OTAN


Eu propus à OTAN enfrentar um ditador

Em 2 de maio de 2017, recebi uma carta bastante atenciosa do Diretor da Comissão Política da Assembleia Parlamentar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (conhecida como AP-OTAN) perguntando se minha organização, Middle East Forum, “poderia organizar uma série de reuniões e discussões “com os membros da assembleia. Para aqueles, como eu, que não […]

Quem derrubou Kadafi

Não é possível ser condescendente com essas ações, pois tornam a diplomacia inútil e a lei do mais forte o fator de decisão entes as nações, como foi a regra na primeira metade do século XX, de triste memória.

Em resposta aos meus vídeos sobre os acontecimentos na Líbia, gravados no calor da hora, recebi várias manifestações de incompreensões do meu ponto de vista, como se a mensagem não estivesse contida no próprio meio em que foi soprada. Dois tipos de pessoas me criticaram. De um lado, os jacobinos de alma, aqueles que estão sempre prontos para a subversão se o governante não passou pelos ritos da democracia de massa, como se só o voto universal legitimasse o exercício do poder. Essa tese é de uma cegueira atroz e não tem respaldo na ciência política séria. Fosse assim a China não seria um Estado legítimo, ditadura comunista de partido único fechada que é, um exemplar acabado do marxismo-leninismo. Não obstante meu nojo pelo comunismo, digo e repito que a China tem um sistema governante legítimo, pois é internamente aceito, assim como externamente. Nenhum governante se mantém contra a vontade de seu povo.