politicamente correto


União Européia declara guerra à liberdade de expressão na Internet


Nesta semana a União Européia, em parceria com o Facebook, Twitter, YouTube e Microsoft, apresentaram um “código de conduta” para combater a disseminação de “discurso ilegal de incitamento ao ódio” online na Europa. No dia seguinte o Facebook suspendeu a conta de Ingrid Carlqvist, a especialista sueca do Gatestone, por ela ter postado um vídeo do Instituto Gatestone em seu feed no Facebook — chamado “Epidemia de Estupros Cometida por Migrantes na Suécia”.

Estão fazendo você de trouxa

Dias atrás ocorreram dois fatos aparentemente desconexos e que têm sido abundantemente explorados pela mídia de massa.

Fato 1: numa favela do Rio de Janeiro, uma jovem de 16 anos de idade manteve relações sexuais com dezenas de homens, boa parte deles menores de idade. O fato foi denominado “estupro coletivo”.

Fato 2: numa perseguição policial na zona sul da cidade de São Paulo, um menino de 10 anos de idade morreu atingido pelo disparo de um policial. Instantes antes, ele havia roubado um carro num condomínio com o auxílio de outro menino, de 11 anos de idade.

O Papa cedeu a Europa ao Islã?

Em 2006, o Papa Bento XV (esquerda) ressaltou que nenhum Papa jamais ousou dizer que há um elo entre violência e Islã. Dez anos depois o Papa Francisco (direita) jamais invoca pelo nome os responsáveis pela violência anticristã e nunca menciona a palavra “Islã”.
(imagem: Benedict: Flickr/Igreja Católica da Inglaterra | Francis: Wikimedia Commons/korea.net)

Ao desenrolarmos a lista das viagens apostólicas do Papa Francisco — Brasil, Coreia do Sul, Albânia, Turquia, Sri Lanka, Equador, Cuba, Estados Unidos, México, Quênia, Uganda, Filipinas — poder-se-ia dizer que a Europa não está exatamente no topo da sua agenda.

Grã-Bretanha? Moderados? Como é que é?

Ouve-se com frequência acerca da “maioria moderada muçulmana”. A cada ataque terrorista, os políticos nos dizem que “a maioria moderada dos muçulmanos condena veementemente esses ataques”. Passada a comoção, cronistas e especialistas aparecem para ressaltar: “é óbvio que a ampla maioria dos muçulmanos é moderada”. Mas será que é verdade? Será que a ampla maioria dos muçulmanos é realmente “moderada”?

Feios, sujos e malvados

Reinaldo Azevedo fez a mesma opção de Maquiavel e preferiu prostituir a verdade a se ver ao lado dos feios, sujos e malvados, tornando-se a figura patética que conhecemos hoje: um sujeito prostrado perante as convenções sociais que julga mais nobres, eternamente empenhado a demonstrar o quanto é limpinho e cheiroso.

Maquiavel, aquela alma atormentada e malformada que muitos analistas políticos tomam como modelo, deixou, em seus registros, o relato de um sonho que o perturbou no fim de sua vida.

A esquerda contra os cristãos: 7 exemplos

Existe uma hostilidade crescente para com os valores cristãos e as liberdades religiosas nos Estados Unidos atualmente? Aqui estão sete exemplos representativos, todos das últimas semanas. Julgue por si mesmo.

1. A NCAA (1) anunciou que não irá realizar quaisquer eventos masculinos e femininos do Final Four de basquetebol numa cidade que “discriminar” contra qualquer pessoa com base na orientação sexual ou “identidade de gênero”.

As Nações Unidas santificam o mal

A ONU é um organismo maligno dominado por nações islâmicas e tiranias.

No mês de março, o Conselho dos Direitos Humanos da ONU (UNHRC), em Genebra, concluiu sua sessão aprovando cinco resoluções condenando Israel. Foi o que seguiu-se a uma série de libelos de sangue acusando o único país democrático do Oriente Médio, em uma região cercada pela barbárie, de engajar-se em uma política de assassinato deliberado de crianças palestinas.

Na verdade, ao longo da última década, o Conselho de Direitos Humanos aprovou mais resoluções condenando Israel do que a soma de todas as resoluções criticando outros governos. Isto, apesar do fato de que os países que conduzem as acusações contra Israel estão, eles mesmos, envolvidos em violações horríveis dos direitos humanos. E, apesar do fato de que na Síria, vizinha de Israel, centenas de milhares foram mortos e milhões de pessoas estão tentando fugir do país, enquanto o exército do presidente Bashar Assad e o ISIS massacram comunidades inteiras.

Absurdo: a vida sexual regulada pelo governo

Os adultos poderão se deparar em breve com suas vidas sexuais reguladas ao ponto no qual quase todo encontro sexual será definido como estupro, a menos que nenhuma das partes informe a atividade.

O American Law Institute (1) vai votar neste mês a adoção de um código penal modelo que tornaria o “consentimento afirmativo” a posição oficial da organização. As políticas de consentimento afirmativo – ou “sim significa sim” – já foram adotadas por muitas faculdades e universidades, e foram passadas como lei na Califórnia e em Nova York.

Uma fonte dentro do ALI confirmou ao Washington Examiner que o código penal do modelo sobre agressão sexual que foi discutido na reunião do ano passado será votado em sua reunião anual neste mês. No ano passado, o projeto da proposta foi recebido com oposição dos membros do ALI, incluindo uma ex-promotora que chamou o projeto de “muito perturbador”.

Bolsonaro e a verdade sufocada pelo MBL e seus comparsas

Fernando Holiday, cria do MBL e um de seus coordenadores, numa tentativa patética de reforçar suas falas, sempre inicia seus discursos dizendo que é “negro, gay e da periferia” (sic).

Puxa vida, é mesmo? Se você não falasse, ninguém perceberia!

A autocensura e o fim do debate sensato

O policiamento da esfera pública com o objetivo de suprimir as opiniões “racistas” tem causado um tipo de psicose pública, uma sensação de se ter de andar com a ponta dos pés por um campo minado, tendo de evitar todas as áreas onde a bomba da indignação pode estourar em cima de você.

Qualquer discussão de livre expressão tem que levar em conta duas questões importantes: piadas e raça. Piadas não são opiniões, mas elas podem simplesmente ofender muita gente. Sendo assim, deveria haver a mesma liberdade para se fazer piadas assim como para expressar opiniões? A questão racial tem sido objeto de profundo autoquestionamento nas comunidades modernas. O pior genocídio da história recente – o Holocausto – ocorreu porque as pessoas se sentiram livres para odiar os judeus e para difundir esse ódio num discurso que era protegido por lei. A opressão dos negros nos Estados Unidos e a negação dos privilégios da cidadania para essa parcela da sociedade foi defendida livre e destrutivamente nos últimos tempos e, novamente, essas opiniões foram protegidas por lei. Será que esses e outros casos similares não justificam a crença predominante de que a liberdade de expressão não é um bem em si mesma? E será que esses grupos suscetíveis a serem alvos do ódio coletivo devem ser protegidos desse abuso?