O Globo


Bolsonaro, Lula e a mídia

Pesquisa do manipulável Datafolha, do Grupo Folha (jornal amestrado pelas esquerdas), diz que Lula da Selva está à frente na disputa presidencial para 2018. Na pesquisa, o velho guru da seita petista (condenado a 9 anos e seis meses de prisão por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva) aparece na liderança das intenções […]

Dono do frigorífico JBS gravou Temer

O caos jurídico, social e moral em que o Brasil mergulhou não vai parar tão cedo de evidenciar que não há ninguém que, aliançado com petistas, peemedebistas ou tucanos, seja digno de alguma credibilidade. E mais um fato vem à tona para demonstrar o quanto toda a nossa elite política está mergulhada na ilegalidade e […]

Ladram os cães de guarda do PT: Ilimar Franco e a Rede Globo, Luis Nassif e Kennedy Alencar


O que ainda segura o PT é o uso criminoso de verba estatal para comprar apoio político, seja na Internet, seja na mídia de larga escala. Ao não priorizarmos esta batalha, temos que gastar esforços ao cubo em outras demandas.


Ilimar Franco acusa movimentos de direita de “nazismo” e inicia nova fase da guerra midiática contra a liberdade

O jornalista Ilimar Franco, do Globo, resolveu levar a guerra midiática contra os opositores do PT a novos patamares. Ele adentrou ao território do confronto aberto. Enfim, as organizações Globo resolveram, assim como fizeram na ditadura militar, abraçar com toda força a ditadura petista. Para compreendermos diante de qual nível de baixeza estamos, melhor começar com a análise de Alexandre Borges, com muitas informações interessantíssimas:

“Quando a ultra-petista Tereza Cruvinel saiu do jornal O GLOBO em 2007 para assumir a presidência da EBC (TV Brasil, NBR TV, Agência Brasil e várias rádios) a convite de Lula, deixou em seu lugar o cunhado Ilimar Franco. É como no futebol quando um técnico sai e deixa seu carregador do saco de bolas e uniformes no lugar. Tereza Cruvinel na adolescência foi militante da Liga Operária, atual PSTU, mas depois deu uma “guinada à direita” e acabou petista.

Marco Antonio Villa entende muito de fascismo

O “historiador” Marco Antonio Villa apagou nossa postagem em sua fanpage do Facebook, com o convite para participar de um programa ao vivo na Rádio Vox e explicar o que é o FASCISMO. É óbvio que esse sujeito simula um papel de intelectual democrata e não faz a menor idéia do que seja liberdade de imprensa ou democracia, achando que arrotando uma erudição que não possui, vai enganar o público distorcendo o sentido da palavra FASCISMO.

Fascismo, Marco Antonio Villa, é o sistema econômico que sustenta as empresas de mídia em que você “trabalha”, associadas ao poder estatal do PT-Foro de São Paulo-PSDB…

No caso da revista Veja, da editora Abril, tal condição é tão explícita, que a redação do períodico fica no espigão do Banco do Brasil, que banca essa pseudo-oposição ao PT.

Constantino, Sheherazade e uma argumentação sobre o caso do marginal amarrado ao poste

Na lógica da esquerda, os assaltantes, estupradores e latrocidas são “vítimas da sociedade”. Ora, então por que os agressores do bandidinho do poste não podem ser chamados de “vítimas da sociedade” também?

Como noticiado pela mídia recentemente, um marginal “di menor” (sic) tomou uns cascudos de três homens na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo. Foi o suficiente para a esquerda caviar ficar revoltadíssima, conforme vemos na matéria do Globo:

A justiça feita pelas próprias mãos, por três homens, que teriam espancado na noite de sexta-feira um adolescente, na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, deflagrou uma discussão que ganhou as redes sociais, com comentários de apoio à violência — que foram condenados por moradores, psicólogos e sociólogos. Na pauta dos debates, questões como a omissão policial, a legislação frágil para punir menores infratores e até o ato instintivo da vingança.

Na lógica da extrema-esquerda, atos de retribuição contra criminosos são “vingança”. Então, a partir da próxima vez em que você amarrar um cachorro violento, saiba que na ótica da esquerda isso é um “ato de vingança”. Eles realmente capricham no embuste.

Psicologia soviética ou psico-pilantragem?

Estas “clínicas” são a consequência lógica do que venho denunciando há anos: a invasão das instituições psicanalíticas, psiquiátricas e psicológicas pelo marxismo cultural, baseado nas teses da Escola de Frankfurt e seus principais expoentes.

A Omissão da Verdade do Ministério da Injustiça acabou de perpetrar mais uma manobra tipicamente soviética: a Clínica do Testemunho. Dá vontade de rir e até parece uma psico-palhaçada, mas é para valer, uma forma tipicamente soviética de angariar “testemunhos” dos que pleiteiam uma vida boa sem trabalhar auferindo mimos da anistia a guerrilheiros e terroristas que queriam levar este país a um paraíso à cubana.

