiado esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.

Politicamente correto – a vingança do marxismo

FrontPage Magazine: Você faz a perspicaz observação da forma como o politicamente correto gera o mal “devido à violência que leva a cabo nas almas das pessoas ao forçá-las a afirmar ou a aludir coisas em que não acreditam, mas que não podem questionar.” Pode falar um pouco mais disto?

Theodore Dalrymple: O politicamente correto é propaganda comunista em ponto pequeno. Durante o meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o propósito da propaganda comunista não era persuadir ou convencer, mas humilhar, e desde logo, quanto menos estiver de acordo com a sociedade, melhor é. Quando as pessoas são forçadas a permanecer caladas quando lhes é dita a mais óbvia das mentiras, ou pior ainda quando são obrigadas a repetir elas mesmas a mentira, elas perdem o seu senso inquisitor. Concordar com mentiras óbvias é co-operar com o mal, e em menor escala, tornar-se também maligno.  A capacidade da pessoa de resistir a qualquer coisa é corroída e até destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é mais fácil de controlar. Eu acho que se examinarmos o politicamente correto, ele tem o mesmo efeito e é suposto que tenha.

A ideologia de Ridley Scott

O sonho utópico da modernidade revelou-se um pesadelo sangrento que em dois séculos ultrapassou, em horror e misérias, todos os males que o “fanatismo religioso” possa ter produzido ao longo de toda a história anterior.

Quem vê o filme de Ridley Scott, The Kingdom of Heaven (no Brasil, Cruzada) sai do cinema com a impressão de que o cristianismo medieval foi apenas uma ideologia sanguinária de fanáticos, tiranos e ladrões. Nesse quadro, as virtudes do “perfeito cavaleiro” Balian não poderiam ter nascido dos valores religiosos que historicamente criaram a ética de cavalaria personificada nelas, mas aparecem antes como a antítese desses valores e de todo o cristianismo. Balian, duque de Ibelin, só é moralmente superior aos brutamontes ávidos de riqueza e de poder que o cercam porque, em pleno ano de 1194, encarna os ideais da democracia iluminista do século 18 e o multiculturalismo do século 21. A Jerusalém que ele quer e defende – a mesma com que sonham aqueles dois outros primores de bondade, o rei leproso e o comandante muçulmano Saladino – é substancialmente a da ONU: um território neutro, supranacional e supra-religioso, onde uma legislação laica assegura a paz entre os diversos grupos de crentes, reduzindo o significado espiritual da cidade a uma questão de “diferenças culturais” que não devem se sobrepor aos interesses superiores da ordem pública. Tal é o “reino de Deus na Terra”, como o entendem o duque de Ibelin e o diretor do filme.