Olavo de Carvalho


Professor da UFMA incentiva a violência física contra religiosos às vésperas de evento conservador

Do site Rádio Conservadora: Um professor militante socialista da Universidade Federal do Maranhão, Saulo Pinto Silva, utilizou, nesta quarta-feira, 20 de setembro, seu perfil no Facebook para, de forma pública e aberta, promover e incentivar a violência física contra religiosos. Mas esse tipo de publicação não é algo incomum. Aliás, tem história e objetivo certo. […]

Metem medo

Algumas pessoas reclamam da quantidade de tempo, energia e de postagens que dedico ao político Jair Messias Bolsonaro e ao filósofo Olavo de Carvalho, sobre a questão dos liberais que vivem atacando-os, seja de forma velada, dissimulada, vil e, em alguns casos, de maneira explícita. A esquerda socialista sempre fez isso, mas, aqui no Brasil, […]

O erro político de Hayek

Na apresentação que fiz em abril para o Instituto Borborema, afirmei que a conceito de ordem espontânea, criado pelo economista austríaco Friedrich August von Hayek (foto), é um tanto quanto problemática e que, embora funcione como um ideal, é uma péssima descrição da realidade política e social. Como alguns amigos perguntaram as razões por trás […]

Prefácio: O Manifesto Cartunista – A Esquerda na Mira do Humor, de João Spacca

N. do E.: Adquira o novo livro do cartunista João Spacca aqui. O Manifesto Cartunista – A Esquerda na Mira do Humor Prefácio de Heitor De Paola As trevas descem sobre a Gália Brazilis, as tropas bárbaras do César Vermelho avançam inexoravelmente sobre a cultura, a educação, sobre as mentes dos escribas, professores e artistas, […]

Notas de leitura: O Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho

Comentário de Olavo de Carvalho:
É para pessoas como o Dante Mantovani que gosto de escrever.

1- A linguagem empregada no livro é direta e sinuosa ao mesmo tempo, o que demonstra a junção dos planos da inventio, e da elocutio da retórica clássica , além de demonstrar o domínio absoluto da linguagem literária rigorosamente filiada à tradição das línguas latinas. O texto é fluido e profundo ao mesmo tempo, palatável à leitura, mas densamente povoado de informações altamente relevantes. É importante fazer essa ressalva, porque livros extremamente densos do ponto de vista filosófico costumam ser escritos em linguagem igualmente densa e impenetrável, como não nos deixa mentir a Crítica à Razão Pura, de Immanuel Kant, ou o Ser e Tempo, de Martin Heidegger. Este não é o caso de ‘O Jardim das Aflições’, que pode ser lido por pessoas com básica formação intelectual, o que, admito, é algo raro no Brasil de hoje. Porém, o mais importante é não deixar de assinalar a homologia entre os planos da forma e do conteúdo, pois o livro não chama atenção apenas por sua originalidade, mas também por sua forma “musical”, o que nos leva à minha segunda observação.

USP aprova COM LOUVOR um plágio descarado

 

Precisamos mesmo falar sobre quem fala do Olavo de Carvalho?

Da arte de difamar e menosprezar o melhor…

Se há algo cansativo no ambiente letrado – ou pseudoletrado – do Brasil é a difamação contra os melhores.

Exemplo mais que repetido é o que se faz contra o filósofo (filósofo, sim), professor e escritor Olavo de Carvalho.

O filósofo Olavo reúne uma plêiade caricatural e tenebrosa de ex-alunos e de acadêmicos diplomados que não param de prestar-lhe atenção a todos os movimentos, dispostos ao ataque no mais simples deslize ou mal-entendido. Os professores e grandes pesquisadores já o deixaram em paz há anos, após terem se escaldado na água fervente de sua crítica cultural em obras essenciais para o Brasil como O Imbecil Coletivo I e II e O Mínimo. Porém, agora é a vez dos miúdos, que atacam sem a cautela dos grandes, e com menos vergonha também.

Como realmente ajudar presidiários

Os alunos de Harvard, como bons acadêmicos, receberam o que “de melhor há” no esquerdismo, ou seja, teorias de gênero, feminismo, multiculturalismo, desconstrucionismo, queer theory e toda as demais correntes progressistas que compõe a New Left.

Essa semana muitas revistas da esquerda falante divulgaram aos quatro ventos que uma equipe de alunos de Harvard perdeu um debate para um grupo de presidiários. Na cabeça do pessoal da esquerda brasileira, Harvard ativa as palavras EUA, logo, imperialismo, logo, ricos, logo, burgueses, logo, elite escolarizada, logo direita, logo, precisamos matá-los. Por outro lado, presidiários ativam o estímulo: vítima da sociedade, logo, oprimido, logo, socialmente-excluído, logo, proletário, logo, esquerdista, logo, precisamos canonizá-los.

Alguns desafios para Marco Antonio Villa

marco villa

Para início de conversa devo dizer aqui que tenho 2 livros de Marco Villa, que acho muito interessantes. Ele não é um dos meus autores/intelectuais preferidos, mas devo dizer que ele tem sua contribuição. Por outro lado, tenho quase todos os livros de Olavo de Carvalho e conheço muito de seu material, embora eu não seja aluno do seu Curso de Filosofia.

Posto isso, vamos aos fatos: em uma edição recente do TVeja, Marco Villa rotulou Olavo de Carvalho de “fascista” e ainda o chamou de radical. Em seguida, usou o xingamento típico da esquerda: “é um astrólogo”. A coisa não terminou por aí. Ele disse que essa direita (que seria a “turma do Olavo”) era o problema.

Davi, Golias e a Páscoa


Os Golias de ontem, acuados pelos espectros das próprias mentiras, mistificações, bazófias e degradação moral, vivem um pesadelo antes mesmo de que a noite sobre eles caia.

Quem poderia imaginar, há uns poucos anos, algo semelhante ao que está acontecendo no Brasil? Quem poderia antever tanta efervescência política fora dos parlamentos? Quem poderia conceber tantos Davis nas ruas, renegando o que os Golias proclamavam? Pergunto: não parecia irresistível a marcha para a construção de um Brasil socialista, economicamente próspero, socialmente justo, moralmente repaginado e irresistivelmente petista? Seus apoios eram gigantescos na mídia, na esmagadora maioria parlamentar, na CNBB, no movimento sindical. Contavam com a dedicada militância de artistas, celebridades, intelectuais. Funcionava para eles o conjunto das instituições de ensino. De catedráticos a alfabetizadores, quase todos trabalhavam pela mesma causa. Quem poderia imaginar, então, o que está acontecendo?