No jornal O Globo (onde mais?) de domingo (19), sob o pomposo título “Tocando as feridas em busca da redenção”, fala-se que os “torturados da ditadura procuram clínica do testemunho, oferecidas pelo governo para aprender a lidar com o que viveram”. Tadinhos, não? Só queriam o bem de nosso país e os malvados militares os prenderam e torturaram sem nenhum motivo, só por sadismo típico de milicos! Eles nem conseguiam falar sobre o que aconteceu de tão traumatizados! Mas, felizmente, o governo da República popular socialista conseguiu alguns pseudo-psicanalistas abnegados que, gratuitamente, os ajudam a “superar seus traumas”. Quatro “testemunhos” são relatados. No mínimo um parece palhaçada, pois acusam os milicos de responsáveis por seu pai cornear sua mãe e estabelecer nova família na região do Araguaia, onde pacificamente lutavam pela reforma agrária! Atenção esposas corneadas do Brasil, uni-vos e entrem com pedido de indenização porque a culpa é dos milicos! Palhaçada? Não, não é: é método soviético de extorquir informações da mesma forma que se fazia nos famosos “julgamentos de Moscou” na década de 30.

O filme que o Bonequinho do Globo não quer que você veja

É possível ser a favor do aborto, sem ser intelectualmente desonesto, isto é, sem ser Mario Abbade: basta admitir que o é por decisão livre, que prescinde de razões, já que nenhum argumento abortista fica de pé.

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Comento abaixo uma “resenha” do crítico de cinema Mario Abbade.

Título: Não passa da panfletagem

Como recomendava Lenin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” O título “Não passa da panfletagem” faz jus à resenha, muito mais que ao filme, como veremos a seguir.

Feito em 2010, “Blood Money: aborto legalizado” chega com atraso ao Brasil. O ideal seria que nunca chegasse.

Mario Abbade é o ombudsman do mercado cinematográfico. A Suzana Singer da crítica de filmes. A Miriam Leitão travestida de Bonequinho. Se Suzana Singer e Miriam Leitão condenam a presença do “rottweiller” Reinaldo Azevedo, de Demétrio Magnoli e de Rodrigo Constantino nos grandes jornais em que escrevem, Mario Abbade condena a exibição do documentário “Blood Money” nos cinemas brasileiros. Qualquer gotícula de conservadorismo no oceano cultural esquerdista já é motivo para cortar cabeças. Para Abbade, “o ideal seria que [o filme] nunca chegasse” ao país. O ideal, imagino, seria que o público nacional, em vez de se informar sobre a indústria coercitiva do aborto e os efeitos reais da legalização, assistisse apenas aos diálogos edificantes de novelas como “Saramandaia“:

– A mulher é dona do próprio corpo, é ela que decide se quer ter o filho ou não.

– Oh, minha querida! Que bom que você tem essa cabeça tão aberta!

Oh, Mario Abbade! Já pode escrever roteiro de novela também.

É difícil entender por que uma peça de campanha, disfarçada de documentário, ocupa salas tão disputadas.

A turma da Mônica e o Tea Party

São os republicanos ricos que repudiam o Obamacare não é? Mas então, o que falar do governo Obama, apoiado por gente “pobre” (ver aqui o ranking) como Bill GatesGeorge Soros (aqui e aqui também), RockefellersWarren BuffettMichael Bloomberg etc?

Não é de se estranhar a reação de Mônica. Ela faz parte da turma liberal que assessora os tucanos, aparentemente com grandes afinidades em comum. Ora, os tucanos são de esquerda, progressistas. Sempre foram.

Analiso abaixo, passo a passo, o artigo de autoria da economista Monica Baumgarten de Bolle (aqui), na qual há uma “análise” da situação política dos EUA.

Não estou falando de qualquer economista. Mônica é bem preparada (ou deveria ser). É a atual diretora do Instituto de Estudos de Política Econômica – Casa das Garças (IEPE/CdG), além de professora do Departamento de Economia da PUC-RJ. É PhD pela London School of Economics e já trabalhou, inclusive, no FMI. Atualmente, é também sócia-diretora da Galanto Consultoria.

Videoconferência de lançamento de ‘O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota’

Realizada neste sábado (19), em São Paulo.

Comentário de Felipe Moura Brasil:
AULA DE VIDA EM 2 HORAS: infância, juventude, pais, filhos, vocação, sentido da vida, pobreza, amor, Brasil… É o mínimo, porra! A videoconferência do Olavo mediada por mim. Compartilhe e eduque os amigos.

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Monopólio e choradeira

Se você examinar caso por caso, verá que desde a década de 60 – em pleno regime militar –, os altos cargos da nossa mídia são quase todos ocupados por militantes ou simpatizantes da esquerda.

Os comunistas da mídia acham que a coisa mais normal e natural do mundo é possuir o monopólio do espaço jornalístico no Brasil e ainda choramingar como se fossem uns coitadinhos desprovidos do direito à palavra.

Quando os comunistas da internet vociferam contra a “mídia burguesa”, é bom saber que a mídia burguesa são eles mesmos atuando em dois níveis: dominam os grandes jornais e canais de TV desde dentro para usá-los como veículos de desinformação e ao mesmo tempo descem o porrete neles desde fora para dar mais credibilidade à desinformação.

Isso é uma regra básica dos manuais de desinformátsiya. Desinformação só funciona quando a mentira não vem da boca de um inimigo notório e sim de alguém de confiança da vítima. Se você lê no Vermelho.org, no Paulo Henrique Amorim ou no Baixamiro Borges alguma grossa denúncia contra os EUA, contra a Igreja, contra Israel, contra os militares ou contra os liberais e conservadores, pode desconfiar que é propaganda esquerdista. Se lê a mesma coisa na Folha, no Globo ou no Estadão, imagina que é informação idônea, imparcial, puro  jornalismo. Para que servem então o Vermelho.org, o Paulo Henrique Amorim, o Baixamiro e similares? Servem precisamente para isso. São a substância de contraste que dá credibilidade à “grande mídia” quando esta, num estilo mais comedido, mente igualzinho a eles.