Olavo de Carvalho


No centro de uma fantasia psicótica da esquerda

(Publicado no Diário Filosófico do autor no Facebook.)   Na esquerda brasileira já não existe, desde há muito tempo, pensamento individual. Tudo ali se decide em grupos, reuniões, debates internos em redes que formam o discurso ideológico destinado a criar e manter a hegemonia, o controle do movimento sobre o curso da vida social e […]

Flávia Tavares, uma criminosa – Olavo comenta entrevista à Época

Na matéria da Flávia Tavares, não há uma linha sequer que se aproveite, exceto como prova de crime de calúnia e difamação. * O problema da Flávia Tavares não é ser “esquerdista”. É ser simplesmente uma criminosa. * Não se deve jogar pérolas aos porcos, mas também não é certo julgar que alguém seja um […]

“Distorções e simplificações pueris”- Olavo comenta a entrevista à Folha

Dar uma entrevista à “Folha de S. Paulo” é confirmar, uma vez mais, a definição enunciada por Mário Vargas Llosa: “O jornalismo é uma máquina na qual entra um homem e sai um hamburguer.” A repórter Isabel Fleck conversou comigo durante duas horas e quarenta e seis minutos só para me transformar no estereótipo que […]

Bolsonaro na Veja: uma rápida nota

Ana Clara Costa, a jornalista que assina a peça de propaganda contra o deputado Jair Bolsonaro para a Veja desta semana, é uma daquelas figuras típicas do jornalismo tucano: formada na Wharton Business School, ela não é ignorante o suficiente para acreditar em economia marxista ou keynesiana, mas subscreve toda a agenda cultural da esquerda, […]

Professor da UFMA incentiva a violência física contra religiosos às vésperas de evento conservador

Do site Rádio Conservadora: Um professor militante socialista da Universidade Federal do Maranhão, Saulo Pinto Silva, utilizou, nesta quarta-feira, 20 de setembro, seu perfil no Facebook para, de forma pública e aberta, promover e incentivar a violência física contra religiosos. Mas esse tipo de publicação não é algo incomum. Aliás, tem história e objetivo certo. […]

Metem medo

Algumas pessoas reclamam da quantidade de tempo, energia e de postagens que dedico ao político Jair Messias Bolsonaro e ao filósofo Olavo de Carvalho, sobre a questão dos liberais que vivem atacando-os, seja de forma velada, dissimulada, vil e, em alguns casos, de maneira explícita. A esquerda socialista sempre fez isso, mas, aqui no Brasil, […]

O erro político de Hayek

Na apresentação que fiz em abril para o Instituto Borborema, afirmei que a conceito de ordem espontânea, criado pelo economista austríaco Friedrich August von Hayek (foto), é um tanto quanto problemática e que, embora funcione como um ideal, é uma péssima descrição da realidade política e social. Como alguns amigos perguntaram as razões por trás […]

Prefácio: O Manifesto Cartunista – A Esquerda na Mira do Humor, de João Spacca

N. do E.: Adquira o novo livro do cartunista João Spacca aqui. O Manifesto Cartunista – A Esquerda na Mira do Humor Prefácio de Heitor De Paola As trevas descem sobre a Gália Brazilis, as tropas bárbaras do César Vermelho avançam inexoravelmente sobre a cultura, a educação, sobre as mentes dos escribas, professores e artistas, […]

Notas de leitura: O Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho

Comentário de Olavo de Carvalho:
É para pessoas como o Dante Mantovani que gosto de escrever.

1- A linguagem empregada no livro é direta e sinuosa ao mesmo tempo, o que demonstra a junção dos planos da inventio, e da elocutio da retórica clássica , além de demonstrar o domínio absoluto da linguagem literária rigorosamente filiada à tradição das línguas latinas. O texto é fluido e profundo ao mesmo tempo, palatável à leitura, mas densamente povoado de informações altamente relevantes. É importante fazer essa ressalva, porque livros extremamente densos do ponto de vista filosófico costumam ser escritos em linguagem igualmente densa e impenetrável, como não nos deixa mentir a Crítica à Razão Pura, de Immanuel Kant, ou o Ser e Tempo, de Martin Heidegger. Este não é o caso de ‘O Jardim das Aflições’, que pode ser lido por pessoas com básica formação intelectual, o que, admito, é algo raro no Brasil de hoje. Porém, o mais importante é não deixar de assinalar a homologia entre os planos da forma e do conteúdo, pois o livro não chama atenção apenas por sua originalidade, mas também por sua forma “musical”, o que nos leva à minha segunda observação.

USP aprova COM LOUVOR um plágio descarado