nazismo


O grande mentiroso: como Theodor Adorno redefiniu o fascismo

Tanto o fascismo quanto o nazismo são fenômenos da esquerda. Ideologicamente Isso faz sentido, porque na essência eles representam a ideologia do estado centralizado e todo-poderoso. Além disso, o fascismo surgiu do marxismo, e o fundador do fascismo, Benito Mussolini, era um marxista e socialista de longa data. Hitler também era um socialista que liderava […]

Edith Stein: 75 anos de um testemunho da verdade

Cada geração acredita que está vivendo uma época diferente das outras. A nossa realmente está. Estamos testemunhando a morte da nossa civilização e – como alguém bem desperto sendo operado do cérebro – estamos conscientes do que está acontecendo. Ou pelo menos alguns de nós. Estamos sofrendo – dentre outras coisas – de amenésia coletiva. […]

A esquerda e seu demônio

Não se engane. A família burguesa que o marxismo se propôs destruir
desde os seus primórdios é, na verdade, a família cristã.

Manipular palavras é parte essencial da guerra cultural esquerdista. Desmascarar essa manipulação é nosso dever, uma árdua tarefa para desintoxicar o pensamento da nação.

Repugnante: os “virtuosos” novos nazistas

Boicote aos produtos produzidos por judeus. Hoje e ontem.

Conheça os bandos dos novos nazistas, posando como defensores da Justiça e da Virtude, em busca de novas políticas de extermínio de Israel e, logo em seguida, dos judeus.

“Na Alemanha nazista”, conforme observa Brendan O’Neill no Wall Street Journal, “era a fúria total para tornar a cidade Judenfrei (sem nenhum judeu)”.

O Eixo do Mal Latino-Americano: comentários de Casimiro de Pina

É uma delícia ler Heitor de Paola, que foi militante comunista durante algum tempo, e aprender com a vastidão dos seus conhecimentos. A sua perspicácia é singular, e rara a sua visão dos pormenores.

O pensamento político autêntico, como aconselhava Eric Voegelin, visa compreender a realidade política e não construir rendilhados falsos, castelos na areia ou justificações complacentes. Compreender e não mistificar.

A compreensão é um acto de vontade e de inteligência, num profundo apego à docilidade das coisas. Do verum. Exige uma certa disposição de alma e uma estrutura de personalidade isenta, firme e imparcial, que não se vende por um prato de lentilhas.

Tentativa de golpe na Turquia: um festival de pretextos

A rede de TV NTV da Turquia mostrando soldados que participaram da tentativa de golpe se rendendo, com as mãos levantadas, na ponte do Bósforo em Istambul, 15 de julho de 2016.

Tudo parecia surreal na Turquia; soldados convidando o chefe do esquadrão anti-terrorismo da polícia para uma “reunião”, na verdade para matá-lo com um tiro na cabeça; oficiais de alta patente, incluindo o chefe do estado-maior das forças armadas, o comandante da força aérea, o comandante das forças terrestres e o comandante da guarda civil, serem tomados de reféns pelos seus próprios ajudantes de ordens; depois pessoas tomando as ruas, aos milhares, para resistirem ao golpe de estado, se apoderando de tanques, sendo mortos, soldados abrindo fogo contra civis e, para completar a vitoriosa multidão pró-Erdogan linchando soldados que encenavam o golpe onde quer que se encontrassem.

Quando a medicina enlouqueceu

A perda da identidade da Medicina e a necessidade de compreender o modelo hipocrático e cristão do Ocidente.

Copio a idéia deste título do livro
When Medicine Went Mad, editado por Arthur Caplan [1], um grande bioeticista norte-americano. E se a Medicina pode enlouquecer, a conclusão é que há um padrão de sanidade a ser reconhecido.

Muitas vezes sou questionado sobre meu trabalho e minhas pesquisas. Por que se preocupar com o que médicos mortos há mais de mil ou dois mil anos disseram? Por que buscar os escritos desatualizados da tradição hipocrática e cristã?

É claro que os escritos antigos estão cientificamente desatualizados, mas guardam o aspecto eterno que repousa nos valores e na experiência humana. Remexo tanto no passado, e no presente, da Ética Médica e da Bioética porque trabalho com a essência da Medicina, com a nossa identidade enquanto profissionais da área da saúde.

Num antigo seminário promovido pela Associação dos Estudantes de Medicina em Vitória, no Espírito Santo, lembro-me de um colega que defendeu a possibilidade de a Medicina ser compatível com qualquer ideologia política que você tenha. O que defendi à época, e ainda defendo, é que essa idéia é errada e perigosa. Aliás, perigosíssima!

Pela criminalização dos símbolos comunistas

Já existe uma lei no Brasil que criminaliza, corretamente, os símbolos nazistas – a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.

Em seu artigo 20, a Lei 7.716 preceitua que:


“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)


Pena: reclusão de um a três anos e multa. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)


§ 1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. (Redação dada pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)


Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa. (Incluído pela Lei nº 9.459, de 15/05/97)”.

Hitler e o antissionismo dos nazistas

O antissemitismo, como todas as formas de racismo e ódio religioso, é construído sobre mentiras e distorções do passado e do presente.
Na foto, o portal do campo de concentração de Auschwitz, com a frase “O trabalho liberta”.

Durante a Guerra Fria, a União Soviética, seus aliados do Pacto de Varsóvia e a extrema-esquerda ocidental espalharam uma variedade de mentiras sobre a história do sionismo. A mais famosa dessas falsidades foi a afirmação de que Hitler e o regime nazista tinham sido apoiadores do sionismo. Era uma falsidade que se encaixava bem com outra grande mentira da propaganda comunista na Guerra Fria, ou seja, que o sionismo em si é uma forma de racismo. Se este fosse o caso, faria sentido lógico que os racistas, tais como Hitler, apoiassem o sionismo. O fato é, porém, que Hitler e os nazistas desprezavam o sionismo e fizeram todo o possível para derrotá-lo.

Reductio ad Hitlerum ampliada

O resultado dessa universalização do truque é, obviamente, o emburrecimento em massa.

É bem provável que você conheça o truque retórico chamado reductio ad Hitlerum. Por meio desse instrumento de discussão, o debatedor, com o intuito de caracterizar o argumento adversário como algo reprovável, de antemão, o compara a alguma ideia, real ou criada, do nazismo ou do próprio Hitler. Com isso, ele acredita obter a vitória, simplesmente por achar ter impugnado o adversário dessa maneira.