Notícias Faltantes


A construção de igrejas no Egito e a mesquita do Marco Zero

Ao contrário dos cidadãos muçulmanos, que só precisam de uma autorização municipal para construir mesquitas, os coptas precisam de uma aprovação presidencial para uma igreja, baseado no Decreto Otomano Hamayoni de 1856, além de dez humilhantes condições estabelecidas pelo Decreto Ezaby Pasha de 1934, antes da apreciação para um decreto presidencial.

(AINA) – Os egípcios, tanto os muçulmanos quanto os cristãos, estão acompanhando de perto a polêmica em torno do projeto da Mesquita do Marco Zero, embora por razões distintas. A mídia egípcia está dando cobertura completa ao assunto, com artigos que em sua maior parte acusam os americanos de islamofobia, e apoiando os muçulmanos a exercerem seus direitos de construir uma mesquita em qualquer parte, como é assegurado pela Constituição dos Estados Unidos, independentemente do que os americanos pensem.

Morre um homem mau

Graça Salgueiro traz mais informações sobre a morte de ‘Mono Jojoy’ e suas as implicações diretas para as Farc, como o provável aumento do número de deserções.

O Notalatina, em seu mês de aniversário, não poderia deixar de publicar a notícia de maior repercussão mundial e que enche de alívio e júbilo não só os colombianos que padeceram nas mãos de um dos maiores criminosos das FARC, mas também pessoas de bem que desejam sinceramente ver a Colômbia sem guerra, sem terrorismo, sem narco-tráfico. A morte de Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como “Jorge Briceño Suárez” ou “Mono Jojoy” em La Escalera, La Macarena, Meta, hoje, representa um abalo na cabeça da guerrilha terrorista comparável a um cismo de 8 graus ou mais. E isto deve-se ao laborioso trabalho que desenvolvem os serviços de Inteligência dos gloriosos Exército e Polícia da Colômbia, que apenas recebem o respaldo do presidente Juan Manuel Santos e do ministro da Defesa, Rodrigo Rivera.

Maquiadores do crime

The-Spiral-of-SilenceA única reação eficaz à espiral do silêncio é quebrá-la – e não se pode fazer isso sem quebrar, junto com ela, a imagem de respeitabilidade dos que a fabricaram.

Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto, automaticamente, na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.

Libertem o Coronel Plazas Vega!

Alguns amigos preocupados me estimulam a “não parar” com o trabalho, acreditando que, como o Notalatina não tem atualizações tão freqüentes como a maioria dos blogs e sites, eu pendurei as chuteiras, joguei a toalha. Não é nada disso; nunca tive tanto trabalho na minha vida e nunca estive mais bem informada da realidade do nosso continente!

Ocorre que, diferentemente da maioria dos donos de blogs, o meu é totalmente elaborado por mim: da escolha do tema à escritura do texto, da seleção dos vídeos às imagens ilustrativas, fora a edição que, invariavelmente, traz atrás de si uma quantidade imensa de pesquisas que às vezes me consomem dias em um só assunto ou pessoa. Vocês já devem ter percebido que os blogs em geral copiam e colam notícias dos jornais brasileiros – que quando falam da América Latina são uma lástima e um primor de desinformação -, o que não leva nem cinco minutos para aprontar.

 

Chávez, o terrorista

Nem Human Rights Watch, Anistia Internacional e tantas organizações de direitos humanos, habitualmente preocupadas pela sorte de terroristas islâmicos ou de qualquer outro gênero, sempre que sejam detidos pelos Estados Unidos, Israel ou Colômbia, deram sinal de que este cidadão (Alejandro Peña Esclusa) pertença ao gênero humano.

Alejandro Peña Esclusa completa dois meses de prisão e está sendo processado penalmente com base em duas acusações que superam todas as iniqüidades até agora cometidas pela Fiscalização Geral, o que quer dizer muito.

Rompamos as cadeias do medo!

Queridos compatriotas venezuelanos:

Ao completar-se dois meses do meu injusto encarceramento, queria reiterar-lhes que um de meus objetivos ao vir aqui foi romper com as cadeias do medo.

Depois de doze anos de um desastroso governo, Chávez perdeu todo o respaldo popular que teve alguma vez. Mantém-se no poder pela propaganda, pela mentira, pela compra de consciências e – sobretudo – por uma estratégia baseada no medo.

Mundo cão na internet

A morte misteriosa de Yves Hublet, o senhor que deu as famosas bengaladas em José Dirceu, e a filmagem do que seria o estupro de Ingrid Betancourt pelos narcoterroristas das FARC, são comentadas por Ipojuca Pontes, que responde aos ataques do ator Sérgio Brito.

1 – O mundo digital, vertiginoso, avança como um maremoto incontrolável. Acabo de receber pela Internet um vídeo que se presume da ex-senadora colombiana Ingrid Betancourt sendo estuprada num cativeiro por supostos integrantes do exército das FARCs, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Seja ela quem for, são imagens de barbárie explícita, captadas por um cérebro doentio – digo, possuído pelo rancor e animalidade revolucionários.

Desaparecidos aparecidos

Nota introdutória de Graça Salgueiro:

Há anos os remanescentes dos grupos terroristas (Montoneros e ERP) que açoitaram a Argentina nas décadas de 70 e 80 divulgam uma mentira monumental, alegando que seus mortos e desaparecidos pelo “terrorismo de Estado” somavam 30 mil pessoas. Isto já foi fartamente desmentido através de documentação do próprio órgão governamental CONADEP (Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas) – o que a torna insuspeitíssima.

Hospital Mazzorra, Cuba: 26 assassinados

Quando alguém abrir a boca para falar da excelência da saúde e educação em Cuba, peça-lhe explicações sobre estes cadáveres mortos a míngua, de fome e de frio.

“Lula sabe desde há muitos anos que em nosso país jamais se torturou ninguém, jamais se ordenou o assassinato de um adversário, jamais se mentiu ao povo“. (Fidel Castro Ruz emReflexões)

Há exatamente um mês morria, em decorrência de uma greve de fome de 83 dias, o preso político cubano Orlando Zapata Tamayo. Sua morte suscitou indignação mundial mas a reação das esquerdas veio mais rápida do que a atenção os apelos feitos durante meses, para que a ditadura atendesse suas solicitações. Da calúnia de que Zapata exigia “telefone, televisão e cozinha” na sua cela, passou-se à difamação daquele que já não podia se defender.